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	<title>I/O Tecnologia &#187; Nícholas André</title>
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		<title>Curso de WordPress para programadores</title>
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		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/curso-de-wordpress-para-programadores#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 23:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/?p=7022</guid>
		<description><![CDATA[Para quem sempre desejou aprender WordPress a fundo, eis uma grande oportunidade. Eu (Nícholas André), através da plataforma Wishers, ministrarei um curso intitulado &#8220;WordPress para Programadores&#8221;. Wishers é uma rede social para aqueles que desejam aprender e ensinar, lá é possível escolher entre diversos cursos para assistir, bem como pedir ou ministrar um. Se você desejar ministrar um curso, toda a parte burocrática (Pagamentos, tarifas, impostos) é de responsabilidade da Wishers, você só precisa ministrar o curso. Para maiores informações você pode acessar a página da Wishers explicando como funciona a plataforma. Se você se interessou pelo curso de WordPress<a href="http://www.iotecnologia.com.br/curso-de-wordpress-para-programadores">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify;"><span id="more-7022"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="wishers.net/">Wishers</a> é uma rede social para aqueles que desejam aprender e ensinar, lá é possível escolher entre diversos cursos para assistir, bem como pedir ou ministrar um. Se você desejar ministrar um curso, toda a parte burocrática (Pagamentos, tarifas, impostos) é de responsabilidade da Wishers, você só precisa ministrar o curso. Para maiores informações você pode acessar a página da <a target="_blank" href="http://wishers.net/pages/o-que-e">Wishers</a> explicando como funciona a plataforma.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você se interessou pelo curso de WordPress para programadores, <a target="_blank" href="http://wishers.net/curso/wordpress-para-programadores">acesse já</a> e garanta sua vaga.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia <strong>15/12</strong> das 21h às 22h está marcado um Webinar em que apresentarei mais detalhes do curso e também falarei do potencial do wordpress e o que é possível de se fazer com ele. Para participar do Webinar, basta se cadastrar na Wishers e clicar em &#8220;Desejar Curso&#8221; na página do Curso de WordPress.</p>
<p style="text-align: justify;">Fique ligado no I/O Tecnologia e na página do curso na Wishers para maiores informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Grade do curso:</p>
<blockquote><p>0 &#8211; Revisão de PHP</p>
<p>1 &#8211; Introdução ao WordPress<br />
1.1 &#8211; O que é um CMS.<br />
1.2 &#8211; Os CMS&#8217;s mais populares.<br />
1.3 &#8211; O diferencial do WordPress.<br />
1.4 &#8211; O que posso fazer com o WordPress?<br />
2 &#8211; O Básico do WordPress.<br />
2.1 &#8211; Visão Geral do Painel Admin.<br />
2.2 &#8211; Baixando e instalando temas.<br />
2.3 &#8211; Baixando e instalando plugins.<br />
2.4 &#8211; Montando seu próprio tema.<br />
2.4.1 &#8211; Estrutura de um tema.<br />
2.4.2 &#8211; Templates Tags.<br />
2.4.3 &#8211; Funções diversas.<br />
2.4.4 &#8211; Criando Modelos de Páginas.<br />
2.4.5 &#8211; Custom Posts.<br />
2.4.6 &#8211; Tirando o máximo dos Custom Posts.<br />
2.4.7 &#8211; Estendendo a funcionalidade dos posts e páginas.<br />
2.5 &#8211; Adicionando funcionalidades ao seu tema.<br />
2.6 &#8211; Publicando seu site.<br />
3 &#8211; Usando o recurso Multi-Site.<br />
3.1 &#8211; Ativando o recurso do Multi-Site<br />
3.2 &#8211; Configurando o Multi-Site.<br />
3.3 &#8211; Criando uma área restrita.<br />
4 &#8211; O Banco de Dados do WordPress<br />
4.1 &#8211; Analisando o modelo de dados<br />
4.2 &#8211; Otimizando o banco de dados do WordPress<br />
4.3 &#8211; Ferramentas para a criação e manutenção de tabelas.<br />
5 &#8211; Entendendo o núcleo do WordPress<br />
5.1 &#8211; Analisando o Código<br />
5.2 &#8211; Analisando as API&#8217;s que o WordPress oferece.<br />
5.3 &#8211; Actions e Filter&#8217;s<br />
5.4 &#8211; Shortcodes<br />
5.4 &#8211; Internacionalização<br />
6 &#8211; Trabalhando com a API do WordPress<br />
6.1 &#8211; Alguns exemplos práticos<br />
7 &#8211; Desenvolvendo Plugins para o WordPress<br />
7.1 &#8211; Ativação e Desativação.<br />
7.2 &#8211; Funções úteis.<br />
7.3 &#8211; Trabalhando de forma orientada a objetos.<br />
7.4 &#8211; Tirando o máximo proveito das Actions e Filters.<br />
7.5 &#8211; Exemplo Pŕatico &#8211; Desenvolvendo um Plugin para gerenciar PlayLists</p></blockquote>
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		<title>Banco de dados do WineHQ é hackeado</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/banco-de-dados-do-winehq-e-hackeado</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/banco-de-dados-do-winehq-e-hackeado#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 20:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi anunciado hoje pela equipe do WineHQ, que seu respectivo banco de dados foi hackeado e todas as contas foram roubadas, ou seja, todas as combinações login / senha foram capturadas pelos autores do ataque. No anúncio oficial, foi informado que as senhas estavam encriptadas (não houve confirmação do método de encriptação) mas caso sua senha seja fraca é bem provável que eles consigam quebrá-la. De alguma forma o atacante obteve acesso ao banco de dados por meio do utilitário PhpMyAdmin, ainda não se sabe exatamente como, mas por medida de precaução todo acesso externo ao banco de dados foi<a href="http://www.iotecnologia.com.br/banco-de-dados-do-winehq-e-hackeado">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p class="western"><span id="more-7001"></span></p>
<p class="western">De alguma forma o atacante obteve acesso ao banco de dados por meio do utilitário PhpMyAdmin, ainda não se sabe exatamente como, mas por medida de precaução todo acesso externo ao banco de dados foi bloqueado.</p>
<p class="western">A recomendação inicial é que se você possui uma conta lá e utiliza a mesma combinação login / senha em outros sites, que altere agora mesmo a sua senha nesses outros sites. No anúncio oficial também foi informado que todas as senhas foram resetadas e todos os usuários afetados foram avisados via e-mail do ocorrido.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Para quem não conheçe, WineHQ faz parte do projeto <a target="_blank" href="http://www.winehq.org/" target="_blank">Wine</a>, cujo objetivo é rodar aplicações Windows de forma nativa no Linux, o aplicativo é muito utilizado para rodar jogos da plataforma da Microsoft e possuía uma comunidade bem ativa que trocava informações sobre como rodar vários jogos e programas usando o aplicativo, além de reportar bugs.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Para saber mais sobre o Wine visite este <a href="http://www.iotecnologia.com.br/wine-e-os-jogos" target="_blank">post</a>.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in;">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.winehq.org/pipermail/wine-users/2011-October/097753.html">http://www.winehq.org/pipermail/wine-users/2011-October/097753.html</a></p>
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		<title>A guerra continua: Windows 8 e o &#8220;Secure Boot&#8221;</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/a-guerra-continua-windows-8-e-o-secure-boot</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/a-guerra-continua-windows-8-e-o-secure-boot#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 15:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[secure boot]]></category>
		<category><![CDATA[software lirve]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem esteve de olho na primeira demostração pública do Windows 8 que a Microsoft fez, deve está sabendo de um recurso chamado “secure boot”. Basicamente tal recurso – como o próprio nome diz – serviria para aumentar a segurança nos PC&#8217;s em geral. Com esse recurso para instalar um Sistema Operacional ou até mesmo driver&#8217;s, por exemplo, seriam necessários que ambos os softwares estejam assinados digitalmente com uma chave correspondente a uma das chaves cadastradas no que podemos chamar de “nova BIOS” dos computadores. Para entendermos melhor a situação, precisamos primeiro analisar o que está sendo proposto e os impactos<a href="http://www.iotecnologia.com.br/a-guerra-continua-windows-8-e-o-secure-boot">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Quem esteve de olho na primeira demostração pública do Windows 8 que a Microsoft fez, deve está sabendo de um recurso chamado “secure boot”. Basicamente tal recurso – como o próprio nome diz – serviria para aumentar a segurança nos PC&#8217;s em geral. Com esse recurso para instalar um Sistema Operacional ou até mesmo driver&#8217;s, por exemplo, seriam necessários que ambos os softwares estejam assinados digitalmente com uma chave correspondente a uma das chaves cadastradas no que podemos chamar de “nova BIOS” dos computadores.</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT"><span id="more-6940"></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Para entendermos melhor a situação, precisamos primeiro analisar o que está sendo proposto e os impactos que isso vai gerar. A primeira grande mudança é quanto o processo de boot que todos estamos acostumados. Em primeiro lugar, não teremos mais a BIOS como conhecemos hoje. No seu lugar teremos um firmware baseado nas especificações <a target="_blank" href="http://www.uefi.org/home/">UEFI</a>.</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">As especificações do UEFI tem o propósito de aumentar a segurança e diminuir o tempo de boot. O problema é que essa segurança seria garantida através de chaves digitais, ou seja, para um executável ou driver rodar, ele precisará estar assinado digitalmente com uma chave que corresponda a uma das chaves gravadas no firmware do PC.</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">A imagem abaixo mostra uma comparação entre o processo de boot do Windows 7 e do Windows 8, onde o mais novo Sistema Operacional da Microsoft utiliza o protocolo UEFI.</p>
