Linux e Software Livre
10 coisas que um novo usuário do Linux deve desaprender
06/02/10
Já faz um bom tempo que eu vi essa lista no blog do meu amigo Chris, mas só hoje decidi publicá-la por aqui. A lista traz 10 coisas que você faz/vê no Windows mas que não existem no Linux. Vale a pena dar uma lida.
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Reboot não é um procedimento de operação padrão (em inglês, Standard Operating Procedure, ou simplesmente SOP). Quando uma aplicação trava, ela não afeta outras aplicações ou o próprio sistema; você pode matá-la (kill) sem afetar outras partes. O mesmo acontece para instalações de novas aplicações ou atualizações (com exceção de atualização do kernel). Ou seja, você verá raramente mensagens do tipo “você deve reiniciar o sistema par que as atualizações tenham efeito“;
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“É recomendado que você feche todas as aplicações antes de continuar” é uma mensagem que você quase não verá. Não faz sentido ter que parar de fazer algo – ouvir música, navegar na web, etc… – para fazer algo. Uma vez que é um sistema multitarefas, não?
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Você não terá que renovar sua assinatura de sofwtare antivirus/antimalmware. É um sistema seguro;
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as distros Linux vêm com uma grande quantidade de aplicativos para as mais diversas finalidades. Veja no seu CD de instalação se já não existe um, ou procure no gerenciador de pacotes. Além do que, a grande maioria é free! Ou seja, não precisará sair correndo para uma loja de venda de softwares!
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Como a maioria dos aplicativos é open source, você raramente verá caixas de diálogo com EULAs, terá que digitar chaves de liberação de um software, aceitar contratos ou ficará recebendo e-mails de aviso de expiração;
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o suporte a hardware melhorou demais, e existem drivers genéricos para eles. Logo, você não terá que ficar instalando um driver X para um pendrive e outro Y para outro pendrive (por exemplo): é plugar o mesmo e usar, independente da marca;
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Você não terá que procurar um equivalente ao “PC Doctor” para procurar erros e inconsistências no sistema. Linux não instala um monte de aplicações do nada, não fica mais lento com o tempo e não corrompe arquivos;
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Defrag. Não existe uma ferramenta de defrag no Linux. Uma vez que ele não fragmenta seu disco;
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No equivalente ao menu Iniciar, você verá os aplicativos agrupados por tipo (Internet, Escritório, Desenvolvimento, Jogos, etc…) ao invés de vê-los agrupados por marca ou empresa fabricante. É muito mais intuitivo;
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Seu computador é seu. Nenhum aplicativo fica enviando dados para o fabricante, monitorando o que você faz ou deixa de fazer, qual sua configuração de hardware ou pedindo para revalidar o software.
Afinal, qual a diferença entre Open Source e Software Livre?
04/02/10
Antes de começar o post propriamente dito gostaria de me apresentar. Meu nome é Arthur Lyra Araújo, estudo com Danilo no IFRN (concluiremos esse ano o Curso Técnico Integrado em Informática), sou o 2° maior comentarista do I/O (e…?), costumava postar no Blog do CAINF e acompanho o I/O Tecnologia desde que ainda estava no blogger. Devidamente apresentado vamos ao que interessa
Numa das minhas conversar inúteis com Danilo no MSN falávamos sobre Software Livre, Software Free, Open Source etc quando eu disse que preferia falar Open Source ao invés de Software Livre (não me recordo agora o exato motivo), porém achava que ambos eram apenas dois modos diferentes de nos referirmos a mesma coisa. Danilo falou que uma coisa não era igual a outra mas não sabia explicar exatamente “o que” era diferente. Fui atrás, pesquisei e pedi a Danilo para postar sobre esta diferença, desconhecida por alguns muitos, aqui no I/O.

ReactOS: Evolução ou perda de tempo?
28/01/10

O ReactOS é um sistema operacional livre que tem por maior objetivo atingir um elevado grau de compatibilidade com o Microsoft Windows. Segundo o site do projeto ele visa fornecer compatibilidade completa tanto com as aplicações como com os controladores desenvolvidos para os sistemas operacionais da linha NT da Microsoft.
O ReactOS é totalmente open-source, ou seja, seu código fonte está disponível pra qualquer ser vivo estudar ou mesmo participar do desenvolvimento. A atual versão do ReactOS é a 0.3.11. Segundo os desenvolvedores eles não querem competir com o Linux e sim justamente fazer as pessoas se livrarem do dual boot: Windows + Linux e instalar o ReactOS em vez do Windows. Na atual versão do sistema já é possível inclusive rodar alguns jogos como Quake 1, mas é preciso lembrar que o projeto apesar de já ter muitos anos de desenvolvimento ainda está em fase inicial.
O verdadeiro Significado de “Free Software”
21/01/10
Muitas pessoas confundem o termo “Free Software” com a idéia de que o software é gratuito, mas isso não é a forma correta de se entender o termo, O Free Software – em português Software Livre – é uma filosofia de software que revolucionou a informática e que ainda dá dor de cabeças as empresas que continuam seguindo a filosofia proprietária.
Lançado OpenShot 1.0!
12/01/10
Para aqueles que sentiam falta de um bom editor de vídeo para Linux, talvez esse programa seja a luz no fim do túnel, o OpenShot nasceu para ser simples e fácil de usar, porém poderoso, e há alguns dias foi lançada a versão 1.0, que foi muito criticado pelo pessoal do OS News alegando que o software ainda é prematuro para ser nomeado como 1.0. Apesar disso o lançamento do OpenShot é um marco, pois aliado ao atual estado do programa temos a velocidade de desenvolvimento e claro temos também a qualidade desse software, vale a pena Testar!.
Aqui um vídeo do lançamento da versão 1.0, mostrando algumas novidades:
Visite o site do OpenShot para maiores informações, O OpenShot possui somente versões para Linux.
Vale lembrar também que temos outros editores de vídeos no Linux, como o Cinelerra(Profissional) e um outro projeto recentemente reativado o Cinefx(antes jahshaka) que tenta ser equivalente ao After Effects(pelo menos quando era o jahshaka).
Uma nova alternativa ao Wine?
11/01/10
Como todos devem saber, um dos maiores impasses para a adoção do Linux como Sistema Operacional é a questão de jogos, pois a maioria esmagadora dos grandes títulos não rodam nativamente no Linux. Para Tentar contornar isso existe o projeto Wine, um projeto destinado a rodar aplicações Windows dentro do Linux, que tem feito um ótimo trabalho, visto a dificuldade de se implementar a API(Biblioteca) do Windows uma vez que o Windows não possui o código fonte disponível obrigando os desenvolvedores do Wine a se contentar com a documentação existente e quebrar a cabeça com técnicas de engenharia reversa. Para se ter uma idéia da dificuldade de se desenvolver o wine, ele passou mais de 10 anos para chegar a versão 1.0(o que aconteceu em 2008).

