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	<title>I/O Tecnologia &#187; Linux e Software Livre</title>
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		<title>Oracle retorna OpenOffice à Comunidade</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 14:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[openoffice]]></category>
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		<description><![CDATA[Algum tempo atrás, a comunidade responsável pelo desenvolvimento do OpenOffice entrou em divergência com a Oracle, o que resultou na criação da The Document Foundation (TDF) e do fork LibreOffice, conforme explicado no post O fim do OpenOffice (?). Passados uns meses, a Oracle devolve o OpenOffice à comunidade. E agora? Primeiramente, é importante entender os possíveis motivos que levaram a Oracle a tomar essa decisão. A perda dos desenvolvedores que trabalhavam no OpenOffice pode ter influído. A crescente adoção do LibreOffice pelos usuários teve sua parcela de culpa. O verdadeiro golpe, no entanto, foi o apoio dado ao projeto<a href="http://www.iotecnologia.com.br/oracle-retorna-openoffice-a-comunidade">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<span id="more-6762"></span><br />
Primeiramente, é importante entender os possíveis motivos que levaram a Oracle a tomar essa decisão. A perda dos desenvolvedores que trabalhavam no OpenOffice pode ter influído. A crescente adoção do LibreOffice pelos usuários teve sua parcela de culpa. O verdadeiro golpe, no entanto, foi o apoio dado ao projeto da The Document Foundation, em detrimento do OpenOffice. Grandes empresas, como Google, Canonical, Red Hat, Novell, ao notarem as novidades trazidas pelo LibreOffice, direcionaram seus investimentos para o projeto. Populares fundações, como a Free Software Foundation (FSF) e a Gnome Foundation fizeram o mesmo.</p>
<p>Tudo isso culminou com o anúncio, sexta-feira passada (15/04), de que a Oracle estava retornando o OpenOffice à comunidade e, consequentemente,  abrindo mão de comercializar a versão paga do mesmo. Edward Screven, arquiteto chefe da empresa, afirmou: “[...] acreditamos que o projeto OpenOffice.org seria melhor gerido por uma organização focada em atender tantos interessados num modelo não-comercial. Pretendemos começar a trabalhar imediatamente com os membros da comunidade para promover o contínuo sucesso do OpenOffice. A Oracle continuará a apoiar fortemente a adoção de formatos de documentos baseados em padrões abertos, como o Open Document Format (ODF)”.</p>
<p>A Oracle também garantiu que continuaria a investir no código aberto, através de iniciativas como o Linux e o MySQL.</p>
<p>Exposto isso, suponho que nos resta esperar. No início do projeto LibreOffice, os desenvolvedores chegaram a brigar pelo nome <em>OpenOffice.org</em>. Agora, ao alcançar um maior grau de estabilidade, talvez tenham mudado de ideia. É provável que a decisão da Oracle tenha vindo tarde demais.</p>
<p>O que tiramos de tudo isso? Mais uma vez, a comunidade mostra seu poder. O OpenOffice foi criado por ela e, independentemente do nome do projeto, terá continuidade por ela. O apoio de empresas é importante, mas, acima de tudo, o ideal de liberdade deve ser mantido. Pelo menos, assim penso.</p>
<p>E você, o que acha dessa história? Qual será o desfecho desse episódio?</p>
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		<title>Instalando o Gnome 3</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/instalando-o-gnome-3</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 10:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[gnome]]></category>
		<category><![CDATA[gnome3]]></category>

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		<description><![CDATA[Após cinco anos de intenso trabalho, finalmente o Gnome 3 é oficialmente lançado. A nova interface utiliza a tecnologia do Gnome Shell, que promete facilitar e tornar mais agradável a experiência do usuário. Com um visual belíssimo e uma forma mais dinâmica de gerenciar janelas e múltiplas áreas de trabalho, o Gnome 3 pretende revolucionar. A seguir, as principais mudanças em relação ao Gnome 2. Como se pode notar, o visual está totalmente diferente do encontrado na versão anterior do Gnome. A ideia dos três menus principais (Aplicativos, Locais e Sistema) já não existe. O equivalente aos menus Aplicativos e<a href="http://www.iotecnologia.com.br/instalando-o-gnome-3">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6661" title="Gnome3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/gnome3_011.png" alt="" width="500" height="400" /><br />