<p align="LEFT"><a href="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/09/UEFI.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6941" title="UEFI" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/09/UEFI.jpg" alt="" width="641" height="166" /></a></p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Devo confessar que achei muito interessante um recurso chamado “Hiberfile”, uma espécia de cache que utilizará da tecnologia de hibernação para guardar informações do núcleo do sistema afim de agilizar o processo de inicialização do S.O.</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Esse novo firmware será obrigatório para utilizar o Windows 8, ou seja, os computadores que receberão uma instalação do Windows 8 terão que vir com seu firmware assinado para permitir a instalação do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Agora vamos imaginar a seguinte situação: um fabricante de hardware lança seus computadores e assina o firmware do PC somente com uma chave que permita a instalação de um determinado S.O, ou seja, um computador desses não iria dar boot em qualquer outro sistema operacional que não fosse aquele que possui a autorização. Isso também iria acabar de vez com as versões modificadas do Windows (a não ser que se recorra a hack&#8217;s para quebrar a proteção).</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">A grande questão é como vamos instalar o Windows 8 e qualquer Unix-Like em um mesmo computador? Quem vai prover as assinaturas para os sistemas baseados em Unix? E se eu quiser modificar o kernel do Linux e utilizar ele no meu PC? Como procederei? São perguntas ainda sem respostas e que no mínimo nos deixam preocupados.</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Recentemente a Microsoft disse que o Secure Boot não pretende &#8220;trancar o Linux pra fora&#8221;. Segundo a empresa para os entusiastas que queiram rodar sistemas operacionais <strong>antigos</strong> será possível desativar a função do <em>Secure Boot</em>.</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT"><img class="aligncenter" title="Secure Boot" src="http://static.efetividade.net/img/xtra/0624-104755.Figure_2D00_5_2D002D002D00_Samsung_2D00_PC_2D00_secured_2D00_boot_2D00_setting_5F00_thumb_5F00_02016A69.jpg" alt="" width="420" height="288" /></p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT"> Sobre isso eu faço das minhas palavras, as palavras do Augusto Campos do BR-Linux.org:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Ainda que aceitemos que editar uma opção no sistema equivalente ao configurador do BIOS nos PCs clássicos é algo que o usuário vá fazer “facilmente”, <strong>incluir como requisito à instalação a desativação manual pelo usuário final de um modo de operação batizado de “Seguro”</strong> não é algo que vá facilitar a vida de quem busca popularizar sistemas operacionais alternativos, acredito. (<a target="_blank" href="http://br-linux.org/2011/microsoft-nega-mais-ou-menos-o-risco-ao-linux-representado-pelo-secure-boot-no-windows-8/">BR-Linux.org</a>)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">É a continuação da “Guerra Fria”&#8230; E a Microsoft ainda faz <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=MU5rBieN49o">vídeo</a> para comemorar o aniversário do Linux..</p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT">Mas informações:</p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://www.valente.adv.br/2011/09/aspectos-legais-do-uefi-secure-booting-e-sua-adocao-pelo-windows-8/"> http://www.valente.adv.br/2011/09/aspectos-legais-do-uefi-secure-booting-e-sua-adocao-pelo-windows-8/</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://mjg59.dreamwidth.org/5552.html">http://mjg59.dreamwidth.org/5552.html</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.h-online.com/open/news/item/Microsoft-responds-to-secure-boot-accusations-Update-1349170.html">http://www.h-online.com/open/news/item/Microsoft-responds-to-secure-boot-accusations-Update-1349170.html</a></li>
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		</item>
		<item>
		<title>Nota de esclarecimento</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/nota-de-esclarecimento-2</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/nota-de-esclarecimento-2#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 02:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ifrnNaOAH]]></category>
		<category><![CDATA[ifrn]]></category>
		<category><![CDATA[oah]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias, foi deflagrado pelos finalistas da Olimpíada de Algoritmo Hostnet (OAH) do IFRN – Campus Mossoró, os mesmos que vos escrevem, o movimento #ifrnNaOAH, movimento este que tinha como único objetivo a concessão do apoio necessário por parte do IFRN a nós finalistas. Desejamos esclarecer a toda comunidade do IFRN, bem como a todos aqueles que nos apoiaram durante os dias de “protesto”, que em nenhum momento tivemos o desejo de desmerecer a Instituição. Queremos crer que tudo não passou de um “mal entendido” e que o IFRN apoia e sempre apoiará seus alunos em qualquer evento que<a href="http://www.iotecnologia.com.br/nota-de-esclarecimento-2">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<blockquote><p>Nos últimos dias, foi deflagrado pelos finalistas da Olimpíada de Algoritmo Hostnet (OAH) do IFRN – Campus Mossoró, os mesmos que vos escrevem, o movimento #ifrnNaOAH, movimento este que tinha como único objetivo a concessão do apoio necessário por parte do IFRN a nós finalistas.</p>
<p><span id="more-6908"></span></p>
<p>Desejamos esclarecer a toda comunidade do IFRN, bem como a todos aqueles que nos apoiaram durante os dias de “protesto”, que em nenhum momento tivemos o desejo de desmerecer a Instituição. Queremos crer que tudo não passou de um “mal entendido” e que o IFRN apoia e sempre apoiará seus alunos em qualquer evento que agregue conhecimento ou valores para nós alunos.</p>
<p>Ressaltamos nossa satisfação relativa à preocupação do IFRN quanto ao impasse em que estávamos e também às medidas tomadas pela Instituição para a resolução do mesmo. Hoje podemos afirmar que teremos <strong>todo </strong>o apoio necessário.</p>
<p>Pedimos desculpas se em algum momento causamos constrangimento para algumas pessoas; nossa luta era por poder representar Mossoró, o IFRN e toda a região Nordeste na fase final da OAH. Não podemos garantir a vitória, mas podemos garantir nosso esforço e dedicação para obtermos o melhor resultado possível, não só para nós, mas para toda a Instituição.</p>
<p>Não poderíamos finalizar esta nota sem antes agradecer a todos os que contribuíram com o movimento, a todos os que nos parabenizaram, a todos os que se mobilizaram para que o impasse fosse resolvido e ao IFRN – não só ao campus Mossoró, mas a toda a Instituição, pois não importa o campus, somos todos uma só Instituição.</p>
<p>Atenciosamente.</p>
<p><strong>Bruno Azevedo, Fátima Dantas e Nícholas Oliveira</strong></p></blockquote>
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		<title>WordPress, a s&#233;rie: Instalando o WP</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/wordpress-a-serie-parte-1</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 08:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
		<category><![CDATA[temas para wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress a série]]></category>

