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	<title>I/O Tecnologia &#187; Alex Ferreira</title>
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		<title>Seeds e Leechers: escolhendo os melhores torrents</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 11:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você, &#8220;downloadeiro&#8221; de plantão que vive baixando arquivos pro seu PC através de torrent e você que baixa arquivos via torrent uma vez a cada década, sabem explicar direitinho o que significam os termos &#8220;seed&#8221; e &#8220;leech&#8221;? Não? Pois saiba que essas duas belezinhas aí são responsáveis pelo tempo que seu download levará até ser concluído. Explicando os termos Antes de mais nada, é importante dizer que ambos os termos se referem a duas coisas bem parecidas. Um Seed ou Leech são nada mais que os outros usuários que tem o mesmo arquivo que você está baixando. A diferença entre<a href="http://www.iotecnologia.com.br/seeds-leechers-escolhendo-melhores-torrents">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Explicando os termos</strong><br />
Antes de mais nada, é importante dizer que ambos os termos se referem a duas coisas bem parecidas. Um Seed ou Leech são nada mais que os outros usuários que tem o mesmo arquivo que você está baixando. A diferença entre eles se dá apenas pela quantidade de arquivo já baixada.</p>
<ul>
<li>Seed: é o usuário que possui o arquivo completo no seu computador. Sua função é semeá-lo, ou seja, apenas disponibilizar tal arquivo para upload, visto que o download já não é mais necessário.</li>
<li>Leech: é o usuário que possui parcialmente o arquivo. Podemos dizer que um usuário é um leech se ele tem entre 0,1% e 99,9% do arquivo em seu computador. Um leech faz duas coisas ao mesmo tempo: continua baixando o arquivo e semeia o que já possui.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escolhendo os melhores torrents</strong><br />
Para tomar uma boa decisão quanto a escolha dos torrents você deve estar consiênte de duas coisas: quanto mais seeds melhor; leechers consomem a banda dos outros seeds e dos outros leechers.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabendo disso, a  primeira providência que você deve tomar é a de procurar os torrents com a maior quantidade possível de Seeds, pelo simples motivo de serem eles que já possuem todo o arquivo. Supondo que a quantidade de seeds de dois torrents semelhantes são bem próximas, então escolha o torrrent que possui a menor quantidade de Leechers. Se não existe torrent com quantidade razoável de Seeds, procure o que tiver a maior quantidade de Leechers.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre torrents com quantidades equivalentes de seeds e leechers são bons torrents, pois lembre que 1 leech já consome a banda de pelo menos outros 10 usuários (tanto seeds quanto outros leechers).<br />
Perceba que se um torrent possui poucos seeds e muitos leechers, você corre o risco de não conseguir baixar o arquivo por completo. Lembre que leechers não possuem o arquivo completo, e sim fragmentos dele. Por esse motivo você corre o risco de não conseguir baixar um único fragmento do arquivo e ficar &#8220;enganxado&#8221; quanto estiver em 99,9% do download.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">Bom gente, é isso&#8230; Infelizmente esse foi o meu último post aqui no I/O Tecnologia. Agradeço a todos vocês que sempre vem aqui no blog e leram os meus posts. Agradeço também a toda a equipe do blog (Danilo, Nicholas e Pedro) que fizeram e vão continuar fazendo um ótimo trabalho aqui. E outra coisa&#8230; O nome do blog não é &#8220;Ih Oh Tecnologia&#8221;, e sim &#8220;Ai Ô Tecnologia&#8221; <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">Abraços a todos!</p>
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		<title>Padrões de Projeto: o que são e por que usá-los</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/padroes-de-projeto-o-que-sao-por-que-usar</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 10:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você estuda, simpatiza ou trabalha em alguma área relacionada ao desenvolvimento de software, talvez já tenha ouvido falar em Padrões de Projeto, ou pelo menos já tenha esbarrado por aí com o termo Design Pattern. Nesse post explicarei o que são, para que servem e citar algumas vantagens do uso de tais padrões no desenvolvimento de softwares orientados a objetos. O que é um Padrão de Projeto? A definição clássica dos padrões estabelece que um padrão é uma forma de &#8220;descrever soluções para problemas recorrentes no desenvolvimento de sistemas de software orientados a objetos. Um padrão de projeto estabelece<a href="http://www.iotecnologia.com.br/padroes-de-projeto-o-que-sao-por-que-usar">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Se você estuda, simpatiza ou trabalha em alguma área relacionada ao desenvolvimento de software, talvez já tenha ouvido falar em Padrões de Projeto, ou pelo menos já tenha esbarrado por aí com o termo Design Pattern. Nesse post explicarei o que são, para que servem e citar algumas vantagens do uso de tais padrões no desenvolvimento de softwares orientados a objetos.</p>
<p><span id="more-6010"></span></p>
<p align="justify"><strong>O que é um Padrão de Projeto?</strong><br />
A definição clássica dos padrões estabelece que um padrão é uma forma de <em>&#8220;descrever soluções para problemas recorrentes no desenvolvimento de sistemas de software orientados a objetos. Um padrão de projeto estabelece um nome e define o problema, a solução, quando aplicar esta solução e suas conseqüências&#8221;</em>.</p>
<p align="justify">Trocando em miúdos, os padrões estabelecem algumas técnicas genéricas que podem ser utilizadas para resolver algum tipo de problema de desenvolvimento. Como ninguém gosta de &#8220;reinventar a roda&#8221;, surgiram os primeiros padrões de projeto, que acabaram auxiliando os demais desenvolvedores em seus problemas semelhantes.</p>
<p align="justify">Imagine que você está escrevendo uma classe que só poderá ser instanciada uma única vez, como você fará isso? E se você quiser encapsular as chamadas ao banco de dados? E se você precisar encontrar uma maneira para alterar o comportamento dos seus objetos em tempo de execução? E se você quiser encapsular a criação de objetos? E se você quiser que o seu web site tenha todos os seus componentes separados por responsabilidades? Num primeiro momento, você talvez quebre um pouco a cabeça e acabe bolando uma maneira de resolver todos esses problemas, porém se você já tivesse conhecimento sobre os padrões <em><strong>DAO, Singleton, Strategy, Factory</strong></em> e o conjunto de padrões do <em><strong>MVC</strong></em> talvez você não tivesse tanta dor de cabeça e não teria gasto tanto tempo <del>reinventando a roda</del>.</p>
<p align="justify">Perceba que um padrão não lhe dará o código da sua classe prontinho, ao invés disso ele lhe servirá para lhe elucidar em relação a solução do problema. O fato que prova isto é que raramente os desenvolvedores irão seguir &#8220;à risca&#8221; o que sugere o padrão, fazendo algumas adaptações acerca da sugestão original.</p>
<p align="justify">Um ponto que muita gente se engana, é quando alguém diz que <em>&#8220;padrões são coisas do Java ou do PHP&#8221;</em>. Perceba que no inicio do post eu falei que os padrões estabelecem técnicas genéricas, portanto estas não estão ligadas a nenhuma linguagem específica, e sim aos problemas de desenvolvimento de softwares OO.</p>
<p align="justify"><strong><br />Por que usar os Padrões de Projeto?</strong><br />
Além de evitar que você perda tempo reinventando a roda, os padrões lhe sugerem uma solução bacana do ponto de vista OO. O que pretendo dizer é que o uso deles nos ajudam a desenvolver um projeto com bom nível de coesão e reusabilidade, o que facilita o processo de manutenção do software. Lembre-se que a manutenção é justamente o que toma o maior período do tempo de vida de qualquer projeto de desenvolvimento.</p>
<p align="justify">Outro ponto, não menos importante, é que muitas vezes você não está desenvolvendo um projeto sozinho. Se toda a equipe está familiarizada com os Patterns você poderá economizar bastante tempo caso seja necessário explicar como você desenvolveu uma funcionalidade qualquer, fazendo com que você não precise &#8216;baixar o nível&#8217;. Ao invés de dizer <em>&#8220;fiz com que o construtor da classe não pudesse ser visível às demais e coloquei um método getInstance pra retornar a única instância da classe&#8221;</em>, você simplesmente diz: <em>&#8220;usei o Singleton&#8221;</em>.</p>
<p align="justify">A partir do momento que você sabe utilizar os Design Patterns de forma coerente, podemos dizer que você é, de fato, um bom desenvolvedor OO.</p>
<p align="justify"><strong><br />Quero saber qual caminho seguir pra estudar sobre o assunto</strong><br />
Uma forma é buscar as definições dos padrões no Google, principalmente pelas definições &#8220;oficiais&#8221;. Os principais padrões são os do GoF (Gang Of Four) e os J2EE (voltados para projetos empresariais). Recomendo estudá-los nesta ordem e depois buscar outros padrões de acordo com a sua necessidade.</p>
<p align="justify">Se você prefere um estudo mais formal, recomendo os livros:</p>
<ul>
<li>Design Patterns: Elements of Reusable Object-Oriented Software (mais completo)</li>
<li>Head First: Design Patterns ou Use a Cabeça: Padrões de Projeto (pra quem gosta da série)</li>
</ul>
<p>Infelizmente não achei o primeiro livro em nenhuma loja, apenas sua versão traduzida que encontrei <a target="_blank" target="_blank" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/93924/?franq=282801">aqui</a>. Já o segundo livro eu encontrei <a target="_blank" target="_blank" href="http://www.submarino.com.br/produto/9/303805/?franq=282801">aqui</a> e sua versão traduzida <a target="_blank" target="_blank" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1995765">aqui</a>.