<a rel="attachment wp-att-6672" href="http://www.iotecnologia.com.br/instalando-o-gnome-3/gnome3_03"><img class="aligncenter size-full wp-image-6672" title="Gnome3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/gnome3_03.png" alt="" width="500" height="400" /></a><br />
<a rel="attachment wp-att-6675" href="http://www.iotecnologia.com.br/instalando-o-gnome-3/gnome3_06"><img class="aligncenter size-full wp-image-6675" title="Gnome3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/gnome3_06.png" alt="" width="500" height="400" /></a><br />
<a rel="attachment wp-att-6686" href="http://www.iotecnologia.com.br/instalando-o-gnome-3/gnome3_02-3"></a><a rel="attachment wp-att-6687" href="http://www.iotecnologia.com.br/instalando-o-gnome-3/gnome3_02-4"><img class="aligncenter size-full wp-image-6687" title="Gnome3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/gnome3_023.png" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
<p>Como se pode notar, o visual está totalmente diferente do encontrado na versão anterior do Gnome. A ideia dos três menus principais (Aplicativos, Locais e Sistema) já não existe. O equivalente aos menus Aplicativos e Locais pode ser acessado através do menu Atividades (ou tecla Super), que incorporou uma caixa de busca logo de cara. As configurações do sistema se localizam à direita da tela, acessíveis pelo nome do usuário, menu Preferências do Sistema.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->A imagem a seguir ilustra a nova organização dos aplicativos, bem como o uso de vários espaços de trabalho.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-6694" href="http://www.iotecnologia.com.br/instalando-o-gnome-3/gnome3_04"><img class="aligncenter size-full wp-image-6694" title="Gnome3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/gnome3_04.png" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Gostou do Gnome 3? Quer testá-lo? É bastante simples!</p>
<p>Primeiramente, via terminal, adicione a ppa e dê um <em>update</em>:</p>
<p><strong>sudo add-apt-repository ppa:ricotz/testing &amp;&amp; sudo apt-get update</strong></p>
<p>Agora, instale o Gnome Shell:</p>
<p><strong>sudo apt-get install gnome-shell</strong></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Quer apenas experimentar a interface? Via terminal, ou pressionando Alt+F2, digite:</p>
<p><strong>gnome-shell &#8211;replace</strong></p>
<p>Aguarde um instante e o Gnome 3 será exibido. Como você só está testando a atualização, quando reiniciar o computador, o Gnome 2 voltará a ser exibido por padrão. Se quiser desabilitar o Gnome Shell sem precisar reiniciar a máquina, digite <strong>debugexit </strong>via Alt+F2 ou terminal.</p>
<p>Aprovou a nova versão? Quer habilitá-la por padrão? Digite o seguinte código no terminal:</p>
<p><strong>gconftool-2 &#8211;set &#8220;/desktop/gnome/session/required_components/windowmanager&#8221; &#8211;type string &#8220;gnome-shell&#8221;</strong></p>
<p>Feito isso, não adianta tentar um <strong>debugexit </strong>nem reiniciar a máquina. O Gnome 3 está realmente habilitado.</p>
<p>Deseja desabilitá-lo? O comando é o seguinte:</p>
<p><strong>gconftool-2 &#8211;set &#8220;/desktop/gnome/session/required_components/windowmanager&#8221; &#8211;type string &#8220;compiz&#8221;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Basicamente, é isso. Agora, você já pode testar o Gnome Shell e ter uma noção do que o Gnome 3 está trazendo. Está esperando o quê?</p>
<p>Sei que muita gente vai estranhar. Outros poderão gostar. E você, o que achou? <em>Comente!</em></p>
<p>Para mais informações sobre o Gnome Shell, acesse <a target="_blank" href="http://ubuntued.info/gnome-shell-tenha-a-futura-aparencia-do-gnome3">este link</a> ou o <a target="_blank" href="http://www.gnome3.org/">site oficial do Gnome 3</a>.</p>