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		<description><![CDATA[De fato, as ferramentas modernas como WordPress, Joomla e Drupal fazem bastante sucesso na criação de websites. Porém, muitas pessoas não sabem utilizar de forma eficiente o grande poder que essas ferramentas possuem. Nesta nova série do I/O Tecnologia abordaremos o WordPress, uma das mais utilizadas e conhecidas ferramentas de gerenciamento de conteúdo. No decorrer da série veremos como proceder desde a instalação até a criação de templates (temas) e, dependendo do andar da carruagem, abordaremos um pouco sobre desenvolvimento de plugins e widgets. O objetivo principal dessa série não é explicar o funcionamento do WordPress no que diz respeito<a href="http://www.iotecnologia.com.br/wordpress-a-serie-parte-1">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify;">No decorrer da série veremos como proceder desde a instalação até a criação de templates (temas) e, dependendo do andar da carruagem, abordaremos um pouco sobre desenvolvimento de plugins e widgets.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo principal dessa série não é explicar o funcionamento do WordPress no que diz respeito à interface de usuário, ou seja, não iremos focar na criação de posts, categorias, páginas e configurações que até os usurários de baixíssimo conhecimento na área computacional são capazes de fazer. Caso deseje um material mais básico, existem outras fontes na internet que lhe ajudarão.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, como requisito básico para o bom entendimento desta série, é importante que o leitor esteja familiarizado com a administração do WordPress.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><span id="more-6557"></span>Antes de propriamente instalá-lo, vamos analisar um pouco o modelo de dados do WordPress, isto é, como funciona o banco de dados dele, algo de suma importância para aqueles que desejam trabalhar criando plugins para o aplicativo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Entendendo o modelo de dados do WordPress</h2>
<p class="western" style="text-align: justify;">O WordPress por padrão possui 11 tabelas (Figura 1), sendo a mais importante delas a tabela <strong>wp_posts.</strong> Todos os posts e páginas que você criar pelo painel administrativo do WordPress ficarão salvos na tabela <strong>wp_posts</strong>. Não existe uma tabela separada para posts e páginas, a diferenciação entre elas é definida no campo <strong>post_type</strong> dessa tabela.</p>
<div id="attachment_6731" class="wp-caption aligncenter" style="width: 656px"><img class="size-full wp-image-6731" title="modelobdwordpress" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/modelobdwordpress.jpg" alt="" width="646" height="521" /><p class="wp-caption-text">Figura 1: Modelo de dados do wordpress</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante que devemos destacar é que o banco de dados do WordPress não possui nenhuma chave estrangeira, ou seja, a integridade dos dados é de total responsabilidade da aplicação. Por isso, caso deseje desenvolver plugins, você deve garantir essa integridade no próprio plugin.</p>
<p style="text-align: justify;">O banco de dados também necessita de uma otimização caso você esteja utilizando-o para grandes projetos. Alguns campos possuem tipos de dados muito grandes. As chaves primárias, por exemplo, são nada mais nada menos que um <strong>BIGINT(20)</strong>, variando de 0 até mais de <strong>18 quintilhões (18.446.744.073.709.551.615)</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos blogs e sites morrem antes de atingir 1/4 desse valor. Se seu projeto possui uma grande visitação e movimenta muitos dados você deve levar em consideração a realização de uma otimização no banco de dados do WordPress.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderíamos falar muito mais que isso em um único post, mas o nosso objetivo não é discutir teoria de banco de dados e sim colocar a mão na massa no desenvolvimento para WordPress.</p>
<p style="text-align: justify;">Para maiores informações sobre este assunto, visite este <a target="_blank" href="http://imasters.com.br/artigo/16009/wordpress/o_modelo_de_dados_do_wordpress/">artigo</a> e a página do <a target="_blank" href="http://codex.wordpress.org/Database_Description">Codex</a> que explica detalhadamente como funciona o banco de dados do WordPress.</p>
<h2>Instalando o WordPress</h2>
<p style="text-align: justify;">O processo de instalação do WordPress não é nada complicado. Primeiro temos que baixar a última versão do aplicativo, descompactá-lo no servidor web e configurar o arquivo<strong> wp-config.php</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que precisamos ter um servidor web já instalado e configurado, bem como um servidor MySQL rodando na máquina. Caso não saiba como realizar tais procedimentos<del></del>, uma rápida pesquisa no google resolve seu problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento em que escrevo a última versão é a <strong>3.1.1 </strong>e a sua versão em português pode ser baixada no site <a target="_blank" href="http://br.wordpress.org/">br.wordpress.org</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a conclusão do download, descompacte o arquivo em seu servidor web. No caso do Linux geralmente a pasta raiz do servidor web é <strong>/var/www</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao descompactar o arquivo será criada uma pasta chamada <strong>wordpress</strong>, você pode renomeá-la para o nome que desejar. Ao entrar na pasta você verá vários arquivos como mostra a figura 2.</p>
<div id="attachment_6739" class="wp-caption aligncenter" style="width: 642px"><img class="size-full wp-image-6739" title="arquivos" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/arquivos.jpg" alt="" width="632" height="339" /><p class="wp-caption-text">Figura 2: arquivos e pasta que compõem a instalação do wordpress</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você extrair os arquivos notará que não existe um arquivo chamado w<strong>p-config.php. </strong>O que existe é o <strong>wp-config-sample.php</strong> que é justamente o arquivo base para você configurar a sua instalação. Sendo assim, abra o arquivo <strong>wp-config-sample.php</strong> e você verá uma seção em que você definirá a sua conexão com o MySQL como mostra a figura 3.</p>
<div id="attachment_6740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 671px"><img class="size-full wp-image-6740" title="wp-config-sample" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/wp-config-sample.jpg" alt="" width="661" height="577" /><p class="wp-caption-text">Figura 3: arquivo de configuração do banco de dados</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } -->Nesse arquivo você irá inserir nos locais apropriados o nome do banco de dados, o usuário do banco, a senha e o endereço do servidor de banco de dados. Após a inserção dos dados, salve o arquivo com o nome <strong>wp-config.php</strong>. Caso todas as informações estejam corretas, a instalação já estará concluída.</p>
<p style="text-align: justify;">Para verificar se ocorreu tudo bem, acesse por meio do navegador, o seu servidor web e em seguida a pasta onde você instalou o WordPress. Caso ocorra tudo bem deverá aparecer uma tela semelhante ao da figura 4.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div id="attachment_6744" class="wp-caption aligncenter" style="width: 594px"><img class="size-full wp-image-6744" title="welcome" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/welcome.jpg" alt="" width="584" height="464" /><p class="wp-caption-text">Figura 4: Página de configuração do WordPress</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta tela indica que o WordPress conseguiu se conectar ao banco de dados. Nesta tela é necessário incluir algumas informações sobre o site ou blog, como o título do site e uma conta para administração. Após esta etapa ser concluída, você terá acesso ao painel administrativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na próxima parte, veremos a estrutura básica dos temas do WordPress, analisando temas já criados e modificando temas prontos e aos poucos iremos criar nossos próprios temas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até a próxima!</p>
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		<title>Quebrando a cuca com o Project Euler</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 08:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmos]]></category>
		<category><![CDATA[problemas computacionais]]></category>
		<category><![CDATA[project euler]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos devem concordar que para aparender a programar de fato, precisamos praticar, praticar, praticar e praticar mais 70 vezes 7. Se você é programador ou está estudando programação, já deve ter resolvido alguns problemas simples com matrizes, loops e talvez até algumas estruturas de dados. Que tal dar um passo a mais? Se sua resposta foi negativa, então pode parar de ler por aqui. Este post não é para você. Volte amanhã! Se você está lendo este parágrafo, então provavelmente é porque você tem no mínimo uma das características citadas no começo do post. Parabéns, você é louco e não<a href="http://www.iotecnologia.com.br/quebrando-a-cuca-com-o-project-euler">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify">Todos devem concordar que para aparender a programar de fato, precisamos praticar, praticar, praticar e praticar mais 70 vezes 7. Se você é programador ou está estudando programação, já deve ter resolvido alguns problemas simples com matrizes, loops e talvez até algumas estruturas de dados. Que tal dar um passo a mais?</p>
<p><span id="more-6589"></span>
<p style="text-align: justify">Se sua resposta foi negativa, então pode parar de ler por aqui. Este post não é para você. Volte amanhã!</p>
<p> Se você está lendo este parágrafo, então provavelmente é porque você tem no mínimo uma das características citadas no começo do post. Parabéns, você é louco e não deve ter vida social.