</p>
<p align="justify">Bom gente, é isso&#8230; Qualquer dúvida, crítica ou sugestão que vocês tenham, deixem nos comentários! Espero que o post tenha ajudado a vocês a ter uma noção geral sobre Design Patterns. Até a próxima!</p>
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		<title>Se as linguagens de programação fossem religiões…</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 12:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[linguagens]]></category>
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		<description><![CDATA[Vocês já pararam pra se perguntar como seria se as liguagens de programação fossem religiões? Eu duvido que você tenha parado pra fazer uma comparação dessas, ao menos seriamente&#8230; Alguns podem dizer que ser adepto ou fã de uma linguagem específica é o mesmo que ser fiel a uma religião. Prova disso (ou não) é que ainda existem os radicais, mais conhecidos como os &#8220;xiitas&#8221;. O texto é bastante interessante de se ler, vale a pena (mesmo que você não entenda nada de programação). C seria Judaísmo – É antigo e restritivo, mas a maioria do mundo está familiarizada com<a href="http://www.iotecnologia.com.br/se-as-linguagens-de-programao-fossem-religies">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p><span id="more-2192"></span></p>
<p align="justify"><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>C seria Judaísmo</strong> – É antigo e restritivo, mas a maioria do mundo está familiarizada com suas leis e as respeitam. A mancada é que você não pode se converter &#8211; você é adepto desde o início ou pensará que tudo não passa de insanidade. Também, quando as coisas dão errado, muitas pessoas gostam de jogar a culpa nela por todos os problemas do mundo. </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Java seria Cristianismo Fundamentalista</strong> &#8211; Teoricamente é baseada na C, porém nega tantas leis antigas que não se parece nem um pouco com a original e mais, acrescenta seu próprio conjunto de leis muito rígidas que seus seguidores consideram infinitamente superiores às originais. Não só estão certos de que esta é a melhor linguagem do mundo, como têm vontade de queimar na fogueira todos aqueles que não estejam de acordo. </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>PHP seria Catolicismo não praticante</strong> – Luta com a Java pelo mercado Web. Delineia alguns poucos conceitos da C e da Java, mas apenas aqueles de que realmente gosta. Talvez não seja tão coerente quanto outras linguagens, mas pelo menos ela lhe dá muito mais liberdade e ostensivamente mantém a idéia central da coisa toda. Também, o conceito de goto hell (para o inferno) foi abandonado. </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>C++ seria Islamismo -</strong> Ela adota a C e não só mantém suas leis, como ainda adiciona um novo conjunto muito complexo de regras. É tão versátil que pode ser usada como alicerce para qualquer coisa, desde grandes atrocidades até belas obras de arte. Seus adeptos estão convencidos de que esta é a linguagem universal suprema e podem se enraivecer com aqueles que discordam. Ademais, se você insultá-la ou insultar seu fundador, provavelmente você será ameaçado de morte pelos seguidores mais radicais.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>C# seria Mormonismo</strong> &#8211; À primeira vista é a mesma que Java, mas olhando mais de perto você percebe que é controlada por uma única corporação (a qual muitos seguidores da Java acreditam ser o mal) e que muitos conceitos teológicos são bem diferentes. Você tem a impressão de que ela provavelmente seria legal, mas apenas se todos os seguidores da Java não te discriminassem tanto por segui-la. </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Perl seria Vodu</strong> &#8211; Uma série incompreensível de feitiçarias ancestrais que envolve o sangue de bodes e que corrompe permanentemente a sua alma. Usada com freqüência quando seu chefe exige que você faça um trabalho urgente às 9 horas da noite de uma sexta-feira.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Ruby seria Neo-Paganismo</strong> &#8211; Uma mistura de diferentes linguagens e idéias que foram misturadas para produzir uma coisa que pode ser classificada como linguagem. Seus adeptos estão aumentando rapidamente. Apesar da maioria das pessoas suspeitarem deles, a maioria é gente boa sem nenhuma intenção de ferir alguém.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Python seria Humanismo</strong> &#8211; É simples, sem restrições e tudo o que você precisa para segui-la é usar o bom senso. Muitos dos seus seguidores propagam que se sentem libertados do fardo imposto por outras linguagens e que redescobriram a alegria de programar. Alguns dizem que ela é uma forma de pseudo-código.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>COBOL seria Paganismo Ancestral</strong> &#8211; Houve um tempo em que ela reinava sobre uma vasta região e era importante, mas atualmente está praticamente morta para o bem de todos nós. Apesar de muitos terem sido amedrontados pelos rituais exigidos por suas divindades, ainda existem alguns que insistem em mantê-la viva mesmo nos dias de hoje.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Visual Basic seria <font color="#ff0000" size="2" face="Microsoft Sans Serif">Satanismo</font></strong> &#8211; Exceto pelo fato de que você não precisa vender sua alma DE VERDADE para ser um satanista&#8230;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>O texto foi reduzido um pouco para não tornar a leitura muito grande. Se você quiser ver o texto completo, vá no texto original ou baixe <a href="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/religioes.pdf">este pdf</a>. </strong></p>
<p align="justify"><strong>Da autoria de amz. O original está blog <a target="_blank" href="http://www.aegisub.net/2008/12/if-programming-languages-were-religions.html" target="_blank">Aegisub</a>. Tradução vó Vicki.</strong></p>
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		<title>Colocando visualização por abas do Firefox na taskbar do Windows 7</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/abas-firefox-taskbar-windows7</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 16:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[firefox]]></category>
		<category><![CDATA[miniatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Windows 7]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não é novidade para os usuários do Windows 7 que nele foi implementado um recurso bem interessante na barra de tarefas do sistema (aquela lá em baixo onde ficam os ícones dos programas abertos e atalhos) que agrupa várias janelas e abas em um único botão. Usando como exemplo o Internet Explorer, se abrirmos várias abas numa mesma janela do navegador, será apresentado várias miniaturas distintas no ícone do IE na barra de tarefas. Infelizmente esse recurso não é aproveitado pelo Firefox 3.6, por padrão, contudo, podemos ativar o recurso em apenas 4 passos e sem precisar instalar nenhum<a href="http://www.iotecnologia.com.br/abas-firefox-taskbar-windows7">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p><span id="more-2794"></span></p>
<p align="justify">
</p>
<ol>
<li>Abra o Firefox e vá para o endereço: <strong><font color="#ff0000">about:config</font></strong> </li>
<li>Clique em: <em><strong><font color="#ff0000">Serei cuidadoso, prometo!</font></strong></em> </li>
<li>Na barra <strong>“<em>Localizar</em>”</strong>, digite: <strong><font color="#ff0000">browser.taskbar</font></strong> </li>
<li>Dê um clique duplo na chave: <strong><font color="#ff0000">browser.taskbar.previews.enable</font></strong> </li>
</ol>
<p>
</p>
<p align="justify">Ao fazer isso o seu Firefox irá ter o mesmo comportamento do Internet Explorer, basta abrir várias abas e posicionar o cursor do mouse sobre o ícone dele na barra de ferramentas <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Antes da dica:</strong><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="" border="0" alt="" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/01/37754single_preview.jpg" width="219" height="208" /> </p>
<p><strong>Depois da dica:</strong><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="" border="0" alt="" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/01/37754multiple_tab_previews.jpg" width="474" height="126" />&#160;</p>
<p>No related posts.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Alternativas para enviar arquivos grandes por e-mail</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/alternativas-para-enviar-arquivos-grandes-por-e-mail</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[anexo]]></category>
		<category><![CDATA[arquivos grandes]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine que você está prestes a finalizar aquele trabalho de edição de vídeo que o seu chefe passou a semana inteira lhe cobrando. Você finaliza e dá aquele acabamento final e chega a hora de enviar. Como você enviaria um arquivo de vídeo de cerca de 100MB anexado ao seu e-mail, sendo que a maioria dos clientes não suportam mais que 20MB de anexos? A intenção desse post é lhe dar algumas alternativas ao anexo dos e-mails, afinal, eles só servem mesmo pra enviar documentos de texto&#8230; Iremos lhe apresentar (ou não) alguns serviços que podem ser bastante úteis para<a href="http://www.iotecnologia.com.br/alternativas-para-enviar-arquivos-grandes-por-e-mail">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">A intenção desse post é lhe dar algumas alternativas ao anexo dos e-mails, afinal, eles só servem mesmo pra enviar documentos de texto&#8230; Iremos lhe apresentar (ou não) alguns serviços que podem ser bastante úteis para o compartilhamento de arquivos grandes.</p>
<div align="justify">    <span id="more-5850"></span>  </div>
<p align="center"><b><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="rapid" border="0" alt="rapid" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/rapid_thumb.png" width="240" height="43" /></b></p>
<p align="justify"><b>1 – Rapidshare</b></p>
<p align="justify">Muito conhecido por quem faz downloads de músicas, filmes e séries, o serviço pode lhe ser bastante útil na hora de enviar grandes arquivos. Podemos fazer o upload de arquivos de forma totalmente gratuita, porém com uma limitação de 200MB por arquivo. Caso você precise enviar arquivos que sejam superiores ao limite, sugiro que você o compacte-o quebre-o em partes menores que satisfaçam a limitação do serviço.</p>
<p align="justify">Ele tem um recurso bem interessante, que, após concluído o upload de seus arquivos, é disponibilizado um link para download daquele arquivo e um segundo link que, quando acessado, apaga o arquivo dos servidores do Rapidshare, impossibilitando outros downloads.   <br />O ponto negativo do serviço é que a velocidade máxima de download só é garantida aos usuários que assinam o serviço.</p>
<p align="center"><b><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="torrent" border="0" alt="torrent" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/torrent_thumb.png" width="111" height="111" /></b></p>
<p align="justify"><b>2 – Torrent</b></p>
<p align="justify">Os torrents muitas vezes são uma ótima opção para quem envia arquivos realmente grandes, acima de 1GB, por exemplo. A ideia é bastante simples: basta criar um novo arquivo .torrent e enviá-lo anexado no e-mail.</p>
