10 coisas que um novo usuário do Linux deve desaprender
Já faz um bom tempo que eu vi essa lista no blog do meu amigo Chris, mas só hoje decidi publicá-la por aqui. A lista traz 10 coisas que você faz/vê no Windows mas que não existem no Linux. Vale a pena dar uma lida.
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Reboot não é um procedimento de operação padrão (em inglês, Standard Operating Procedure, ou simplesmente SOP). Quando uma aplicação trava, ela não afeta outras aplicações ou o próprio sistema; você pode matá-la (kill) sem afetar outras partes. O mesmo acontece para instalações de novas aplicações ou atualizações (com exceção de atualização do kernel). Ou seja, você verá raramente mensagens do tipo “você deve reiniciar o sistema par que as atualizações tenham efeito“;
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“É recomendado que você feche todas as aplicações antes de continuar” é uma mensagem que você quase não verá. Não faz sentido ter que parar de fazer algo – ouvir música, navegar na web, etc… – para fazer algo. Uma vez que é um sistema multitarefas, não?
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Você não terá que renovar sua assinatura de sofwtare antivirus/antimalmware. É um sistema seguro;
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as distros Linux vêm com uma grande quantidade de aplicativos para as mais diversas finalidades. Veja no seu CD de instalação se já não existe um, ou procure no gerenciador de pacotes. Além do que, a grande maioria é free! Ou seja, não precisará sair correndo para uma loja de venda de softwares!
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Como a maioria dos aplicativos é open source, você raramente verá caixas de diálogo com EULAs, terá que digitar chaves de liberação de um software, aceitar contratos ou ficará recebendo e-mails de aviso de expiração;
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o suporte a hardware melhorou demais, e existem drivers genéricos para eles. Logo, você não terá que ficar instalando um driver X para um pendrive e outro Y para outro pendrive (por exemplo): é plugar o mesmo e usar, independente da marca;
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Você não terá que procurar um equivalente ao “PC Doctor” para procurar erros e inconsistências no sistema. Linux não instala um monte de aplicações do nada, não fica mais lento com o tempo e não corrompe arquivos;
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Defrag. Não existe uma ferramenta de defrag no Linux. Uma vez que ele não fragmenta seu disco;
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No equivalente ao menu Iniciar, você verá os aplicativos agrupados por tipo (Internet, Escritório, Desenvolvimento, Jogos, etc…) ao invés de vê-los agrupados por marca ou empresa fabricante. É muito mais intuitivo;
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Seu computador é seu. Nenhum aplicativo fica enviando dados para o fabricante, monitorando o que você faz ou deixa de fazer, qual sua configuração de hardware ou pedindo para revalidar o software.


há 1 mês atrás
ótimo post.
eu só apanhei um pouco com a instalação pq baixava no baixaki, n sabia que tinha uma ferramenta para baixar quase tudo que preciso e instalar automaticamente XD
há 1 mês atrás
A instalação é simples, muito simples. E se fosse trabalhosa ainda sim seria viável, visto que você deixaria de fazer tudo isso
Abraços
há 1 mês atrás
No começo tive um pouco de desprezo em relação ao linux, mas hj, apesar de ainda usar o Windows, sempre tenhu o Ubuntu instalado… e a cada dia descubro algo mais interessante…
há 1 mês atrás
Sou usuário entusiasta do Linux mas devo reconhecer que o suporte a hardware é o ponto mais fraco do sistema. Como muitas empresas estão amarradas à Microsoft, não fazem questão de desenvolver drivers para Linux.
Portanto a sugestão é que quem for comprar um computador (ou qualquer outro item de hardware) antes verifique se conseguirá instalar o Linux nele. Boicote os fabricantes que não desenvolvem drivers adequados para Linux.
há 1 mês atrás
Estou tentado a usar novamente o linux,,a primeira vez tive problemas tentando instalar um modem sm56(winmodem)motorola e desisti,mas agora vai!
há 4 dias atrás
Como Adolfo Roberto suporta a Hardware é ponto fraco do Linux.