<p>Deixando essas coisas de lado, vamos ao que realmente interessa: <a target="_blank" href="http://projecteuler.net/">Project Euler</a>. Só pelo nome, já parece ser coisa de louco. O Project Euler reune centenas de problemas de lógica e de matemática para serem resolvidos via programação, um ótimo lugar para testar sua lógica e desenvolver sua habilidade em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify">Existem diversos níveis de dificuldade e para rankear isto, existe no site do projeto um contador indicando quantas pessoas resolveram aquele determinado problema. Logicamente, os mais fáceis são aqueles que foram respondidos pela maior quantidade de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify">Então não perca tempo! Acesse já o <a target="_blank" href="http://projecteuler.net/">site</a> e começe a <a target="_blank" href="http://projecteuler.net/index.php?section=problems">queimar</a> alguns miolos. Não vale buscar as respostas no Google, não seja covarde!</p>
<p style="text-align: center"><em>&quot;Project Euler exists to encourage, challenge, and develop the skills and enjoyment of anyone with an interest in the fascinating world of mathematics.&quot;</em></p>
<p style="text-align: justify">Que a força esteja com vocês!</p>
<p style="text-align: justify">Abraços</p>
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		<title>Desenvolvendo para web com software livre</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvendo-para-web-com-software-livre</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 08:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento web]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O desenvolvimento para web com ferramentas opensource é um mercado que sem dúvida está em alta . Entretanto, muitas pessoas ainda têm aversão à utilização de software livre para o desenvolvimento web, seja na área de programação, montagem (HTML/CSS) ou design, sendo esta última, a área em que isso ocorre com maior frequência. O objetivo deste post é mostrar que o Software Livre está mais presente do que você imagina no desenvolvimento web. Onde o software livre está presente? &#160; Esta é uma das perguntas mais fáceis de ser respondida. Quando você desenvolve para web com certeza você está<a href="http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvendo-para-web-com-software-livre">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento para web com ferramentas opensource é um mercado que sem dúvida está em alta . Entretanto, muitas pessoas ainda têm aversão à utilização de software livre para o desenvolvimento web, seja na área de programação, montagem (HTML/CSS) ou design, sendo esta última, a área em que isso ocorre com maior frequência.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo deste post é mostrar que o Software Livre está mais presente do que você imagina no desenvolvimento web.</p>
<p><span id="more-6493"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde o software livre está presente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_19zwJvTJ1bc/TGrEllIJnkI/AAAAAAAAAAM/IWMXeVVOVwE/s320/interroga%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="" width="203" height="203" /><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma das perguntas mais fáceis de ser respondida. Quando você desenvolve para web com certeza você está usando software livre. Seja porque você testa em diversos navegadores como Firefox e Chromium, que são softwares livres, ou então quando configura seu servidor web que usa o Apache e que na maioria das vezes é Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu nem precisava citar todos esses softwares para comprovar o quão eles estão presentes no desenvolvimento web. Bastaria citar que a grande maioria das linguagens que são usadas na web hoje são linguagens open-source, como por exemplo, PHP, Ruby On Rails, Python etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não poderia esquecer de citar frameworks e CMSs. WordPress, Joomla, Drupal, CakePHP e por aí vai. São só alguns exemplos de projetos que são muito utilizados e que mais uma vez, são software livres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Usando ferramentas e projetos livres</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que a maioria pensa, é possível aumentar a produtividade (e o lucro) utilizando ferramentas livres. Primeiro porque você não precisará pagar a licença de um eventual software pago. Segundo porque muitas vezes as soluções livres superam as soluções pagas, como por exemplo o Apache que domina o mercado por oferecer um serviço muito superiorao IIS da Microsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro caso seria a utilização de um SGBD. Se você optar por uma solução paga você terá que desembolsar uma quantia significante (dependendo da solução) para obter a licença de uso. Além disso algumas soluções pagas exigem licença para cada uso, ou seja, se cada sistema que sua empresa desenvolver utilizar um servidor de banco de dados diferente, você teria que ter uma licença para cada instalação do SGBD.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso logicamente não acontece ao utilizar soluções livres. SGBDs como PostgreSQL, MySQL e Firebird são totalmente livres e não exigem o pagamento de licença para seu uso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenvolvendo para web com software livre</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste tópico irei reunir algumas dicas, frameworks e CMSs que nos ajudam e muito durante o desenvolvimento de projetos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.miracletutorials.com/images/joomla-vs-wordpress.jpg" alt="" width="225" height="175" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos CMSs no mercado, mas falarei somente de dois:Wordpress e  Joomla. Esses dois CMSs estão entre os mais utilizados no mundo todo. A agilidade no desenvolvimento, o poder de customização e também a quantidade de plugins disponíveis estão entre as características desses dois CMSs.</p>
<p style="text-align: justify;">É perfeitamente possível utilizar qualquer um desses dois como plataforma primária para desenvolvimento de sites. E não pense que você vai ficar limitado ao que o WordPress ou o Joomla por si só oferecem, pois você tem uma gama enorme de plugins e ainda tem a possibilidade de criar o seu próprio plugin ou modificar algum existente. As possibilidades são enormes!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6583" title="framework" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/framework-300x162.png" alt="" width="300" height="162" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Saindo um pouco dos CMSs temos também vários frameworks (open-source) disponíveis, seja para PHP, Ruby, Python etc. Nomes como Zend Framework, CakePHP, Django, Rails, são nomes que você como desenvolvedor web talvez já tenha ouvido falar.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais objetivos dos frameworks é agilizar o desenvolvimento das aplicação ao passo que mantêm boas práticas de codificação, segurança e também um código legível e de fácil manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Não poderíamos deixar de citar algumas dicas bem úteis e que com o passar do tempo podem te ajudar bastante. A primeira delas já foi discutida aqui no I/O Tecnologia que é o <a target="_blank" href="../zen-coding-codificando-xhtml-como-um-ninja" target="_blank">ZenCoding</a>. O objetivo do ZenCoding é agilizar o processo de formatação de um documento (X)HTML. Se achou interessante visite o <a target="_blank" href="../zen-coding-codificando-xhtml-como-um-ninja" target="_blank">post</a> sobre o ZenConding para maiores detalhes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra dica que pode ser bastante útil é o LessCSS. Esta ferramento é uma espécie de folha de estilos dinâmica. Usando esse framework, você consegue criar funções, variáveis e outras coisas mais no CSS. E isso pode ser muito útil ao criar e gerenciar folhas de estilos! Para maiores detalhes visite o site do <a target="_blank" href="http://lesscss.org/" target="_blank">projeto</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu ainda poderia me estender muito neste assunto, mas acredito que já deu para abrir os olhos de muita gente! Já se foi o tempo em que o desenvolvimento para web se resumia a usar o Dreamweaver e o Flash (Aliás, esse tempo nunca existiu). <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://www.brunoavila.com.br/avante/" target="_blank">Para o alto e avante!</a></p>
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		<title>I/O Tecnologia grava participação no BPACast</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/io-tecnologia-grava-participacao-no-bpacast</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissão Informática]]></category>
		<category><![CDATA[bpacast]]></category>
		<category><![CDATA[cursos de computação]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi com imenso prazer que Eu (Nícholas André), dei uma entrevista ao nono episódio do BPACast, o podcast do Professor Abrahao. O podcast tinha como objetivo realizar um debate sobre 3 diferentes cursos de computação, Ciência da Computação, Sistema de Informação e Técnico em Informática. &#8220;Neste episódio, alunos e professores das universidades, faculdades e escolas técnicas de Mossoró participam de um bate-papo muito informativo e dão suas opiniões e todas as informações sobre os cursos de computação de Mossoró. Mesmo se você não é de Mossoró, ouça o episódio e saiba o que lhe espera nos cursos superior e técnicos<a href="http://www.iotecnologia.com.br/io-tecnologia-grava-participacao-no-bpacast">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify;">Foi com imenso prazer que Eu (Nícholas André), dei uma entrevista ao nono episódio do BPACast, o podcast do <a target="_blank" href="http://twitter.com/prof_abrahao">Professor Abrahao</a>. O podcast tinha como objetivo realizar um debate sobre 3 diferentes cursos de computação, Ciência da Computação, Sistema de Informação e Técnico em Informática.</p>
<p><span id="more-6532"></span></p>
<blockquote>
<div style="text-align: justify;">
<p>&#8220;Neste episódio, alunos e professores das universidades, faculdades e  escolas técnicas de Mossoró participam de um bate-papo muito  informativo e dão suas opiniões e todas as informações sobre os cursos  de computação de Mossoró.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mesmo se você não é de Mossoró, ouça o episódio e saiba o que lhe espera nos cursos superior e técnicos de computação.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Ouça, divulguem para seus amigos e deixe o seu comentário!&#8221;</p>
</div>
<div><a target="_blank" href="http://www.professor-abrahao.blogspot.com/">http://www.professor-abrahao.blogspot.com/</a></div>
</blockquote>
<p>Apesar do foco do podcast ser os cursos de computação da cidade de Mossoró, ainda assim vale a pena escutar, pois durante todo o podcast é discutido o que cada tipo de curso oferece.</p>