<p align="justify">Para criar um torrent não tem segredo. Se você usa cliente uTorrent, basta clicar em &quot;Arquivo&quot; e depois em &quot;Criar Novo Torrent&quot;. Logo depois irá abrir uma janela para selecionar quais arquivos ou diretórios você deseja compartilhar. O último passo é informar quais trackers serão usados.</p>
<blockquote><p align="justify">Se você não faz a mínima ideia do que seja um tracker, basta copiar e colar as seguintes URLs:</p>
<p align="justify">http://open.tracker.thepiratebay.org/announce<i>       <br /></i>http://www.torrent-downloads.to:2710/announce<i>       <br /></i>http://denis.stalker.h3q.com:6969/announce<i>       <br />udp://denis.stalker.h3q.com:6969/announce</i><i>       <br />http://www.sumotracker.com/announce        <br clear="all" /></i>udp://tracker.openbittorrent.com:80/announce      <br clear="all" />udp://tracker.publicbt.com:80/announce</p>
</blockquote>
<p align="justify">Uma desvantagem de compartilhar arquivos via torrent é que você deve deixar seu PC ligado até que todo mundo termine de fazer o download do seu conteúdo. Isso acontece devido aos torrents não conterem o arquivo em si, mas sim um caminho indicando onde o usuário poderá fazer o download (que no caso será o seu PC).</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="seguranca" border="0" alt="seguranca" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/seguranca_thumb.jpg" width="113" height="157" /></p>
<p align="justify"><b>Mas e a segurança, como fica?</b></p>
<p align="justify">Boa pergunta&#8230; Diferentemente do velho arquivo anexado ao e-mail, ambas as opções podem ser completamente estúpidas caso você preze pela total segurança dos arquivos. No caso do Rapidshare, qualquer pessoa que possua o link poderá realizar o download do arquivo.</p>
<p align="justify">Enquanto o torrent a situação pode ser ainda pior, pois existe a possibilidade do arquivo se espalhar rapidamente para vários computadores ao redor do mundo, e, ao contrário do Rapidshare, não existe uma maneira de &quot;parar&quot; o compartilhamento.</p>
<p align="justify">Uma maneira de diminuir os riscos, é compactar o arquivo e adicionar senha à compactação. Dessa maneira você pode enviar a senha no corpo do e-mail e somente a pessoa que a tem poderá abrir o conteúdo do arquivo compactado. Porém, todavia, contudo, a segurança dos arquivos compactados não são lá essas coisas&#8230;</p>
<p align="justify">Bom, é isso&#8230; Cabe a você agora escolher a melhor alternativa e mandar ver nos e-mails. Ah, existem vários outros serviços similares ao Rapidshare, como Megaupload ou HotFile. Até a próxima! </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Voc&#234; sabe o que significa o termo alto n&#237;vel e baixo n&#237;vel?</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/voc-sabe-o-que-significa-o-termo-alto-nvel-e-baixo-nvel</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/voc-sabe-o-que-significa-o-termo-alto-nvel-e-baixo-nvel#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 10:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[alto nivel]]></category>
		<category><![CDATA[baixo nivel]]></category>
		<category><![CDATA[maquina multinivel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/voc-sabe-o-que-significa-o-termo-alto-nvel-e-baixo-nvel</guid>
		<description><![CDATA[Muita gente que não tem maiores experiências no mundo da informática e está iniciando seus estudos acaba se deparando com dois termos bastante comuns: alto nível e baixo nível. Como é de se esperar, muitos acabam confundindo o que cada termo significa, sendo, na maioria dos casos, atribuída uma noção errônea de dificuldade. A origem dos termos Ninguém sabe ao certo de que área eles surgiram. Minha opinião é de que eles vieram das máquinas multiníveis. Basicamente, as máquinas multiníveis são uma maneira de representar a organização interna de um computador. Computadores são formados por vários níveis, sendo eles:&#160; nível<a href="http://www.iotecnologia.com.br/voc-sabe-o-que-significa-o-termo-alto-nvel-e-baixo-nvel">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Muita gente que não tem maiores experiências no mundo da informática e está iniciando seus estudos acaba se deparando com dois termos bastante comuns: alto nível e baixo nível. Como é de se esperar, muitos acabam confundindo o que cada termo significa, sendo, na maioria dos casos, atribuída uma noção errônea de dificuldade.</p>
<div align="justify">   <span id="more-5781"></span> </div>
<p align="justify"><strong>A origem dos termos</strong></p>
<p align="justify">Ninguém sabe ao certo de que área eles surgiram. Minha opinião é de que eles vieram das máquinas multiníveis.</p>
<p align="justify">Basicamente, as máquinas multiníveis são uma maneira de representar a organização interna de um computador. Computadores são formados por vários níveis, sendo eles:&#160; nível lógico digital, nível de microarquitetura, nível ISA, nível do Sistema Operacional, nível das linguagens de montagem e o nível das linguagens orientadas a problemas.</p>
<p align="justify">Esses níveis são representados numa espécie de pilha, onde a base é o nível lógico digital (o hardware do computador) e o topo seriam as linguagens OP (C, C++, Java, Python, etc.). Olhando a imagem abaixo você pode ter uma visão melhor de como os níveis são dispostos.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Máquina multinível" border="0" alt="Máquina multinivel" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/1-2.jpg" width="458" height="370" /></p>
<p align="justify">Perceba que quanto maior o nível, mais próximo do usuário ficamos. De forma análoga, quanto menor o nível, ficamos mais próximos da máquina. E assim nasceram os termos alto e baixo níveis&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>Entendendo os termos</strong></p>
<p align="justify">Como vimos, quanto mais próximo do ser humano, maior o nível. O termo alto nível é justamente isso, ele significa que uma descrição ou especificação foi escrita de tal forma que é de fácil entendimento para nós.</p>
<p align="justify">Seguindo o caminho contrário, o termo baixo nível significa que a especificação está de tal forma que somente as máquinas entendem. Obviamente o ser humano também pode entender, desde que compartilhe o mesmo &#8216;vocabulário&#8217; da máquina.</p>
<p align="justify"><strong>Alguns exemplos&#8230;</strong></p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Algoritmos" border="0" alt="Algoritmos" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/alg_thumb.png" width="579" height="261" /></p>
<p align="justify"><strong>Conclusão</strong></p>
<p align="justify">Agora que você encontrar esses termos já fique sabendo que alto nível não significa que é algo super complicado. Na verdade acontece o contrário, se você chegar a ver algo em baixo nível você já saberá que aquilo sim pode ser complicado&#8230;</p>
<p align="justify">Espero que tenha sido de fácil entendimento o post&#8230; Na verdade apenas essa conclusão seria o suficiente pra muitos de vocês entenderem o termo <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		</item>
		<item>
		<title>T&#233;cnicos continuam enganando seus clientes</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/tcnicos-continuam-enganando-seus-clientes</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/tcnicos-continuam-enganando-seus-clientes#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 03:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissão Informática]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[técnico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Quem lê nosso blog há algum tempo deve ter visto um post chamado “Profissão técnico em informática… Mau caráter?”. Esse post fala sobre o quanto a profissão de técnico em informática é mal vista pelas pessoas no que se refere a sua honestidade. Isso só acontece porque muitos dos nossos colegas de profissão não agem de boa fé e acabam dando a impressão de que todo profissional da área segue o mesmo caminho. É aquela história “por um, todos pagam”. Lembro-me de que quando aquele post foi publicado vieram pessoas de todos os lados contribuir com seus comentários, por<a href="http://www.iotecnologia.com.br/tcnicos-continuam-enganando-seus-clientes">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">Quem lê nosso blog há algum tempo deve ter visto um post chamado “<a href="http://www.iotecnologia.com.br/profisso-tcnico-em-informtica-mau-carter" target="_blank">Profissão técnico em informática… Mau caráter?”.</a> Esse post fala sobre o quanto a profissão de técnico em informática é mal vista pelas pessoas no que se refere a sua honestidade. Isso só acontece porque muitos dos nossos colegas de profissão não agem de boa fé e acabam dando a impressão de que todo profissional da área segue o mesmo caminho. É aquela história <em>“por um, todos pagam”</em>.</p>
<p> <span id="more-5614"></span>
<p align="justify">Lembro-me de que quando aquele post foi publicado vieram pessoas de todos os lados contribuir com seus comentários, por isso, achei justo lembrá-lo neste texto de hoje. Pois bem, esta semana <a target="_blank" href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/11/com-medo-de-virus-em-pc-musico-entrega-us-20-milhoes-criminosos.html" target="_blank">lendo o G1 Tecnologia</a> e vi a notícia de que um músico famoso e rico teve um prejuízo de US$ 20 milhões, que foi causado por um casal de técnicos norte-americanos que o engaram.</p>
<p align="justify">Segundo o casal, o computador do músico estava infectado com um vírus de uma complexidade sem igual, que envolvia até criminosos hondurenhos e integrantes da <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Opus_Dei" target="_blank">Opus Dei</a>. Para que a extorsão tivesse sucesso, os técnicos da empresa Datalink Computer Products afirmaram que o computador de seu cliente estava sendo alvo de um ataque sem precedentes e que ele deveria pagar por uma proteção integral que incluiria backup, verificações antivírus e recuperação de dados. Tudo mentira, obviamente.</p>
<p align="justify">Toda esta ganância foi despertada quando os técnicos descobriram que o músico era detentor de uma grande fortuna. Isso me fez lembrar algumas palavras ditas por um professor de manutenção de computadores. Ele dizia assim: </p>
<blockquote><p>“Se você cobra 50 reais por uma formatação e ao chegar na casa do seu cliente e ver que ele é rico e decide cobrar 80, então você está roubando.” </p></blockquote>
<p>De fato, guardadas as proporções, este caso da formatação é bem parecido com o do músico Roger Davidson, pense nisto.</p>