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		<title>Squid x Dansguardian: Controle de acesso &#224; Internet</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/squid-x-dansguardian-controlando-o-acesso-internet</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/squid-x-dansguardian-controlando-o-acesso-internet#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 05:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[cache]]></category>
		<category><![CDATA[dansguardian]]></category>
		<category><![CDATA[proxy]]></category>
		<category><![CDATA[squid]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu server]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem trabalha com ferramentas opensource de controle de acesso à Internet, certamente já ouviu falar de dois grandes nesta área: Squid e DansGuardian. Guardadas as proporções, ambos fazem a mesma coisa. Entretanto, por ter sido desenvolvimento especificamente para o controle de acesso de conteúdo, o DansGuardian nos oferece um leque muito maior de personalizações do que o Squid. No post de hoje entenderemos como o DansGuardian funciona e porque ele é melhor que o SquidCache. Inicialmente o Squid foi criado para ser um servidor de cache com a finalidade de economizar o uso da escassa banda de Internet disponível na<a href="http://www.iotecnologia.com.br/squid-x-dansguardian-controlando-o-acesso-internet">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p><span id="more-6554"></span>
<p>Inicialmente o Squid foi criado para ser um servidor de cache com a finalidade de economizar o uso da escassa banda de Internet disponível na época em que ele foi concebido. Com o passar dos anos e com a necessidade de controlar o conteúdo que era acessado nas corporações, o Squid Cache incorporou a função de controlar o conteúdo através de diversas variáveis. Apesar de dispor de várias opções de controle, o Squid ainda continuava sendo, genuinamente, uma ferramenta de cache.</p>
<p>Mais recentemente surgiu o DansGuardian, uma ferramenta originalmente concebida para ser um filtro de conteúdo. Por ser específico na sua função, este software é bem mais elaborado, nos permitindo filtrar de maneiras eficazes o conteúdo que é acessado pelos usuários. </p>
<p>Comparando as duas soluções de controle de conteúdo, costumo dizer que o Squid possui um controle mais estático que o DansGuardian, de modo que seu modo de funcionamento é baseado em expressões e permissões estáticas, o que na prática acaba por fazer com que haja muitos falsos positivos.</p>
<p>Ao contrário do seu antecessor, o DansGuardian oferece um controle mais dinâmico. Através de uma pontuação dada a cada página acessada, o DG controla o conteúdo e evita, com o aperfeiçoamento das frases/palavras chave, a ocorrência de falsos positivos. A essa pontuação dá-se o nome de “índice de senvergonhice”.</p>
<p>O conceito desse índice é bem simples de se entender: Em um arquivo no seu servidor DG você define palavras e/ou frases que quando encontradas em uma página da Web somam alguns pontos, que já deverão ter sido pré-determinados por você. Após analisar toda a página, o DG define, de acordo com a pontuação acumulada por aquela página, se ela será liberada ou não. Se no servidor você definiu o índice de senvergonhice em 150 pontos, toda página que alcançar esse valor será bloqueada.</p>
<p>Para deixar este conceito bem claro, vamos exemplificar um caso real. Digamos que você definiu o índice de senvergonhice como 200. Você definiu também as seguintes pontuações para as seguintes palavras/frases chave:</p>
<blockquote><p>&lt;pr0ibido para men0res de 18 an0s&gt;&lt;100&gt;</p>
<p>&lt;sex0&gt;,&lt;0rgia&gt;,&lt;p0rn0grafia&gt;,&lt;fotos&gt;&lt;150&gt;</p>
<p>&lt;grátis&gt;,&lt;ao vivo&gt;,&lt;mulheres&gt;,&lt;sex0&gt; &lt;70&gt;</p>
</blockquote>
<p><em>Obs: Note que eu não escrevi as palavras exatamente como elas são, pois se eu as escreve talvez o DansGuardian da sua empresa os bloqueasse.</em></p>
<p>Essa lista acima diz pra mim o seguinte, linha por linha.</p>
<p><em>&lt;pr0ibido para men0res de 18 an0s&gt;&lt;100&gt; </em>Se encontrar esta expressão na página some 100 pontos.</p>
<p>&lt;sex0&gt;,&lt;0rgia&gt;,&lt;p0rn0grafia&gt;,&lt;fotos&gt;&lt;150&gt; Se encontrar todas estas 4 expressões na mesma página some mais 150 pontos. </p>
<p>&lt;grátis&gt;,&lt;ao vivo&gt;,&lt;mulheres&gt;,&lt;sex0&gt;&lt;70&gt; Se encontrar todas estas palavras na mesma página some mais 70 pontos.</p>