<p>Link para o podcas: <a target="_blank" href="http://bpacast.podomatic.com/">http://bpacast.podomatic.com/</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O fim do OpenOffice(?)</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/o-fim-do-openoffice</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/o-fim-do-openoffice#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 17:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[libreoffice]]></category>
		<category><![CDATA[openoffice]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/?p=6285</guid>
		<description><![CDATA[Quem está antenado nas últimas novidades do mundo do software livre, deve estar sabendo que o OpenOffice está em decadência. Isto se deve ao fato de a Oracle, a nova proprietária do OpenOffice (se é que eu posso afirmar isso) tomou certas decisões que não agradaram os usuários nem muito menos os desenvolvedores. O resultado disso foi simplesmente a saída em massa dos desenvolvedores do OpenOffice para a criação de um fork (um projeto criado apartir de outro) chamado LibreOffice, que até o momento está praticamente a mesma coisa, mas que a tendência é ficar  superior ao OpenOffice, visto que<a href="http://www.iotecnologia.com.br/o-fim-do-openoffice">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify;">Quem está antenado nas últimas novidades do mundo do software livre, deve estar sabendo que o OpenOffice está em decadência. Isto se deve ao fato de a Oracle, a nova proprietária do OpenOffice (se é que eu posso afirmar isso) tomou certas decisões que não agradaram os usuários nem muito menos os desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6285"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O resultado disso foi simplesmente a saída em massa dos desenvolvedores do OpenOffice para a criação de um fork (um projeto criado apartir de outro) chamado LibreOffice, que até o momento está praticamente a mesma coisa, mas que a tendência é ficar  superior ao OpenOffice, visto que a maioria dos desenvolvedores do OpenOffice agora estão trabalhando no LibreOffice.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento da saída em massa dos desenvolvedores, eles elaboraram uma carta aberta intitulada &#8220;Todo fim é um novo começo&#8221;. E nesta carta eles explicam todos os motivos que levaram eles a tomarem esta decisão. Você pode ver a carta completa <a target="_blank" href="http://www.mail-archive.com/dev@native-lang.openoffice.org/msg04865.html">aqui</a>.</p>
<p>O OpenOffice pode não ser extinto, mas com certeza o LibreOffice vai dominar, inclusive os desenvolvedores do LibreOffice estão batalhando na justiça para resgatar o nome OpenOffice e obrigar a Oracle a substituir o nome do Office deles.</p>
<p>Caso deseja realizar a troca desde já, acesse o site do LibreOffice e vá até a seção de <a target="_blank" href="http://www.libreoffice.org/download/">Downloads</a> e baixe o pacote mais adequado para você É somente uma questão de tempo para que as distribuições deixem o OpenOffice de lado e passem a utilizar o LibreOffice.</p>
<p>Na minha humilde opinião, isto demonstra a força que a comunidade de Software Livre tem, que quando se sentiu ameaçado por uma empresa, rapidamente se mobilizaram para manter o espírito de liberdade vivo. Isso também é uma lição: ninguém controla o Software Livre, só a própria comunidade.</p>
<p>E você, o que acha de tudo isso? Já experimentou o LibreOffice, conte-nos a sua experiência ou a sua opinião a respeito.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Zen Coding: codificando (X)HTML como um ninja</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/zen-coding-codificando-xhtml-como-um-ninja</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/zen-coding-codificando-xhtml-como-um-ninja#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 12:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[xhtml]]></category>
		<category><![CDATA[zen conding]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/?p=6360</guid>
		<description><![CDATA[Quem trabalha com Web e constantemente tem que desenvolver um layout, provavelmente a parte mais chata é ficar escrevendo todo aquele (X)THML  chato. Foi para isso que surgiu o Zen Coding, uma maneira de codificar a estrutura (X)HTML de uma forma lógica, extremanente rápida e muito prática! Você pode estar se perguntando: &#8220;Mas como isso funciona?&#8221;. Pois bem, vou explicar. Primeiramente tenha em mente que não estamos falando de um editor gráfico ou alguma ferramenta gráfica. É tudo código! O Zen Coding criou uma estrutura lógica que facilita a cosntrução dos elementos do (X)HTML. Por exemplo, imagine que você quer<a href="http://www.iotecnologia.com.br/zen-coding-codificando-xhtml-como-um-ninja">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p>Quem trabalha com Web e constantemente tem que desenvolver um layout, provavelmente a parte mais chata é ficar escrevendo todo aquele (X)THML  chato. Foi para isso que surgiu o Zen Coding, uma maneira de codificar a estrutura (X)HTML de uma forma lógica, extremanente rápida e muito prática!</p>
<p><span id="more-6360"></span></p>
<p>Você pode estar se perguntando: &#8220;Mas como isso funciona?&#8221;. Pois bem, vou explicar. Primeiramente tenha em mente que não estamos falando de um editor gráfico ou alguma ferramenta gráfica. É tudo código! O<a target="_blank" href="http://code.google.com/p/zen-coding/"> Zen Coding</a> criou uma estrutura lógica que facilita a cosntrução dos elementos do (X)HTML. Por exemplo, imagine que você quer criar uma div com o id topo e dentro desta div você quer colocar um parágrafo. Utilizando o Zen Coding no seu editor preferido, você vai escrever a seguinte linha:</p>
<blockquote><p>div#topo&gt;p</p></blockquote>
<p>Depois, você vai ativar o Zen Coding apertando o botão de atalho que ativa o Zen Coding(isso pode variar de IDE para IDE, uso o NetBeans e configurei para o atalho CTRL+W). Quando o Zen Coding for ativado ele vai retornar a seguinte estrutura:</p>
<blockquote><p>&lt;div id=&#8221;topo&#8221;&gt;</p>
<p style="padding-left: 30px;">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</p>
<p>&lt;/div&gt;</p></blockquote>
<p>Agora vamos entender aquela linha de código que criamos lá em cima. o <strong>div#topo</strong> está dizendo &#8220;Crie uma tag div com id &#8216;topo&#8217;&#8221;. Isso funciona para qualquer elemento.</p>
<blockquote><p>ul#menu</p></blockquote>
<p>O código acima vai criar uma tag ul com o id menu. O restante do código que criamos lá em cima é um sinal de maior seguido por p. Isso é o mesmo que dizer: &#8220;Crie um elemento p dentro da div com id topo&#8221;.</p>
<p>Muito fácil né? Caso se interessou em instalar o Zen Coding, visite a página do projeto <a target="_blank" href="http://code.google.com/p/zen-coding/">aqui</a>. E procure a extensão para a sua IDE (existem plugins para as IDE mais populares).</p>
<p>Para finalizar, vou explicar mais um exemplo para dar um pontapé inicial no aprendizado dos interessados.</p>
<p>Vamos criar algo extremamente comum: Uma lista não ordenada com 5 elementos li e cada elemento li contendo um link. Isso é chato de se fazer com (X)HTML, mas muito rápido e sem chatices com o Zen Conding. Vamos lá:</p>
<blockquote><p>ul#menu&gt;li*5&gt;a</p></blockquote>
<p>O que estamos fazendo é criando cinco elemento li (<strong>li*5</strong>) dentro do elemento ul com id menu. E dentro de cada elemento li (<strong>&gt;a</strong>), criamos um elemento &#8216;a&#8217;. Muito simples!</p>
<p>Para finalizar deixo um vídeo que demonstra as diversas funcionalidades do Zen Coding:</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/7405114" width="500" height="375" frameborder="0"></iframe>
<p><a target="_blank" href="http://vimeo.com/7405114">Zen Coding v0.5</a> from <a target="_blank" href="http://vimeo.com/user2060676">Sergey Chikuyonok</a> on <a target="_blank" href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Lendo partições do Linux através do Windows</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/lendo-particoes-do-linux-no-windows</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/lendo-particoes-do-linux-no-windows#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 08:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[ext2explore]]></category>
		<category><![CDATA[lendo ext4 do windows]]></category>
		<category><![CDATA[partições Linux no windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/?p=6320</guid>
		<description><![CDATA[Quem usa dual-boot, pode sofrer com um pequeno incoveniente: a impossibilidade de ler partições do Linux apartir do Windows. O inverso é muito fácil, a maioria das distribuiçãos já possuem o suporte nativo ou facilitam bastante a ativação desde recurso. Já o querido Windows não oferece tal suporte, nem tanto facilita esse processo. Mas como a comunidade de Software Livre é muito grande, sempre surgem soluções. Neste post veremos uma dica de um programa para Windows que conseguirá ler partições ext2/ext3/ext4 (usado pela maioria dos usuários). Se você é usuário novato do Linux e não sabe o que é partição<a href="http://www.iotecnologia.com.br/lendo-particoes-do-linux-no-windows">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.comofaco.com/wp-content/uploads/2007/09/windows-linux.jpg" alt="" width="184" height="184" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem usa dual-boot, pode sofrer com um pequeno incoveniente: a impossibilidade de ler partições do Linux apartir do Windows. O inverso é muito fácil, a maioria das distribuiçãos já possuem o suporte nativo ou facilitam bastante a ativação desde recurso. Já o <span style="text-decoration: line-through;">querido</span> Windows não oferece tal suporte, nem tanto facilita esse processo. Mas como a comunidade de Software Livre é muito grande, sempre surgem soluções. Neste post veremos uma dica de um programa para Windows que conseguirá ler partições ext2/ext3/ext4 (usado pela maioria dos usuários).</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6320"></span>Se você é usuário novato do Linux e não sabe o que é partição ou não sabe o qual é seu sistema de arquivo, é 99,99999% de chance de ser ext4 ou da famílita ext (digo isso porque na maioria das distribuições o sistema de arquivos ext4 é padrão na instalação).</p>