<p align="justify">Quanto aos técnicos… Só nos resta lamentar pela imagem que eles vem tendo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>9.609: a lei que todo profissional de TI deveria conhecer</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/9-609-a-lei-que-todo-profissional-de-ti-deveria-conhecer</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[l9609]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouca gente sabe, mas aqui no Brasil o software é regido por leis específicas. Sendo mais especifico, todo “programa de computador” segue as diretrizes estabelecidas pela lei 9.609, que foi escrita em 1998, no mandato de Fernando Henrique Cardoso. Esse post tem o intuito de comentar alguns pontos importantes da lei, que deveria ser conhecida por todos os profissionais de TI, mais especificamente os que trabalham ligados ao desenvolvimento de software (não apenas os programadores e analistas). Software vs. Obras Literárias Geralmente o 2º artigo da lei soa estranho para as pessoas que a leem pela primeira vez. O que<a href="http://www.iotecnologia.com.br/9-609-a-lei-que-todo-profissional-de-ti-deveria-conhecer">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">Pouca gente sabe, mas aqui no Brasil o software é regido por leis específicas. Sendo mais especifico, todo “programa de computador” segue as diretrizes estabelecidas pela <a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L9609.htm" target="_blank">lei 9.609</a>, que foi escrita em 1998, no mandato de Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p align="justify">Esse post tem o intuito de comentar alguns pontos importantes da lei, que deveria ser conhecida por todos os profissionais de TI, mais especificamente os que trabalham ligados ao desenvolvimento de software (não apenas os programadores e analistas).</p>
<p>  <span id="more-5534"></span>
<p align="justify"><b>Software vs. Obras Literárias</b></p>
<p align="justify">Geralmente o 2º artigo da lei soa estranho para as pessoas que a leem pela primeira vez. O que tal artigo afirma, é que, do ponto de vista jurídico, os programas de computador são considerados equivalentes às <a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L9610.htm" target="_blank">obras literárias</a>. Isso significa que o livro que Machado De Assis escreveu 1 milênio atrás tem o mesmo tipo de “proteção legal” que o software que você codifica regado a litros de café.</p>
<p align="justify"><b>Tempo de proteção do software</b></p>
<p align="justify">Suponha que você está desenvolvendo um game no estilo Tetris e quer lucrar bastante dinheiro com sua venda. Você sabe por quanto tempo o seu código fonte está protegido? Em outras palavras, você sabe por quanto tempo o código poderá ficar em domínio próprio ao invés de domínio público?</p>
<p align="justify">Pra fazer drama, eu queria mostrar uma lista de alguns softwares que já entraram em domínio público, que pertençam à humanidade. Infelizmente eu não conheço nenhum software com mais de 50 anos&#8230;</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Tetris" border="0" alt="Tetris" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Tetris-Game.gif" width="226" height="240" /></p>
<p align="justify"><b>Vender software?</b></p>
<p align="justify">No tópico anterior acabei cometendo uma pequena gafe&#8230; Software <b>não</b> se vende! Aquilo que compramos é uma licença de uso, esta podendo ser permanente ou temporária. </p>
<p align="justify">Imagine que você se dirige à sua loja favorita e vê o Windows 7 na prateleira e decide levar uma cópia para casa. No momento da compra, você adquiriu uma licença de uso permanente daquele software. Dizer que você adquiriu o Windows 7 é um erro enorme, pois você tem o direito de usar, mas desde quando o Windows é seu? O Windows continua sendo da Microsoft, ela apenas lhe concedeu o direito de <u>usar</u> o seu software!</p>
<p align="justify">Esse não é exatamente um tópico da lei 9.609, mas é importante sabermos desses pequenos detalhes. Na próxima vez que o seu amigo metido a hacker falar que comprou algum software, você já tem algum argumento pra fazer ele passar vergonha. <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="title" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/1-lula-rindo-thumb.jpg" width="148" height="176" /></p>
<p align="justify"><b>Falando em comercialização de LICENÇAS…</b></p>
<p align="justify">Tal como acontece nos produtos eletrônicos, dentre outros, a pessoa que comercializou a licença de uso é obrigada a oferecer uma validade técnica do software. Em outras palavras, o software também tem garantia. Se não houver o tempo de garantia estipulado no contrato de licença, o valor default para a mesma é de 6 meses.</p>
<p align="justify"><b>Violação dos direitos do autor(desenvolvedor)</b></p>
<p align="justify">Violar quaisquer direitos do desenvolvedor do software, como piratear ou usar trechos de códigos de outros programas, levam a algumas sanções penais.</p>
<p align="justify">Caso não exista a obtenção de lucro direto ou indireto, o responsável poderá levar de 6 meses a 2 anos de detenção ou multa. Se houver lucro, a pena muda para 1 a 4 anos de reclusão e multa. Não consta na lei 9.609, mas a multa pode chegar em até 10 mil vezes no valor original de cada cópia violada.</p>
<p align="justify"><b>Tudo, absolutamente tudo, é da empresa</b></p>
<p align="justify">O artigo 4 é considerado o mais importante da lei. Tal artigo prevê que tudo o que o desenvolvedor cria, usando algum recurso da empresa, é de propriedade da empresa que o contratou. O desenvolvedor fica apenas com o título de autor, mas a empresa é o real dono do software e ele poderá ser considerado o titular do programa apenas se tiver sido estipulado em contrato (o que é raro de acontecer).</p>
<p align="justify">Obviamente se você é um desenvolvedor independente, então você será o titular e autor da “obra”.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="title" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/dia-do-orgulho-nerd.jpg" width="240" height="163" /></p>
<p align="justify">Bom, basicamente a <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CBwQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.planalto.gov.br%2Fccivil%2FLeis%2FL9609.htm&amp;rct=j&amp;q=9609&amp;ei=iQjKTKiTCs6s8Abn4YW8AQ&amp;usg=AFQjCNFFLBRddhFl8gt2ygQPImRvXdHRJg&amp;sig2=_wbrDAQ901pRIwrxcoPJAQ&amp;cad=rja" target="_blank">lei 9.609</a> trata desses e outros pontos. Esse post apenas passou uma visão superficial da lei, pois uma interpretação mais precisa deixaria o texto bastante enfadonho. Ainda assim eu recomendo fortemente que você dedique algumas horas pra analisar a lei e refletir um pouco sobre o que você anda fazendo e verificar se você anda dentro da lei.</p>
<p align="justify">Lembre-se: se algum dia você for julgado por um motivo qualquer, você não poderá alegar o desconhecimento da legislação.</p>
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		<item>
		<title>Como o BI pode ajudar sua empresa a sair na frente das concorrentes</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/como-o-bi-pode-ajudar-sua-empresa-a-sair-na-frente-das-concorrentes</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 07:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[business intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[fralda]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia o mercado está bastante competitivo e a tomada de decisões é algo que não pode ser negligenciado, visto que são as decisões que separam o sucesso do fracasso das organizações. Obviamente, não podemos tomar decisões importantes acerca de nosso negócio sem nos basearmos em alguma informação sólida e coesa. Imagine que o gestor percebe que as vendas caíram e os lucros despencaram&#8230; E aí, o que ele faz? Solicita uma pilha de relatórios ao setor financeiro, à logística e ao marketing? Uma vez com os relatórios em mãos ele iria colocar seus funcionários para analisá-los e procurar<a href="http://www.iotecnologia.com.br/como-o-bi-pode-ajudar-sua-empresa-a-sair-na-frente-das-concorrentes">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">Hoje em dia o mercado está bastante competitivo e a tomada de decisões é algo que não pode ser negligenciado, visto que são as decisões que separam o sucesso do fracasso das organizações. Obviamente, não podemos tomar decisões importantes acerca de nosso negócio sem nos basearmos em alguma informação sólida e coesa.</p>
<p align="justify">Imagine que o gestor percebe que as vendas caíram e os lucros despencaram&#8230; E aí, o que ele faz? Solicita uma pilha de relatórios ao setor financeiro, à logística e ao marketing? Uma vez com os relatórios em mãos ele iria colocar seus funcionários para analisá-los e procurar onde o problema se instalou?</p>
<div align="justify"><span id="more-5486"></span></div>
<p align="justify">Por outro lado, imagine que a organização vai muito bem no mercado, mas a alta gerência pretende aumentar ainda mais sua atuação no mercado ou ainda otimizar os processos internos. Como eles traçarão suas estratégias? Como eles poderiam perceber que um processo pode ser melhorado ou deveria ser deixado da maneira que está?</p>
<p align="justify">Casos como esses acontecem frequentemente, principalmente hoje, onde enfrentamos uma concorrência quase que desleal e crises econômicas.</p>
<p align="justify">Podemos perceber facilmente que a grande maioria das decisões estão baseadas tanto nos dados da própria empresa, quanto nos dados externos. Constata-se ainda que temos milhares de informações dispersas entre relatórios e bases de dados, o que torna a análise um processo custoso e pouco confiável, uma vez que sempre existe a possibilidade de deixarmos passar despercebidos vários dados importantes.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="." border="0" alt="." src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/homem_pensando.jpg" width="160" height="160" /></p>
<p align="justify"><b>Business Intelligence</b></p>
<p align="justify">O <i><b>B</b></i>usiness <i><b>I</b></i>ntelligence (<strong>BI</strong>) veio justamente para amenizar os problemas de análise de dados e auxiliar os gestores a tomarem decisões cada vez mais confiáveis e inteligentes.</p>
<p align="justify">Como dito anteriormente, muito se depende de dados e informações. Tais informações são cuidadosamente armazenadas em bases de dados, para que no futuro as mesmas sirvam para orientar corretamente os gestores.</p>
<p align="justify">O uso de softwares especializados tem se tornado bastante comum nas organizações de todo o mundo, das mais diversas áreas e tamanhos. Tais ferramentas auxiliam bastante no processo de análise de dados, fazendo, por exemplo, com que sejam detectados problemas nos processos internos ou ainda uma possível estratégia para aumentar a quantidade de vendas de um determinado produto. Tudo isso apenas com meia dúzia de cliques no computador.</p>
<p align="justify">Mas não se engane&#8230; As ferramentas de BI vão muito além de uma análise automatizada dos dados!</p>
<p align="justify">As técnicas de BI podem lhe mostrar fatos bastante curiosos gerados por dados que, à primeira vista, são totalmente desconexos, sem qualquer relação lógica. Para exemplificar, iremos considerar o que houve há pouco tempo atrás, quando os estudos sobre Data Warehouse e BI começaram a alavancar nas grandes organizações&#8230;</p>
<p align="justify"><b>Diminuição de gastos de 80% apenas analisando dados</b></p>
<p align="justify">Um banco brasileiro costumava enviar cerca de 1 milhão de malas diretas para todos os seus correntistas. Dessa enorme quantidade, apenas uma pequena parcela, de 2%, respondiam às promoções.</p>
<p align="justify">Pensando em minimizar as perdas, o banco decidiu analisar as movimentações financeiras de seus clientes nos últimos 18 meses. Tal análise resultou numa lista dos clientes que tinham uma maior probabilidade de resposta, fazendo com que as correspondências fossem enviadas somente a esses clientes. Resultado: o retorno subiu em 30% e os gastos com correio diminuíram em 80%.</p>
<p align="justify"><b>Fraldas e cerveja: tudo a ver</b></p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="." border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/bebe-anda-fralda-436.jpg" width="156" height="158" /></p>