<p>Se a página que você acessou tiver, por exemplo, só a frase da primeira regra e as palavras da segunda, ela terá somado 250 pontos, ultrapassando nosso índice e sendo, portanto, bloqueada. Já se ela possui apenas a primeira e a terceira regra, somaram-se apenas 170 ponto, não bloqueando o acesso à página. Entendido?</p>
<p>Este modo de operação permite ao DansGuardian, como dito anteriormente, evitar os falsos positivos que ocorrem no Squid. Imagine uma situação onde um professor de biologia ou um médico ginecologista procuram por DSTs. Certamente os sites por onde eles passarão terão a palavra “sex0”. No Squid a permissão de acesso será concedida, ou não, de acordo com um resultado “binário”, ou seja, se houver o termo “sex0” a página será bloqueada, caso contrário, será liberado. Dessa maneira o Squid bloquearia algo que não deveria ser bloqueada.</p>
<p>Usando o DansGuardian, além da análise contextual com a soma de pontos, será feita também uma análise subtraindo pontos de “expressões boas”, que estarão num arquivo de lista branca. No exemplo abaixo você notará que do mesmo modo como se podem somar pontos em determinados termos, pode-se subtrair também.</p>
<blockquote><p>&lt;doença&gt;,&lt;dst&gt;,&lt;tratamento&gt;&lt;-50&gt;</p>
<p>&lt;pên1s&gt;,&lt;vag1na&gt;,&lt;doença&gt;&lt;-30&gt;</p>
<p>&lt;aids&gt;&lt;-10&gt;</p>
</blockquote>
<p>A explicação é a mesma do somatório do exemplo anterior, entretanto, quando forem encontradas essas expressões haverá uma subtração no índice de senvergonhice.</p>
<p>Além do bloqueio através da análise contextual, o DansGuardian também oferece todas aquelas variáveis de análise disponibilizadas pelo Squid, como bloqueio por palavras chaves, URL, usuário, IP de origem, domínio, extensões, entre outros termos.</p>
<p>Neste post a idéia foi apresentar o DansGuardian como uma solução de controle de acesso à Internet em substituição ao SquidCache. Dependendo da reação dos leitores a este post, poderemos aprofundar o assunto e escrever um pouco mais sobre esta ferramenta.</p>
<p>Se você quer uma consultoria desta ferramenta para sua empresa, entre em contato conosco através da <a href="http://www.iotecnologia.com.br/contato" target="_blank">nossa página de contato</a>.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>No related posts.</p>
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		<title>Desenvolvendo para web com software livre</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvendo-para-web-com-software-livre</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvendo-para-web-com-software-livre#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 08:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento web]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O desenvolvimento para web com ferramentas opensource é um mercado que sem dúvida está em alta . Entretanto, muitas pessoas ainda têm aversão à utilização de software livre para o desenvolvimento web, seja na área de programação, montagem (HTML/CSS) ou design, sendo esta última, a área em que isso ocorre com maior frequência. O objetivo deste post é mostrar que o Software Livre está mais presente do que você imagina no desenvolvimento web. Onde o software livre está presente? &#160; Esta é uma das perguntas mais fáceis de ser respondida. Quando você desenvolve para web com certeza você está<a href="http://www.iotecnologia.com.br/desenvolvendo-para-web-com-software-livre">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento para web com ferramentas opensource é um mercado que sem dúvida está em alta . Entretanto, muitas pessoas ainda têm aversão à utilização de software livre para o desenvolvimento web, seja na área de programação, montagem (HTML/CSS) ou design, sendo esta última, a área em que isso ocorre com maior frequência.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo deste post é mostrar que o Software Livre está mais presente do que você imagina no desenvolvimento web.</p>