<p style="text-align: justify;">O uso do programa é muito simples, após instalado, ele nos mostrará todas as nossas partições com sistemas de arquivos da família ext e clicando duas vezes em cima do ícone referente a cada partição, nós visualizaremos os arquivos contidos na partição.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de continuarmos, vamos instalar o programa, o nome dele é <strong>ext2explore</strong> e pode ser baixado <a target="_blank" href="http://sourceforge.net/projects/ext2read/files/Ext2Read%20ver%202.0/ext2explore%202.0%20beta/">aqui</a>. Após instalado, podemos agora executar o programa. Sempre que você for executar o ext2explore, você precisa executar como administrador. Para fazer isso clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do programa e clique na opção &#8220;Executar como administrador&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6330" title="img1" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img1-300x132.png" alt="" width="300" height="132" />Feito isso, o programa será aberto e em ambas as colunas será mostrado as partições identificadas. No meu caso possuo três partições ext4.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6331" title="img2" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img2.png" alt="" width="591" height="450" />Basta clicar duas vezes em cima da partição desejada que os arquivos serão mostrados. Para salvar qualquer arquivo ou pasta, basta clicar com o botão direito do mouse em cima do arquivo ou pasta desejada e clicar em <strong>save</strong> (salvar) . Após isso será necessário escolher o local onde o arquivo será salvo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6333" title="img3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img3.png" alt="" width="174" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto não é possível copiar arquivos do Windows para a partição Linux, mas isto não é problema, visto que é possível abrir partições NTFS normalmente apartir do Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem trabalha com dual-boot, esta dica é muito valiosa, pois as vezes é preciso reiniciar o sistema só para copiar algum arquivo de uma partição ext para a partição do Windows.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado da dica e até a próxima.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Recuperando arquivos deletados no Linux</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/recuperando-arquivos-deletados-no-linux</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/recuperando-arquivos-deletados-no-linux#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 08:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[dcfldd]]></category>
		<category><![CDATA[dd]]></category>
		<category><![CDATA[foresmost]]></category>
		<category><![CDATA[recuperar arquivos]]></category>

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		<description><![CDATA[No último fim de semana eu passei por algo extremamente aborrecedor, ao instalar a nova versão do Ubuntu, na hora de especificar o particionamento manual (eu só queria formatar a partição raiz) acabei sem querer, formatando uma partição de arquivos de 309GB com pelo menos 200GB de arquivos úteis (eu só percebi quando iniciei o sistema e vi que a partição estava &#8220;vazia&#8221;, vazia entre aspas porquê na verdade os arquivos ainda estavam lá, só estavam escondidos). Após todo o processo de recuperação, o qual tirou o meu fim de semana inteiro, resolvi escrever este post descrevendo todo o processo<a href="http://www.iotecnologia.com.br/recuperando-arquivos-deletados-no-linux">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAADsinWsyatwtgRniv7MMpmrHd7VsDGUVMRprw3TxrkRlCH0FZGun6MwcnYEvC9BiHNclkZ-4j2Q2fdGo4qbxqydAJtU9VCLv3Mn3QbgJQhxjTKkCDfG2nbihA.jpg" alt="" width="241" height="251" /></p>
<p style="text-align: justify;">No último fim de semana eu passei por algo extremamente aborrecedor, ao instalar a nova versão do Ubuntu, na hora de especificar o particionamento manual (eu só queria formatar a partição raiz) acabei sem querer, formatando uma partição de arquivos de 309GB com pelo menos 200GB de arquivos úteis (eu só percebi quando iniciei o sistema e vi que a partição estava &#8220;vazia&#8221;, vazia entre aspas porquê na verdade os arquivos ainda estavam lá, só estavam escondidos).</p>
<p style="text-align: justify;">Após todo o processo de recuperação, o qual tirou o meu fim de semana inteiro, resolvi escrever este post descrevendo todo o processo que realizei. E uma dica: Preste atenção quando for formatar sua máquina!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6231"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando formatamos um HD ou apagamos um arquivo do HD, na verdade o arquivo não é apagado, o que acontece é que a porção do HD que armazenava aquele arquivo é marcada como vazia, permitindo assim que outros arquivos ocupem aquele espaço, e quando isso acontece aí é que temos o perigo da perda definitiva do arquivo (as vezes ainda é possível recuperar mesmo após uma sobreescrita dessas). Para entender melhor porquê isto acontece leia nosso post <a href="http://www.iotecnologia.com.br/duro-de-apagar-entenda-porque-seus-dados-no-vo-embora">Duro de apagar: entenda porque seus dados não vão embora</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Explicações teóricas a parte, vamos partir para a prática, se você leu o post mencionado, você já sabe que o primeiro passo para garantir o sucesso de uma perícia computacional é clonar a memória, depois o HD e etc. Neste caso, eu só precisei recuperar os arquivos da partição, por tanto, não tem nenhuma utilidade realizar a clonagem (dump) da memória. Sendo assim eu &#8220;só&#8221; fiz a clonagem da partição.</p>
<p style="text-align: justify;">No post eu mencionei o comando <strong>dd</strong> para realizar a clonagem, só que ele tem um pequeno problema, ele não mostra o progresso da clonagem, por isso, eu decidi utilizar um outro programa o <strong>dcfldd</strong>, você precisa instalar ele primeiro. Caso esteja no Ubuntu ou Debian você pode instalar assim:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo apt-get install dcfldd</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Clonar significa como o próprio nome diz, clonar o HD ou partição (dãã). Resumindo em miúdos, nós iremos criar uma imagem (como uma imagem .iso) para podermos analisar a nossa partição ou HD posteriormente sem ter medo de sobrescrevermos os arquivos da partição. É interessante realizar essa clonagem diretamente para uma mídia externa ou para outra partição (desde que tenha espaço livre suficiente), no meu caso eu utilizei um HD externo de 1TB. Eis exatamente o comando que utilizei:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo dcfldd if=<strong>/dev/sda6</strong> of=<strong>&#8216;/media/My Passport/Nícholas/Arquivos.raw&#8217; </strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Onde <strong>if</strong> é a partição origem, ou seja o que você quer clonar, e <strong>of</strong> é o onde a imagem será salva, veja que eu salvei com o nome <strong>Arquivos.raw</strong> (a extensão não faz diferença), a extensão raw é comumente utilizada em perícias computacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que não é obrigatório realizar a clonagem para recuperar os arquivos, no meu caso eu decidi fazer isso porquê realmente eu queria recuperar o maior número possível de arquivos. Então decidi por fazer as coisas da melhor maneira possível. Clonando a partição eu poderia analisar e tentar recuperar os arquivos várias vezes sem sobrescrever os arquivos.</p>
<p style="text-align: justify;">A clonagem é um processo bem demorado também, no meu caso levou mais de 24h para realizar a clonagem dos 309GB. Como estamos clonando a partição, ele realiza a cópia exata de toda a partição e não  uma simples cópia dos arquivos que estão nela.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a imagem clonada em &#8220;mãos&#8221;, vamos partir agora para outro processo: a recuperação propriamente dita. Vamos utilizar um programa chamado <strong>foremost</strong>, muito utilizando em sistemas Linux para recuperação de arquivos. Novamente Precisamos instalar ele. Se você está no Ubuntu ou Debian você pode instalar da seguinte forma:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo apt-get install foremost</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Feito isso, já temos o que precisamos para realizar a recuperação dos arquivos. Existem diversas formas de utilizar o foremost, mas a que vamos utilizar neste caso é a seguinte:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo  foremost -i <strong>arquivo_de_entrada</strong> -o <strong>diretorio_de_saída</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Onde <strong>arquivo_de_entrada</strong> é a imagem que criamos, e o <strong>diretorio_de_saída</strong> é a pasta onde ele irá salvar os arquivo recuperados, o foremost irá cria uma pasta para cada tipo de extensão suportada por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">No nosso caso o comando ficará assim (considerando que estamos na mesma pasta da imagem):</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo foremost -i Arquivos.raw -o /media/HDEXTERNO/Arquivos_Recuperados</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No comando acima estou pegando a imagem criada como fonte de análise e salvando os arquivos em um HD externo em um diretório chamado Arquivos_Recuperados. Como estamos executando o comando como sudo, você precisará ter privilégios de root para visualizar os arquivos recuperados, uma dica rápida para visualizar é executar o nautilus como root:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo nautilus /diretorio_dos_arquivos</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Caso você não queira criar uma imagem da partição, você ainda pode usar o foremost para recuperar os arquivos.</p>
<blockquote><p>$sudo foremost -t <strong>tipo</strong> -i /dev/<strong>partição</strong><br />
$sudo foremost -t all -i /dev/sda6<br />
$sudo foremost -t pdf -i /dev/sda6<strong><br />
</strong></p></blockquote>
<p>Onde <strong>tipo</strong>, pode ser jpeg, jpg, pdf, gif e etc, ou pode ser simplesmente all, para todos os tipos de arquivos suportados. a opção <strong>-i </strong>especifica a partição a ser analisada. Com a opção -o você pode especificar também onde será salvo os arquivos.</p>
<p>Existem outros programas para recuperação de arquivos no Linux, outro que é muito usado é o <a target="_blank" href="http://www.digitalforensicssolutions.com/Scalpel/">scalpel</a>.</p>
<p>Espero que tenham gostado e que seja útil para alguém, e lembre-se faça backups e preste bastante atenção ao formatar sua máquina!</p>
<p>Abraços e até a próxima.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">
</blockquote>
<p>No related posts.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O(s) substituto(s) do Flash</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/os-substitutos-do-flash</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/os-substitutos-do-flash#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 11:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[fim do flash]]></category>
		<category><![CDATA[jquery]]></category>
		<category><![CDATA[plugins jquery]]></category>

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		<description><![CDATA[O Flash ainda é sem dúvida um plugin considerado essencial para todos os que usam e precisam da internet, mas o que poucos sabem e talvez até discordem, é que o Flash está com seus dias (ou melhor, anos) contados. E isso não é só porquê Steve Jobs está em pé de guerra com o Flash, mas sim porquê novas tecnologias estão surgindo e as tecnologias existentes estão sendo aprimoradas, veja comigo neste post porquê você não terá que instalar o adobe flash player daqui a alguns anos. Quem costuma defender o Flash, sempre alega as grandes coisas que ele<a href="http://www.iotecnologia.com.br/os-substitutos-do-flash">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/06/51_137-Poison%20Apple.jpg" alt="" width="327" height="246" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Flash ainda é sem dúvida um plugin considerado essencial para todos os que usam e precisam da internet, mas o que poucos sabem e talvez até discordem, é que o Flash está com seus dias (ou melhor, anos) contados. E isso não é só porquê Steve Jobs está em pé de guerra com o Flash, mas sim porquê novas tecnologias estão surgindo e as tecnologias existentes estão sendo aprimoradas, veja comigo neste post porquê você não terá que instalar o adobe flash player daqui a alguns anos.</p>