<p align="justify">Uma das maiores lojas de varejo dos EUA descobriu, analisando suas bases de dados, que a venda de fraldas descartáveis possuíam alguma relação com a venda de cerveja. Esse tipo de informação é completamente estranha, num primeiro momento, se fôssemos analisar os dados “manualmente” e provavelmente iriamos ignora-lá.</p>
<p align="justify">Ora, qual a relação entre fraldas e cerveja? Enquanto um remete a bebês chorando, noites mal dormidas e mal cheiro (se é que você me entende) o outro é facilmente associado a churrasco, boa música e uma conversa agradável.</p>
<p align="justify">As pessoas envolvidas nessa “descoberta” decidiram realizar uma simples modificação na disposição dos produtos&#8230; Colocar as cervejas próximas das prateleiras de fraldas descartáveis. O resultado: quando as mães pediam aos seus maridos para comprarem fraldas, eles iam na loja e viam as cervejas logo ali perto, e consequentemente eles aproveitavam pra levar algumas para casa. Quase que instantaneamente a venda de fraldas e cervejas dispararam!</p>
<p align="justify">Esse é um grande potencial das ferramentas de BI. Você consegue retirar informações de onde você menos espera! E você já sabe, num mercado altamente competitivo qualquer informação extra pode fazer seus lucros dispararem e deixar a concorrência se perguntando do que de tão milagroso você fez.</p>
<p align="justify"><b>A estrutura de uma ferramenta de BI</b></p>
<p align="justify">Basicamente elas são formadas em duas camadas. A primeira, e mais básica, inclui uma plataforma de Data Warehouse, que permite que as bases de dados sejam analisadas e seus dados extraídos. A segunda camada é formada por módulos de consulta, análise e estatística, em que cada processo ou setor da organização possuem módulos mais especializados.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="." border="0" alt="." src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/bi-business-intelligence-and-data-warehouse.png" width="245" height="186" /></p>
<p align="justify">A aquisição e implantação dessas tecnologias na organização podem ser feitas de várias maneiras. Há aquelas soluções que já oferecem todos os componentes necessários (de ambas as camadas) e outras soluções que oferecem modularidade, o que permite às organizações selecionar o que mais se adequa as suas necessidades, gerando uma maior flexibilidade.</p>
<p align="justify"><b>Afinal, vale a pena investir em BI?</b></p>
<p align="justify">O Business Intelligence quando implantado junto às ferramentas adequadas são, sem exagero algum, uma mina de ouro para as organizações. Lembre-se que elas são um auxílio inestimável para os gestores no processo de tomadas decisões e geração de estratégias de mercado.</p>
<p align="justify">Podemos concluir que o investimento em inteligência de negócios é uma tendência entre as organizações que visam se destacar das suas concorrentes. Concluímos também que a tomada de decisões se torna um processo mais seguro, uma vez que temos informações confiáveis acerca da realidade da organização e que através delas poderemos trilhar o caminho do sucesso da nossa organização.</p>
<p align="justify">
<p><strong>Leituras Recomendadas</strong></p>
<p align="justify">E agora, ficou interessado em aprofundar seus conhecimentos em Business Intelligence? Se esse é o seu caso, recomendo fortemente a leitura dos White Papers da SAP, pois eles irão lhe oferecer uma visão bastante madura sobre o uso de BI na sua organização. De antemão eu recomendo esses 3, porém se você quiser conferir o restante do material, basta acessar <a target="_blank" href="http://migre.me/1KX84" target="_blank">esse link</a>.</p>
<p align="justify">Você não comanda a empresa onde trabalha? Então eu recomendo mais ainda que você faça um estudo detalhado sobre o BI. Perceba que uma vez que você possui o conhecimento no assunto, uma hora ele poderá lhe ser útil e você estará a um passo da sua promoção!</p>
<p align="justify">1 &#8211; <a target="_blank" href="http://migre.me/1KX00">Descubra seis erros comuns que as empresas cometem e veja como o uso de soluções de business intelligence pode ajudá-lo a evitar esses erros.</a>     </p>
<p>2 &#8211; <a target="_blank" href="http://migre.me/1KX1f" target="_blank">Como criar vantagem competitiva com a disseminação de Business Intelligence</a><strong><u></u></strong></p>
<p align="justify">3 &#8211; <a target="_blank" href="http://migre.me/1KX6V" target="_blank">Business Intelligence no SAP® Business All-in-One. Ganhe mais transparência e agilidade</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>5 motivos para migrar do seu Windows para o Linux</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/5-motivos-migrar-windows-linux</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/5-motivos-migrar-windows-linux#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 08:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[deskmod]]></category>
		<category><![CDATA[migrar]]></category>
		<category><![CDATA[motivos]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas, “blue screen of death”, vírus e roubo de informações: coisas bastante comuns em computadores com Windows instalado. Se você está cansado de se preocupar com tudo isso, então esse post foi feito para você. Você não larga o Windows de maneira alguma? Então esse post servirá para você abrir sua mente a respeito do Linux. Veja 5 motivos para migrar do Windows para o Linux: 1º &#8211; Performance superior Indubitavelmente, a maioria das distribuições Linux possui uma velocidade geral do sistema muito maior do que a encontrada no sistema da bandeirinha. Isso se dá pelo fato de termos um<a href="http://www.iotecnologia.com.br/5-motivos-migrar-windows-linux">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">Problemas, “blue screen of death”, vírus e roubo de informações: coisas bastante comuns em computadores com Windows instalado. Se você está cansado de se preocupar com tudo isso, então esse post foi feito para você. Você não larga o Windows de maneira alguma? Então esse post servirá para você abrir sua mente a respeito do Linux.</p>
<p align="justify">Veja 5 motivos para migrar do Windows para o Linux:</p>
<div align="justify">    <span id="more-623"></span>  </div>
<p align="justify"><strong>1º &#8211; Performance superior</strong></p>
<p align="justify">Indubitavelmente, a maioria das distribuições Linux possui uma velocidade geral do sistema muito maior do que a encontrada no sistema da bandeirinha. Isso se dá pelo fato de termos um sistema em que há um gerenciamento de memória muito mais eficiente, que não possui módulos “gulosos” e que não inicia automaticamente serviços que não serão usados pelo sistema.</p>
<p align="justify">Um exemplo prático disso está no fato de que é possível rodar o Ubuntu satisfatoriamente em uma máquina com 512 MB de memória principal e um processador de 2 gerações atrás. Nessa máquina seria possível, por exemplo, navegar na internet, escutar músicas, utilizar o mensageiro instantâneo, redigir um documento e editar uma imagem: tudo simultaneamente e sem sacrificar a experiência do usuário.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Nooooossa!" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/293524-80.jpg" width="80" height="80" /></p>
<p align="justify"><strong>2º &#8211; Desktop de encher os olhos! </strong></p>
<p align="justify">Enquanto o Windows sempre tem aquele mesmo padrão no visual, o Linux está no extremo oposto. Em praticamente 99,9% das distribuições nós podemos personalizar a interface do sistema da maneira que quisermos, tudo é tarefa de nossa criatividade. O resultado disso é que nós não estaremos presos sempre àquela mesma “cara” toda vida que ligarmos o computador. Não pense que personalizar a interface se limita apenas a mudar o esquema de cores ou os papéis de parede&#8230; No Linux, o verbo &#8216;personalizar&#8217; vai muito além disso!</p>
<p align="justify">O fato que comprova isso é que muitas distros (uma maneira mais ligth de falar &#8216;distribuições&#8217;) são as preferidas pelos deskmoders de plantão.</p>
<p align="justify"><strong>3º &#8211; É grátis</strong></p>
<p align="justify">Sem dúvida esse é um dos maiores atrativos do pinguim. Para utilizá-lo não precisamos abrir a carteira em momento algum! Existem uma ou duas distros que são pagas, porém essas são destinadas aos servidores de grande porte.</p>
<p align="justify">Você acha que pelo sistema ser “0800” ele é menos confiável ou inseguro? Se esse é o seu caso, pode ir tirando o cavalinho da chuva&#8230; O suporte e a confiabilidade de muitas distribuições são, em muitos casos, melhores do que o próprio Windows. No Ubuntu, por exemplo, temos atualizações semanais e atualizações do núcleo do sistema pelo menos uma vez a cada mês. No sistema da bandeirinha só temos meia dúzia de correções a cada mês&#8230;</p>
<p align="justify">Tudo isso apenas comprova o fato de que quando é descoberta uma falha no sistema, rapidamente a comunidade fica em prontidão para enviar a devida correção para os usuários.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Tux versão Rambo 2.0" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/linux-pinguim_rambo2.gif" width="298" height="163" /></p>
<p align="justify"><strong>4º &#8211; Não existem vírus, worms, spywares…</strong></p>
<p align="justify">Na realidade existem sim vírus para Linux, mas eles são apenas experimentais e não possuem um poder de fogo suficiente para causar maiores danos. Isso acontece devido ao modo como o Linux gerencia as permissões no sistema de arquivos.</p>
<p align="justify">Esse sistema de permissões contém definições muito claras a respeito do que cada arquivo, usuário e grupos podem fazer enquanto estão em execução. Isso inibe que, por exemplo, um determinado usuário “contamine” o sistema inteiro por ter executado um suposto arquivo malicioso. E detalhe: o suposto arquivo ainda teria que ter a permissão do usuário para ser executado com privilégios suficientes para causar algum estrago.</p>
<p align="justify">E esse é apenas um dos motivos que faz dele um sistema operacional digno de ser chamado de seguro&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>5º &#8211; Você é dono do seu sistema</strong></p>
<p align="justify">Quem possui uma distribuição instalada em sua máquina pode fazer o que quiser com ela, desde que saiba como fazer. Por exemplo, posso alterar o sistema da forma que eu bem entender, que mais me agradar, com as funcionalidades que eu quiser e na hora que eu quiser. Preciso dizer que isso tudo é impossível no sistema da bandeirinha?</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Logos de algumas distros Linux" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/imagem_distros_linux.jpg" width="240" height="166" /></p>
<p align="justify"><strong>E agora, o que eu faço?</strong></p>
<p align="justify">Bom, esses são apenas 5 motivos dos quais você pode avaliar se vale a pena ou não migrar para o Linux. Não está afim de migrar? Então ao menos experimente para sentir um pouco como será a experiência de uso!</p>
<p align="justify">Infelizmente para quem é gamer, o Windows ainda será a melhor opção, mas não por causa do sistema e sim devido as fabricantes de games só liberarem a maioria de seus jogos na plataforma Windows, o que dificulta a vida dentro do Linux. Hoje só temos que torcer para que isso mude em breve&#8230;</p>
<p align="justify">Caso você tenha se interessado, você pode fazer o <a target="_blank" href="http://www.ubuntu-br.org/download">download do Ubuntu</a> para seu PC. Você têm internet lenta ou não quer baixar 700 MB? Não seja por isso! Entre no site da <a target="_blank" href="https://shipit.ubuntu.com/">Canonical</a> e peça agora mesmo um CD do Ubuntu, inteiramente de graça! Isso mesmo, você não leu errado, é só clicar e pedir uma cópia que eles te mandam uma cópia gratuitamente na sua casa!</p>
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		</item>
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		<title>É necessário ter uma conexão residencial acima de 10 Mbps?</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/conexao-residencial-acima-10-mbps</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/conexao-residencial-acima-10-mbps#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 08:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes e Internet]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[velocidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente foi publicado na web um infográfico que mostrava a média da velocidade das conexões de alguns países ao redor do mundo. Na imagem, que você pode conferir aqui, ficou evidente que o Brasil está longe de ser uma “potência” quando o assunto é conexão com a internet. O engraçado é que sempre que surgem assuntos onde o nosso país não é o número 1, a população aproveita para “tacar o pau” no governo e nas empresas privadas. No caso desse infográfico não foi diferente&#8230; Vários e vários internautas reclamando dos preços abusivos e da falta de incentivo do governo.<a href="http://www.iotecnologia.com.br/conexao-residencial-acima-10-mbps">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">Recentemente foi publicado na web um infográfico que mostrava a média da velocidade das conexões de alguns países ao redor do mundo. Na imagem, <a target="_blank" target="_blank" href="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/5540/20251.jpg">que você pode conferir aqui</a>, ficou evidente que o Brasil está longe de ser uma “potência” quando o assunto é conexão com a internet.</p>
<p align="justify">O engraçado é que sempre que surgem assuntos onde o nosso país não é o número 1, a população aproveita para “tacar o pau” no governo e nas empresas privadas. No caso desse infográfico não foi diferente&#8230; Vários e vários internautas reclamando dos preços abusivos e da falta de incentivo do governo. Mas afinal, você precisa de uma conexão ultra rápida?</p>
<div align="justify">   <span id="more-5426"></span> </div>
<p align="justify">Não tenho uma estatística formal e comprovada, mas pode prestar atenção: os usuários que mais reclamam das conexões lentas do nosso país são justamente aqueles que possuem as maiores taxas de transferência que o mercado oferece&#8230; E com os menores preços.</p>
<p align="justify">Aqui no Brasil temos, em média, uma conexão de <strong>4.4 Mbps</strong>, o que corresponde a uma taxa de transferência de <u>560 KB/s</u>. Essa taxa é o suficiente para, por exemplo, baixar um arquivo de 1 GB em cerca de <u>35 minutos</u>. Numa conexão de <strong>10 Mbps</strong> temos uma taxa de <u>1.25 MB/s</u> e baixamos o mesmo arquivo de 1GB em cerca de <u>15 minutos</u>.</p>
<p align="justify">Um usuário doméstico comum aqui no Brasil tem o costume de ver alguns vídeos no YouTube, acessar redes sociais, jogar on-line, utilizar mensageiros instantâneos e, de vez em quando, baixar algumas músicas, séries e filmes. </p>
<p align="justify">Downloads de séries e filmes geralmente não estão muito longe da casa de 1 GB por arquivo, enquanto os streamings de vídeos em alta definição podem ser feitos satisfatoriamente com uma conexão acima dos 8 Mbps&#8230; As demais atividades não requerem nem 2 Mbps para serem executadas satisfatoriamente.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="." border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/HOMEM_PENSANDO.gif" width="123" height="240" /></p>
<p align="justify">É muito fácil de perceber que os usuários domésticos não necessitam de bandas acima de 10 Mbps. Deixando as exceções de lado (os profissionais que realmente precisam de muita banda), para que iriamos querer uma conexão ultra rápida? Só para chegarmos para nossos amigos e estufar o peito e dizer <em>“minha internet é mais rápida que a tua”</em>?</p>
<p align="justify">Será possível que um usuário que tem uma conexão de 100Mbps ache que sua taxa de download <strike>(de simplórios 12,5 MB/s)</strike> não é o suficiente? Será que ele não consegue sobreviver por mais 2 ou 3 anos com uma conexão dessas? Será que ele vai ter que comprar um backbone inteiro apenas para satisfazer a sua vontade infantil de se ter uma conexão super veloz?</p>
<p align="justify">Enfim&#8230; Não estou dizendo para deixarmos de fazer downloads em tempos razoáveis e nem de exigir melhorias na nossa infra estrutura&#8230; O que quero passar é que existe muita gente que reclama de “barriga cheia”, que fala mal de Deus e o mundo apenas para satisfazer o seu ego. Coitado seria se um desses passasse uma semana usando conexão discada&#8230;</p>
<p align="justify">ps: minha conexão é de 300 Kbps</p>
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		<title>E se o Linux fosse o sistema mais usado no mundo?</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/se-linux-fosse-mais-usado</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/se-linux-fosse-mais-usado#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[mais usado]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/e-se-o-linux-fosse-o-sistema-mais-usado-no-mundo/</guid>
		<description><![CDATA[Você é um fã de carteirinha do Windows? Não pode ver qualquer piada sobre o sistema da Microsoft que já começa a ter uma crise de nervos? Bom&#8230; Se a resposta for afirmativa, lhe convido a ver algum outro post aqui do blog O texto a seguir relata a experiência de um usuário Linux ao usar pela primeira vez o Windows. Na história, completamente fictícia, o Linux é o sistema que possui 99% de uso no mercado, o que é o total oposto do que acontece hoje, onde o Linux detém aproximadamente cerca de 5%. O que torna interessante a<a href="http://www.iotecnologia.com.br/se-linux-fosse-mais-usado">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">Você é um fã de carteirinha do Windows? Não pode ver qualquer piada sobre o sistema da Microsoft que já começa a ter uma crise de nervos? Bom&#8230; Se a resposta for afirmativa, lhe convido a ver algum outro post aqui do blog <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="justify">O texto a seguir relata a experiência de um usuário Linux ao usar pela primeira vez o Windows. Na história, <strong>completamente fictícia</strong>, o Linux é o sistema que possui 99% de uso no mercado, o que é o total oposto do que acontece hoje, onde o Linux detém aproximadamente cerca de 5%.</p>
<p align="justify">O que torna interessante a leitura é o fato do personagem comparar os recursos do Linux com os do Windows&#8230; Mas deixando o blá blá blá de lado:</p>
<p align="center"><strong>E se o sistema operacional mais usado fosse o Linux&#8230;</strong></p>
<div align="justify">   <span id="more-1213"></span> </div>
<p align="justify">   <br clear="all" />    <br clear="all" />Eu até compreendo o indivíduo que declarou ter problemas em passar do Windows para o Linux. Senti o mesmo ao experimentar o Windows. Decidi experimenta-lo, pois alguns amigos que o usam a toda hora me dizerem que era um sistema ótimo.</p>
<p align="justify">Fui até ao site da Microsoft para baixa-lo, mas não estava disponível. Fiquei frustrado porque não consegui descobrir como se baixava o mesmo. Por fim tive que perguntar a um amigo e ele me disse que tinha de ir na loja e comprar. Entrei no meu carro, dirigi até à Staples e pedi a um dos vendedores uma cópia do Windows. Ele perguntou-me qual, eu disse-lhe: <em>&quot;Quero a mais completa, por favor&quot;</em> e ele respondeu: <em>&quot;São 599 R$, por favor&#8230;&quot;</em>. Soltei um palavrão e voltei para casa de mãos abanando.</p>
<p align="justify">Um dos meus amigos me deu uma cópia do Windows XP e me avisou para não dizer a ninguém. Achei estranho, porque faço sempre cópias do Linux para qualquer pessoa que me peça e digo sempre para passar essa cópia a qualquer outra pessoa que esteja interessada, uma vez que já precisem dela. De qualquer forma coloquei o CD no leitor e esperei que iniciasse o sistema do &quot;Live CD&quot;. Não funcionou. A única coisa que fazia era perguntar-me se o queria instalar. Telefonei para um dos meus amigos, para saber se estava a fazer alguma asneira, mas ele disse-me: <em>&quot;O XP não roda o sistema diretamente do CD&quot;.</em></p>
<p align="justify">Decidi, então, instala-lo. Segui as instruções que apareciam na tela mas comecei a ficar nervoso porque não perguntou nada sobre os outros sistemas operacionais. Quando instalei o Linux, ele reconheceu que tinha outros sistemas operacionais na máquina e perguntou-me se queria criar uma nova partição e instalar o Linux lá. Voltei a ligar para o meu amigo e ele disse-me que o Windows elimina qualquer outro sistema operacional que encontra na hora da instalação.</p>
<p align="justify">Fiz uma cópia de segurança das minhas coisas e joguei-me de cabeça na instalação. A instalação foi bastante simples, tirando a parte em que tive que escrever umas letras e um código. Tive de ligar outra vez para o meu amigo, mas ele ficou chateado e veio escrever ele próprio o código. Voltou a dizer-me para não dizer nada a ninguém (!!!). Depois de reiniciar o computador, dei corrida de olhos pelo sistema.</p>
<p align="justify">Fiquei chocado quando me deixou mudar as configurações do sistema sem pedir o acesso de root. O meu amigo começou a ficar um bocado irritado quando liguei outra vez para ele, mas acabou por aparecer em minha casa. Disse-me que o acesso de root era dado logo na inicialização. Tratei logo de fazer outra conta de usuário normal e passei a usa-la.</p>
<p align="justify">Comecei a ficar confuso quando tentei fazer mudanças e o sistema, ao invés de pedir acesso de root, disse-me que tinha que fechar a sessão de utilizador normal e abrir uma sessão como administrador. Comecei, então, a perceber porque é que tantas pessoas entram sempre como root e tive um arrepio na espinha.</p>
<p align="justify">Bom, mas já era hora de trabalhar. Fui ao menu &quot;Iniciar -&gt; Programas&quot;, para abrir uma planilha que eu precisava terminar, mas não consegui encontrar a aplicação de planilhas. O meu amigo disse-me que o Windows não trazia nenhuma aplicação dessas e que eu teria que baixar da Internet. </p>
<p align="justify"><em>&quot;Oh&#8230;&quot;</em>, pensei, <em>&quot;uma distribuição básica&quot;</em>. Fui ao &quot;Adicionar/Remover Programas&quot; do painel de controle (tal como no Linux), mas não havia lá programas para adicionar. Apenas deixava remover os programas. Não consegui encontrar o botão para adicionar aplicações. O meu amigo disse-me que eu tinha que procurar as aplicações por minha conta. Depois de muita pesquisa no Google, lá encontrei, baixei e instalei o BrOffice.</p>
<p align="justify">Para dizer a verdade, diverti-me à brava com o Windows. Não entendi muito da terminologia&#8230; Porque é que há um drive A, depois um C&#8230; Onde é que está o drive B? Achei a distribuição demasiado básica, não inclui nenhuma aplicação que seja verdadeiramente de produtividade e torna-se muito confuso procura-la. O meu amigo disse-me que eu precisava de software anti-vírus e anti-spyware, mas o Windows não vinha com nada disso.</p>