<p><span id="more-6101"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quem costuma defender o Flash, sempre alega as grandes coisas que ele pode fazer, mas esquecem de levar em consideração as consequências que elas trazem. Sites mais pesados, menos acessíveis e por aí vai. Eu odeio quando entro em um site e vejo que ele é todo em flash,  ou então quando o mesmo se resume a um banner em flash, lastimável&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade eu não vim explicar o porquê o Flash vai acabar ou está acabando, mas sim mostrar o que irá substituí-lo. E uma das tecnologias será o JavaScript, ou melhor JavaScript com JQuery e seus milhares de plugins.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não conhece, o  <a target="_blank" href="http://jquery.com/">JQuery</a> é uma biblioteca que além de facilitar o desenvolvimento em JavaScript, adiciona muitos efeitos que não seriam muito fáceis de implementar utilizando só o JavaScript. Com JQuery é possível inclusive fazer animações para Web, claro que nada como uma animação em Flash, mas quem sabe no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo você verá uma lista de sites (clique nas imagens para acessar o site) que utilizam JQuery e alguns plugins, e pode acreditar: não é flash! (Se possível testem no Firefox, no IE pode ser que alguns sites não funcionem como o esperado)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fly Out Menu</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a target="_blank" href="http://tympanus.net/Tutorials/CufonizedFlyOutMenu/#"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6141" title="jquery" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jquery-300x181.jpg" alt="" width="300" height="181" /></a><strong>Super Galeria</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a target="_blank" href="http://tympanus.net/Tutorials/ThumbnailsNavigationGallery/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6143" title="jquery1" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jquery1-276x300.jpg" alt="" width="276" height="300" /></a><strong>Collapsing Site Navigation</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a target="_blank" href="http://tympanus.net/Tutorials/CollapsingSiteNavigation/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6145" title="jquery2" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jquery2-300x217.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Banner totalmente em Jquery</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a target="_blank" href="http://tympanus.net/Tutorials/CustomAnimationBanner/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6147" title="jquery4" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jquery4-300x137.jpg" alt="" width="300" height="137" /></a><strong>Portfólio Animado</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a target="_blank" href="http://tympanus.net/Tutorials/AnimatedPortfolioGallery/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6148" title="jquery5" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jquery5-300x88.jpg" alt="" width="300" height="88" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Achou pouco? tem  mais exemplos! Veja a lista abaixo com diversos exemplos de efeitos criados sem o uso de Flash:</p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://demo.tutorialzine.com/2010/10/css3-animated-bubble-buttons/css3-buttons.html">http://demo.tutorialzine.com/2010/10/css3-animated-bubble-buttons/css3-buttons.html</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.zurb.com/playground/jquery_image_slider_plugin">http://www.zurb.com/playground/jquery_image_slider_plugin</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.sohtanaka.com/web-design/examples/element-tooltip/">http://www.sohtanaka.com/web-design/examples/element-tooltip/</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://nivo.dev7studios.com/">http://nivo.dev7studios.com/</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.mind-projects.it/projects/jqzoom/demos.php#demo1">http://www.mind-projects.it/projects/jqzoom/demos.php#demo1</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://tympanus.net/Tutorials/BeautifulBackgroundImageNavigation/">http://tympanus.net/Tutorials/BeautifulBackgroundImageNavigation/</a></li>
</ul>
<p>Gostou né? É&#8230; agora você está pronto para deixar de usar o Flash? E olhe que eu nem falei do HTML5&#8230;</p>
<p>Agradeço ao <a target="_blank" href="http://twitter.com/tiagooliveira86">@TiagoOliveira86</a> por nos compartilhar os sites exemplos e ao <a target="_blank" href="http://twitter.com/evanshossel">@evanshossel</a> por resgatá-los do histórico do Skype!</p>
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		<item>
		<title>Desenvolvimento Web: dicas e sermões</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvimento-web-dicas-e-sermoes</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvimento-web-dicas-e-sermoes#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 16:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[css]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento web]]></category>
		<category><![CDATA[webdesigner]]></category>

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		<description><![CDATA[A web hoje é um fenômeno que está crescendo a cada dia, e a medida que ela cresce, cresce também parte daqueles que fazem a Web: os Web Designers, Web Master e por ai vai. O que acontece é que muitos desses “profissionais”, aprendem a trabalhar com duas ou até três ferramentas, e saem desenvolvendo sites e mais sites que mais se parecem com um misturado de gambiarras sem sentido. Este post irá reunir alguns tópicos sobre o desenvolvimento Web em geral, abordando desde algumas dicas à alguns sermões para os profissionais da Web. Use todos os seletores CSS avançados<a href="http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvimento-web-dicas-e-sermoes">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5932" title="header" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/header-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><br />
A web hoje é um fenômeno que está crescendo a cada dia, e a medida que ela cresce, cresce também parte daqueles que fazem a Web: os Web Designers, Web Master e por ai vai. O que acontece é que muitos desses “profissionais”, aprendem a trabalhar com duas ou até três ferramentas, e saem desenvolvendo sites e mais sites que mais se parecem com um misturado de gambiarras sem sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Este post irá reunir alguns tópicos sobre o desenvolvimento Web em geral, abordando desde algumas dicas à alguns sermões para os profissionais da Web.</p>
<p><span id="more-5931"></span></p>
<h3>Use todos os seletores CSS avançados</h3>
<p style="text-align: justify;"><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Você realmente conhece a fundo o CSS? Nesta dica irei reunir algumas formas avançadas de selecionar elementos para definir os estilos.</p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } --></p>
<ul>
<li><strong>Attribute selectors</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Nesse tipo de seletor ele irá pegar um elemento baseado em algum atributo definido no XHTML. No exemplo abaixo todos os elementos <strong>img</strong> com a propriedade <em>alt</em> definida serão afetados pelo estilo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5935" title="cod1" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cod1.jpg" alt="Imagem exemplificando o Código" width="295" height="51" /></p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Um outro exemplo é aplicar o estilo dependendo do conteúdo dos atributos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5936" title="cod2" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cod2.jpg" alt="Imagem exemplificando o Código" width="223" height="78" /></p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Neste caso, todos os parágrafos que tenham a classe <em>title</em> serão afetados pelo estilo.</p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } --></p>
<ul>
<li><strong>Child selectors</strong></li>
</ul>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Um <em>child selector</em> atinge o filho “direto” de um elemento. Por exemplo, suponha que tenhamos a seguinte marcação:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5938" title="cod3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cod3-300x83.jpg" alt="Imagem exemplficando o código" width="300" height="83" /></p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Perceba que somente o primeiro link é que é um filho direto da <em>div</em>, os outros links são filhos diretos da lista e não da <em>div</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5940" title="cod4" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cod4.jpg" alt="Imagem Exemplificando o código" width="196" height="60" /></p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->O estilo acima só irá afetar o primeiro link, uma vez que ele é filho direto da <em>div</em>.</p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } --></p>
<ul>
<li><strong>Adjacent sibling selectors</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Este tipo de seletor consiste em pegar o elemento que possui o mesmo pai e que esta imediatamente após outro seletor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5942" title="cod5" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cod5.jpg" alt="Imagem Exemplificando o código" width="394" height="49" /></p>
<p style="text-align: left;"><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->E com o seguinte CSS, somente o primeiro parágrafo será estilizado.<img class="aligncenter size-full wp-image-5943" title="cod6" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cod6.jpg" alt="Imagem exemplificando código" width="200" height="55" /></p>
<p style="text-align: justify;"><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Existem muitas outros seletores, não poderei abordar todos para não deixar o post muito grande. Mas isso serve como um incentivo para vocês buscarem conhecer mais. <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Use convenções de nomes</h3>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } --></p>
<p style="text-align: justify;">Quem aqui já desenvolveu um site e não se preocupou muito com a organização, sabe a grande dor de cabeça que isto dá, por isso, uma outra dica que eu dou é usar convenções de nomes para os seus elementos. E claro, nunca misture inglês com português, use somente um idioma.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo uma lista de convenções de nomes geralmente usadas (em inglês):</p>