<p align="justify">Achei-o difícil, confuso e demasiado trabalhoso para mim. Pode ser bom para uma pessoa que seja do tipo técnico, como o meu amigo, mas eu fico-me pelo Linux, obrigado.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/dica/E-se-o-sistema-operacional-mais-usado-fosse-o-Linux/" target="_blank"><font size="1">fonte</font></a></p>
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		<title>Listas Encadeadas &#8211; Opera&#231;&#245;es</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmos]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas de dados]]></category>
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		<category><![CDATA[operações]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira passada eu falei sobre a modelagem de uma Lista Encadeada e deixei para vocês a tarefa de desenvolver os algoritmos de inserção, busca e remoção. Como prometido, o post de hoje irá tratar dessas três operações e iremos analisar a complexidade temporal dos algoritmos apresentados. Listas Encadeadas vs. Arrays Na aula passada vimos que os arrays sofrem de um grande problema: arrays são estruturas completamente estáticas, que não mudam de tamanho nunca. Para driblarmos essa dificuldade sugerimos o uso das Listas Encadeadas, onde o tamanho varia de acordo com a necessidade. Se minha lista armazena apenas 5 itens, então<a href="http://www.iotecnologia.com.br/listas-encadeadas-operaes">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Sexta-feira passada eu falei sobre a modelagem de uma Lista Encadeada e deixei para vocês a tarefa de desenvolver os algoritmos de inserção, busca e remoção. Como prometido, o post de hoje irá tratar dessas três operações e iremos analisar a complexidade temporal dos algoritmos apresentados.</p>
<p align="justify"><b>Listas Encadeadas vs. Arrays</b></p>
<p align="justify">Na aula passada vimos que os arrays sofrem de um grande problema: arrays são estruturas completamente estáticas, que não mudam de tamanho nunca. Para driblarmos essa dificuldade sugerimos o uso das Listas Encadeadas, onde o tamanho varia de acordo com a necessidade. Se minha lista armazena apenas 5 itens, então que eu só aloque memória suficiente para comportar o espaço de 5 itens.</p>
<p>  <span id="more-5119"></span>
<p align="justify">Porém, nem tudo são problemas no caso dos arrays&#8230; Embora ele não seja uma estrutura dinâmica, ele tem uma enorme vantagem: ele é alocado num espaço contíguo de memória. Por esse simples motivo ganhamos o trunfo de podermos acessar qualquer elemento do array utilizando um simples índice. Como foi observado, podemos dizer que o acesso a posição N do array é feito de forma direta, bastando apenas indicar onde eu quero ir.</p>
<p align="justify">Infelizmente o mesmo não ocorre com as Listas Encadeadas&#8230; O fato de termos que alocar memória somente quando necessitamos acaba resultando em uma estrutura em que cada nó fica num espaço de memória não-contiguo em relação ao próximo. Consequentemente, perdemos o acesso direto ao elemento N da LE.</p>
<p align="justify"><b>E como acessamos o N-ésimo nó da LE?</b></p>
<p align="justify">Você lembra que cada nó da LE possui duas informações, sendo que uma delas é o valor e a outra é uma referência para o próximo nó? Nós podemos usar as referências para, do 1º nó, chegarmos ao último nó da LE. Veja bem&#8230; O 1º nó possui seu valor e a referência para o 2º nó, que por sua vez também possui a referência para o 3º, que por sua vez possui a referência para o 4º, que por sua vez possui a referência para o 5º, que por sua vez&#8230;</p>
<p align="justify">Podemos concluir então que para acessar o N-ésimo nó da Lista Encadeada, basta seguir o encadeamento até alcançarmos o nó que desejamos! Se quiséssemos chegar no último nó da lista, por exemplo, teríamos o seguinte algoritmo:</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="title" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/alg.jpg" width="327" height="62" /></p>
<p align="justify">Perceba que esse algoritmo leva tempo O(N) para concluir sua tarefa, onde N é a quantidade de nós da lista! Como dito anteriormente, nos arrays eu posso acessar diretamente qualquer posição dele, portanto levamos tempo O(1). Esse é o preço que pagamos por ter uma estrutura dinâmica =).</p>
<p align="justify">Uma vez que já sabemos como acessar um nó qualquer da Lista Encadeada podemos prosseguir com o algoritmo de inserção.</p>
<p align="justify"><b>Inserção</b></p>
<p align="justify">A LE não nos oferece nenhuma restrição quanto a disposição dos nós, então podemos criar vários procedimentos diferentes para a inserção. Podemos ter, por exemplo, um procedimento para inserir no inicio da lista, outro para inserir no meio da lista e outro para inserir ao fim da lista. Poderíamos ainda criar um outro algoritmo que insere os nós de forma ordenada na lista e assim ganhar tempo para realizar outras operações (iremos falar das listas encadeadas ordenadas na próxima aula).</p>
<p align="justify">O algoritmo que faz a inserção de um elemento ao fim da lista:</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Algoritmo de inserção ao fim da lista" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/inserir.jpg" width="390" height="392" /></p>
<p align="justify">O que tentamos aqui é alocar um novo nó e, caso a alocação seja bem sucedida, inserimos o valor de x no campo valor do novo nó e inserimos nulo na referência próximo. Logo depois caminhamos até o último nó da lista e atualizamos sua referência próximo com o endereço do novo nó.</p>
<p align="justify">Se analisarmos o algoritmo percebemos que ele leva tempo O(N) para desempenhar seu papel. Infelizmente é impossível criar um algoritmo com a mesma finalidade que realize a inserção em tempo inferior.</p>
<p align="justify">De maneira análoga, para inserir um elemento no meio da lista, devemos alocar um novo nó e percorrer até a posição desejada. Após encontrada a posição, temos que fazer com que novoNo referencie o nó referenciado pelo nó anterior e logo depois fazemos com que o nó anterior passe a referenciar o novoNo. Parece confuso? Confira a ilustração do processo abaixo:</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Inserção do número 15 no fim da lista utilizando o algoritmo para inserir no meio" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/insero.png" width="486" height="241" /></p>
<p align="justify">Novamente temos um algoritmo com tempo O(N). Perceba que o algoritmo para a inserção no meio da lista também serve para inserir no final da lista, bastando apenas indicar que a inserção deverá ser feita no último nó.</p>
<p align="justify">Agora fica como exercício para você formalizar o algoritmo de inserção no meio da lista, ou seja, transcrever ele para pseudocódigo ou para a linguagem de sua preferência. Logo depois me responda se o mesmo algoritmo serve para realizar a inserção no inicio da lista e qual o tempo necessário para inserir um elemento no inicio da lista.</p>
<p align="justify"><b>Busca</b></p>
<p align="justify">É uma operação bastante simples. Sua finalidade básica é informar se um elemento qualquer existe dentro da lista. Uma descrição em alto nível do algoritmo se resume em percorrer toda a lista até que seja encontrado o nó requisitado.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Algoritmo de busca" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/buscar.jpg" width="311" height="230" /></p>
<p align="justify">Novamente temos uma operação que leva tempo O(N) para ser realizada.</p>
<p align="justify"><b>Remoção</b></p>
<p align="justify">A remoção é uma operação bastante delicada. Se eu lhe mandar remover um elemento da Lista Encadeada você pode, num primeiro momento, pensar em percorrer o encadeamento até encontrar o nó a ser removido e simplesmente desalocar tal nó. Perceba que se você fizer isso toda a lista ficará comprometida. Lembre-se: cada nó da lista possui a referência para o próximo nó. Se você apenas realizar a desalocação, toda a sub lista que fica depois do nó removido será perdida!</p>
<p align="justify">Logo, a operação de remoção consiste em percorrer a lista até encontrarmos o elemento a ser removido. Ao encontrarmos o seu respectivo nó, devemos fazer com que o nó anterior passe a referenciar o nó posterior ao removido. Após ajustar as referências podemos, de fato, desalocar o nó em questão.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Algoritmo para remoção" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/remover.jpg" width="387" height="390" /></p>
<p align="justify">E mais uma vez temos um algoritmo com tempo O(N)&#8230; Segue uma ilustração de uma operação de remoção:</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Removendo o nó com o número 0" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/remoo.png" width="592" height="202" /></p>
<p align="justify">Bom gente, encerramos a aula de hoje por aqui&#8230; Na próxima aula iremos estudar uma das variações da Lista Encadeada, que são as listas ordenadas. Nela poderemos organizar de forma mais inteligente os dados, fazendo com que algumas operações se tornem mais eficientes, do ponto de vista do tempo computacional.</p>
<p align="justify">Recomendo fortemente que você tente inventar seus próprios algoritmos para as operações citadas aqui, pois além de fortificar o que foi aprendido, você irá melhorar a sua capacidade de desenvolvimento. É como diz um certo professor:</p>
<blockquote><p align="justify">A tarefa nobre do desenvolvimento é a capacidade de criar algoritmos, e algoritmos eficientes! Codificar é uma tarefa que até macacos podem fazer… Basta ensinar a ele como ler as especificações e meia dúzia de comandos.</p>
</blockquote>
<p><a target="_blank" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/" target="_blank"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="BY - NC - SA" border="0" alt="alt" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/3.0/80x15.png" /></a></p>
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		<title>Vlog do cara do Google Translate</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/vlog-do-cara-do-google-translate</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/vlog-do-cara-do-google-translate#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor Tech]]></category>
		<category><![CDATA[cara]]></category>
		<category><![CDATA[google translate]]></category>
		<category><![CDATA[vlog]]></category>
		<category><![CDATA[voz]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"<img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px; border: 0px;" title="" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Capturar.jpg" border="0" alt="" width="106" height="94" />
<p align="justify">E aí mamíferos, como vão? Hoje temos um daqueles posts meio curiosos… Hoje é dia de ver o Vlog do cara do Google Translate! Sim, isso mesmo, ele quis entrar na mesma onda do Felipe Neto e criar seu próprio vídeo!</p>
<p align="justify">Não sabe o que é Vlog? Aqui vai uma explicação do próprio Google:</p>
<blockquote><p>Videoblog (Videoblogue, Videolog ou Vlog) é uma variante de weblogs cujo conteúdo principal consiste de vídeos.</p></blockquote>
<p align="justify">Então… Falei demais já. Vejam o vídeo do “cara” do Google Translate:</p>
<div><span id="more-5044"></span></div>
<div>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:732ce12f-559d-4006-9c17-8ef13e87afe8" class="wlWriterEditableSmartContent" style="padding: 0px; width: 475px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;">