<ul>
<li>#branding</li>
<li>#content_sub</li>
<li>#content_main</li>
<li>#content_supp</li>
<li>#nav_main</li>
<li>#nav_sub</li>
<li>#site_info</li>
</ul>
<h3>Instale as extensões Firebug e Web Developer</h3>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; }a:link {  } --></p>
<p style="text-align: justify;">Eu acredito que a grande maioria dos desenvolvedores Web utilizam o Firefox para seu ambiente de produção. Caso você não use, recomendo fortemente que o faça agora. O Firefox possui duas extensões poderosas e que auxiliam e muito o desenvolvimento de páginas web: Firebug e Web Developer.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode baixá-las aqui: <a target="_blank" href="http://getfirebug.com/">http://getfirebug.com/</a> e <a target="_blank" href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/60/">https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/60/</a>.</p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } --></p>
<p style="text-align: justify;">Quando você instala essas extensões, é criada uma barra na parte superior do navegador, com diversas opções do Web Developer. O Firebug fica no canto direito inferior da tela. Após instalar o Firebug irá aparecer um ícone de um inseto que ao ser clicado irá abrir o Firebug.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o Web Developer podemos editar o CSS enquanto estamos visualizando a página no navegador e obter o resultado na medida que fazemos as alterações. Podemos também ver diversas informações da página. Uma função que eu gosto muito é a de exibir a topografia. Vá em informações &gt; Exibir topografia e veja o resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">Usando Firebug podemos facilmente descobrir onde está determinado elemento ou a que elemento pai um elemento filho pertence. Com o Firebug instalado e o Firefox aberto, clique no ícone do inseto para abrir o Firebug.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5946" title="firebug" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/firebug.jpg" alt="" width="681" height="193" /></p>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } --></p>
<p style="text-align: justify;">Clique agora no ícone da setinha azul, a segunda opção da esquerda para a direita. Após fazer isso passe o mouse por cima da página, você vai perceber que ele vai selecionando os elementos, quando você clicar em algum elemento ele irá mostrar o XHTML e o CSS daquele elemento.</p>
<h3>Separe o estilo do conteúdo</h3>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } --></p>
<p style="text-align: justify;">Já se foi a época em que usávamos o HTML para definir o visual das páginas Web, hoje em dia  <strong>devemos </strong>utilizar o CSS para este fim. O XHTML é onde definimos a marcação e colocamos o conteúdo, somente isso! Todo a estilização é feita via CSS. Uma forma interessante de ver se você está fazendo a coisa certa é verificar como sua página fica sem o CSS. Se ela ainda possuir fontes customizadas, fontes coloridas, backgrounds  e etc, isso é um mal sinal, pois você está usando o XHTML para estilizar sua página. Com o Web Developer é possível verificar como a página fica sem o CSS.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer isso vá em “Nenhum erro de CSS &gt; Desativar estilos &gt; Todos os estilos”, após fazer isso o CSS será desativado e o navegador só ira renderizar o XHTML.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Teste em todos os navegadores</h3>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; }a:link {  } -->Um outro ponto de suma importância: teste o site em todos os navegadores, não há nada mais desagradável do que ver um site funcionar perfeitamente em um navegador mas em outro navegador ele está com erros. Um exemplo é o site da <a target="_blank" href="http://wizard.com.br/">Wizard</a> . Até o presente momento ele está com o layout quebrado no Google Chrome.</p>
<h3>Preze pela acessibilidade</h3>
<p><!-- p { margin-bottom: 0.08in; } -->Você sabe o que é acessibilidade? Você sabe as técnicas utilizadas para prover uma acessibilidade? Se você não sabe responder essas perguntas, provavelmente seus sites são bastantes inacessíveis.</p>
<p>Propriedades como <em>alt</em> e <em>title</em> são essenciais para uma boa acessibilidade. Imagine que você tem uma imagem como um link, um internauta cego, logicamente não vai conseguir ver a sua página, então ele usa um leitor de tela.</p>
<p>Quando o leitor de tela vê uma imagem, ele procura por propriedades como <em>alt</em> e <em>title</em>, que descrevem o que é aquilo. Dessa forma um internauta cego conseguiria saber do que se trata aquele link. Se não houver um atributo deste tipo, provavelmente o leitor de tela irá ler o destino do link. O que não seria nada esclarecedor para o internauta.</p>
<p>Agora vamos mudar de situação, imagine um internauta que não consiga usar o mouse, ou que tenhas dificuldades de usar o mouse, então ele usa na maior parte do tempo o teclado para trabalhar no computador. Imagine aqueles famosos menus que quando passamos o mouse em cima aparece o submenu, como o deficiente iria conseguir imaginar que ali tem submenus?</p>
<p>Outra dificuldade seria navegar pela página, navegar pelos links utilizando apenas o teclado. Para problemas desse tipo existe o <em>tabindex</em>, uma propriedade que define a “prioridade” de cada elemento. Ou seja quando pressionarmos a tecla TAB os elementos serão selecionados de acordo com a prioridade definida pela propriedade <em>tabindex</em>.</p>
<p>Você pode estar sentindo falta de um apelo anti-flash, mas isso é assunto para um post inteiro, então para finalizar deixo esses vídeos que falam  muito sobre acessibilidade, é um pouco grande mas vale muito a pena assistir. Espero que após verem esses vídeos, seus sites sejam mais acessíveis.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/NfF8KBy9U6I?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/NfF8KBy9U6I?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OWgtRerb2Xc?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/OWgtRerb2Xc?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>LVM: uma alternativa de particionamento</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/lvm-uma-alternativa-de-particionamento</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 10:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[lvm]]></category>
		<category><![CDATA[particionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem já é acostumado a formatar computadores sabe que um particionamento adequado é essencial para que um sistema continue “operante” mesmo após uma outra formatação, ainda mais quando se trata de servidores. O LVM ou Logical Volume Management é um padrão para gerenciamento de discos e sistemas de arquivos, criado inicialmente pela IBM, recebendo apoio de empresas como HP e Open Group. O LVM oferece algumas vantagens. Diferente do particionamento tradicional, ele não vê HD&#8217;s nem partições, ele cria os chamados volumes lógicos. Cada volume se comporta como se fosse uma partição, que pode ser formatada e montada normalmente. Esse<a href="http://www.iotecnologia.com.br/lvm-uma-alternativa-de-particionamento">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já é acostumado a formatar computadores sabe que um particionamento adequado é essencial para que um sistema continue “operante” mesmo após uma outra formatação, ainda mais quando se trata de servidores. O LVM ou Logical Volume Management é um padrão para gerenciamento de discos e sistemas de arquivos, criado inicialmente pela IBM, recebendo apoio de empresas como HP e Open Group.</p>
<p><span id="more-5875"></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">O LVM oferece algumas vantagens. Diferente do particionamento tradicional, ele não vê HD&#8217;s nem partições, ele cria os chamados volumes lógicos. Cada volume se comporta como se fosse uma partição, que pode ser formatada e montada normalmente. Esse volumes ficam agrupados em um grupo de volumes lógicos (Logical Volume Group), este por sua vez, se comporta como um HD.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5877" title="lvm" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/lvm-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" />Como é possível ver na figura acima, no LVM primeiramente temos os dispositivos físicos (Physical Volume), logo após temos o VG (volume groups) que podem englobar mais de uma partição e/ou HD, como mostra a figura. Finalmente na última &#8220;camada&#8221; temos os volumes lógicos que seriam as nossas partições. No caso da figura acima temos 3 volumes lógicos cada um se refere ao diretório /home, /var e /data respectivamente.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">A diferença do LVM para o particionamento comum é que ao invés de armazenar as informações sobre as partições na tabela de partições (espaço que mantém as informações do particionamento do computador), o LVM escreve suas próprias informações de forma separada e mantém o controle sobre a localização das partições, quais dispositivos são partes delas e o tamanho de cada uma.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal vantagem é que o grupo de volumes lógicos pode combinar o espaço de diversos HD&#8217;s, que poderá ser modificado conforme necessário. E tudo isto será visto como um único volume, ou seja, é como se uma única partição englobasse mais de um HD. Uma outra vantagem é que você pode facilmente aumentar ou reduzir o tamanho dos volumes lógicos, procedimento que se assemelha ao redimensionamento.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">Se você deseja aumentar o tamanho do volume X, você pode diminuir o volume Y e alocar esse espaço livre na partição X. Ainda existe a possibilidade de adicionar novos HD&#8217;s ao computador e posteriormente adicionar esse HD a um volume lógico existente. Se um servidor tiver suporte ao <em>hot-swap</em> é possível inclusive realizar essa operação sem reiniciar a máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você deseja mais informações sobre LVM e procedimentos, você pode ler algum desses artigos:</p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Entendendo-e-configurando-o-LVM-manualmente/?pagina=1">Entendendo e configurando o LVM</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/LVM-completo-e-sem-misterios">LVM completo e sem mistérios</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.guiadohardware.net/artigos/lvm/">Introdução ao LVM</a></li>
</ul>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">É fácil perceber que o LVM é bem mais complexo e complicado se comparado ao sistema tradicional baseado em partições. Ele é útil para casos em que é necessário uma certa flexibilidade no gerenciamento dos discos. A menos que você seja um usuário avançado e queira realmente testar e usar o LVM, você pode ficar com o sistema tradicional.</p>
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