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="475" height="396" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/X9T6394V0jI&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="475" height="396" src="http://www.youtube.com/v/X9T6394V0jI&amp;hl=en"></embed></object></div>
</div>
</div>
<p align="justify">Sério… O cara que fez isso é um tremendo de um desocupado! kkkkk. Mas, independente disso, até que ficou legal <img class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" style="border-style: none;" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/wlEmoticonopenmouthedsmile2.png" alt="Smiley de boca aberta" /></p>
<p align="justify">Um beijo pra Itanna, que me mostrou o vídeo <img class="wlEmoticon wlEmoticon-smilewithtongueout" style="border-style: none;" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/wlEmoticonsmilewithtongueout.png" alt="Smiley mostrando a língua" /></p>
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		<title>Listas Encadeadas &#8211; Modelagem</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/curso-de-estruturas-de-dados-listas-encadeadas-estrutura</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/curso-de-estruturas-de-dados-listas-encadeadas-estrutura#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas de dados]]></category>
		<category><![CDATA[lista]]></category>
		<category><![CDATA[lista encadeada]]></category>
		<category><![CDATA[lista ligada]]></category>
		<category><![CDATA[modelagem]]></category>

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		<description><![CDATA[E aí galera, como vão? Preparados para o nosso primeiro capítulo? Sem mais delongas, hoje iremos abordar as listas encadeadas, que, sem dúvida alguma, é a estrutura mais clássica que temos. Boa parte dos problemas que nos deparamos podem ser resolvidos (ao menos em parte) usando as listas. Antes de mais nada&#8230; Me responda uma pergunta: qual o modo mais primitivo que temos para representar um conjunto de dados na memória do computador? Dica: Em muitas linguagens ele é declarado usando-se colchetes. Se você respondeu que os arrays são o meio mais primitivo para se representar um conjunto de dados,<a href="http://www.iotecnologia.com.br/curso-de-estruturas-de-dados-listas-encadeadas-estrutura">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">E aí galera, como vão? Preparados para o nosso primeiro capítulo? Sem mais delongas, hoje iremos abordar as listas encadeadas, que, sem dúvida alguma, é a estrutura mais clássica que temos. Boa parte dos problemas que nos deparamos podem ser resolvidos (ao menos em parte) usando as listas.</p>
<p align="justify"><b>Antes de mais nada&#8230;      <br clear="all" /></b>Me responda uma pergunta: qual o modo mais primitivo que temos para representar um conjunto de dados na memória do computador?</p>
<blockquote><p align="justify"><em>Dica: Em muitas linguagens ele é declarado usando-se colchetes.</em></p>
</blockquote>
<div align="justify">    <span id="more-5000"></span>  </div>
<p align="justify">Se você respondeu que os arrays são o meio mais primitivo para se representar um conjunto de dados, então você está correto. De fato, os arrays são a forma mais simples de se “estruturar” dados. Só que existe um pequeno problema com os arrays&#8230; Consegue imaginar?</p>
<p align="justify"><strong>     <br clear="all" />O problema       <br clear="all" /></strong>Os arrays sofrem de uma limitação bastante chata. Uma vez que criamos o array, é impossível alterar¹ o seu tamanho em tempo de execução. Na maioria dos casos, ter uma estrutura inflexível quanto à sua capacidade pode causar falta de espaço ou, por outro lado, o desperdício de espaço. </p>
<p align="justify">A falta de espaço ocorre por termos dimensionado o array com um tamanho aquém das necessidades e o desperdício por superdimensionarmos o array. Perceba que em ambos os casos temos um problema sério, pois se faltar espaço perderemos dados e se sobrar estaremos desperdiçando memória, que é uma péssima estratégia de desenvolvimento.</p>
<p align="justify">Em suma, o grande problema do array é o fato de ele ser uma estrutura estática, que não muda de tamanho nunca. Uma vez definida com capacidade X, sempre terá capacidade X.</p>
<p align="justify"><strong>     <br clear="all" />Uma solução       <br clear="all" /></strong>Ora, se o problema é a “estaticidade” da estrutura, então por que não <u>fazemos</u> uma estrutura similar ao array, porém com comportamento dinâmico? </p>
<p align="justify">Se nossa estrutura é dinâmica, iremos consumir apenas a memória que é necessária. Se o usuário entrou com 50 palavras, então que nossa estrutura armazene apenas as 50 palavras, nada mais, nada menos. Como visto, numa estrutura estática corremos o risco de perder dados ou de desperdiçar memória, porém se usarmos uma estrutura que se adequa às necessidades não teremos mais tal problema!</p>
<p align="justify">Baseado nesse conceito, podemos então dar entrada às Listas Encadeadas.</p>
<p align="justify">   <br clear="all" /><strong>Listas Encadeadas</strong>: </p>
<ul>
<li>
<p align="justify">A LE é uma estrutura onde cada elemento contido nela é armazenado em um <u>conjunto de dados</u> chamado de nó.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">Cada nó da LE possui um campo que irá armazenar o dado propriamente dito e uma referência para o próximo nó.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">É conveniente que tenhamos um outro conjunto de dados para referenciar o primeiro nó da LE e para guardar informações relevantes a respeito da estrutura.</p>
</li>
</ul>
<p align="justify">Podemos representar a estrutura de forma gráfica, tal como segue na imagem abaixo:</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Ao lado esquerdo o conjunto Lista Encadeada, do lado direito a conjunto Nó" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Modelagem1.png" width="364" height="123" /></p>
<p align="justify">Dados os conceitos básicos de uma Lista encadeada, é hora de fazer o modelamento da mesma.</p>
<p align="justify">Como dito, a LE é uma estrutura que é formada por vários nós, sendo que cada nó é um conjunto de heterogêneo de dados onde teremos nossas informações armazenadas. A modelagem é bem simples, pois teremos que criar um novo tipo (ou classe, nas linguagens orientada a objeto) Nó que deverá conter duas informações: o valor e a referência.</p>
<blockquote><p align="justify"><strong>Em pseudocódigo</strong>:       <br clear="all" /><em>tipo Nó {        <br clear="all" />&#160; inteiro valor         <br clear="all" />&#160; Nó próximo (referência)         <br clear="all" />}</em></p>
<p align="justify"><strong>Em C</strong>:       <br clear="all" /><em>struct No {        <br clear="all" />&#160; int valor;         <br clear="all" />&#160; No* proximo;         <br clear="all" />};</em></p>
<p align="justify"><strong>Em Java</strong>:       <br clear="all" /><em>class No {        <br clear="all" />&#160; int valor;         <br clear="all" />&#160; No proximo;         <br clear="all" />}</em></p>
</blockquote>
<p align="justify">Perceba que nessa modelagem estamos armazenando apenas valores inteiros dentro dos nós. Não pense que as listas encadeadas armazenam somente inteiros! Nada lhe impede, por exemplo, de armazenar um tipo real, caractere, booleanos&#8230; Você poderá inserir o que quiser dentro da LE.</p>
<p align="justify">Por motivos de organização, a partir de agora usaremos apenas valores inteiros dentro de nossas estruturas. Isso será apenas para facilitar o entendimento da estrutura, pois o que iremos armazenar nos nós da lista é um detalhe de implementação de código. Nosso curso tem o objetivo de ensinar como as estruturas se comportam, então uma vez entendido aqui você poderá implementar com o tipo de dado que lhe for conveniente.</p>
<p align="justify">Uma vez definido o nó da lista, é hora de modelar o tipo que irá referenciar o primeiro nó da lista e guardar informações relevantes. Por enquanto iremos definir esse conjunto contendo apenas a referência e uma variável inteira para armazenar a quantidade de nós.</p>
<blockquote><p align="justify"><strong>Em Pseudocódigo</strong>:       <br clear="all" /><em>tipo Lista Encadeada {        <br clear="all" />&#160; inteiro qtdNós         <br clear="all" />&#160; Nó primeiroNó (referência)         <br clear="all" />}</em></p>
<p align="justify"><strong>Em C</strong>:       <br clear="all" /><em>struct ListaEncadeada {        <br clear="all" />&#160; int qtdNos;         <br clear="all" />&#160; No* primeiroNo;         <br clear="all" />};</em></p>
<p align="justify"><strong>Em Java</strong>:       <br clear="all" /><em>class ListaEncadeada {        <br clear="all" />&#160; int qtdNos;         <br clear="all" />&#160; No primeiroNo;         <br clear="all" />}</em></p>
</blockquote>
<p align="justify">   <br clear="all" /><strong>Observações importantes      <br clear="all" /></strong>Agora que temos a lista devidamente modelada, podemos falar sobre uma característica de suma importância para o devido funcionamento dos algoritmos que irão manipular os dados. </p>
<ul>
<li>
<p align="justify">Se não temos nenhum elemento na LE, então a referência <i>primeiroNo</i> é nula. </p>
</li>
<li>
<p align="justify">Se a LE possui 1 ou mais elementos, o último nó do encadeamento deverá ter uma referencia nula para o próximo nó.</p>
</li>
</ul>
<p align="justify">De fato, ambas as observações fazem sentido. Pense bem&#8230; Se minha lista não possui nenhum elemento dentro dela, para quem <i>primeiroNo</i> deve referenciar? Ora, para um lugar que represente o nada, o vazio, o inexistente, pois não existe o primeiro nó! Em outras palavras, dizemos que ele deve referenciar um local nulo.</p>
<p align="justify">Da mesma forma, se seguirmos todo o encadeamento chegaremos ao último nó da lista. Se estamos no último nó, obviamente não existe nenhum outro nó após aquele (se houvesse então não estaríamos no último nó), então esse nó deve referenciar o próximo nó como nulo!<strong></strong></p>
<p align="justify">   <br clear="all" /><strong>Operações básicas</strong>    <br clear="all" />Uma vez entendido a “estrutura física” de um nó, fica fácil definirmos os algoritmos para manipular nossas Listas Encadeadas. As operações básicas são: </p>
<ul>
<li>
<div align="justify">Inserção </div>
</li>
<li>
<div align="justify">Remoção </div>
</li>
<li>
<div align="justify">Busca </div>
</li>
</ul>
<p align="justify">O desenvolvimento dos algoritmos de inserção, remoção e busca fica agora como exercício para você. Na próxima sexta irei explicar passo a passo essas três operações básicas e mostrar algumas variações da primeira.</p>
<p align="justify">Recomendo que, antes de ler o próximo tópico de nosso curso, você tenha algum conhecimento em Notação Assintótica, pois a partir de agora iremos analisar a complexidade temporal dos algoritmos apresentados. Se você não sabe de nada disso, busque no Google que você irá encontrar bons materiais sobre o assunto&#8230; Não se assuste com o assunto, ele é bastante simples.</p>
<p align="justify">É isso&#8230; Se ficou alguma dúvida a respeito do “layout” de um Nó ou da Lista Encadeada, pode perguntar através dos comentários. Até a próxima.</p>
<p align="center"><a target="_blank" rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/3.0/80x15.png" /></a></p>
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