<p><span id="more-6493"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde o software livre está presente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_19zwJvTJ1bc/TGrEllIJnkI/AAAAAAAAAAM/IWMXeVVOVwE/s320/interroga%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="" width="203" height="203" /><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma das perguntas mais fáceis de ser respondida. Quando você desenvolve para web com certeza você está usando software livre. Seja porque você testa em diversos navegadores como Firefox e Chromium, que são softwares livres, ou então quando configura seu servidor web que usa o Apache e que na maioria das vezes é Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu nem precisava citar todos esses softwares para comprovar o quão eles estão presentes no desenvolvimento web. Bastaria citar que a grande maioria das linguagens que são usadas na web hoje são linguagens open-source, como por exemplo, PHP, Ruby On Rails, Python etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não poderia esquecer de citar frameworks e CMSs. WordPress, Joomla, Drupal, CakePHP e por aí vai. São só alguns exemplos de projetos que são muito utilizados e que mais uma vez, são software livres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Usando ferramentas e projetos livres</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que a maioria pensa, é possível aumentar a produtividade (e o lucro) utilizando ferramentas livres. Primeiro porque você não precisará pagar a licença de um eventual software pago. Segundo porque muitas vezes as soluções livres superam as soluções pagas, como por exemplo o Apache que domina o mercado por oferecer um serviço muito superiorao IIS da Microsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro caso seria a utilização de um SGBD. Se você optar por uma solução paga você terá que desembolsar uma quantia significante (dependendo da solução) para obter a licença de uso. Além disso algumas soluções pagas exigem licença para cada uso, ou seja, se cada sistema que sua empresa desenvolver utilizar um servidor de banco de dados diferente, você teria que ter uma licença para cada instalação do SGBD.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso logicamente não acontece ao utilizar soluções livres. SGBDs como PostgreSQL, MySQL e Firebird são totalmente livres e não exigem o pagamento de licença para seu uso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenvolvendo para web com software livre</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste tópico irei reunir algumas dicas, frameworks e CMSs que nos ajudam e muito durante o desenvolvimento de projetos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.miracletutorials.com/images/joomla-vs-wordpress.jpg" alt="" width="225" height="175" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos CMSs no mercado, mas falarei somente de dois:Wordpress e  Joomla. Esses dois CMSs estão entre os mais utilizados no mundo todo. A agilidade no desenvolvimento, o poder de customização e também a quantidade de plugins disponíveis estão entre as características desses dois CMSs.</p>
<p style="text-align: justify;">É perfeitamente possível utilizar qualquer um desses dois como plataforma primária para desenvolvimento de sites. E não pense que você vai ficar limitado ao que o WordPress ou o Joomla por si só oferecem, pois você tem uma gama enorme de plugins e ainda tem a possibilidade de criar o seu próprio plugin ou modificar algum existente. As possibilidades são enormes!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6583" title="framework" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/framework-300x162.png" alt="" width="300" height="162" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Saindo um pouco dos CMSs temos também vários frameworks (open-source) disponíveis, seja para PHP, Ruby, Python etc. Nomes como Zend Framework, CakePHP, Django, Rails, são nomes que você como desenvolvedor web talvez já tenha ouvido falar.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais objetivos dos frameworks é agilizar o desenvolvimento das aplicação ao passo que mantêm boas práticas de codificação, segurança e também um código legível e de fácil manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Não poderíamos deixar de citar algumas dicas bem úteis e que com o passar do tempo podem te ajudar bastante. A primeira delas já foi discutida aqui no I/O Tecnologia que é o <a target="_blank" href="../zen-coding-codificando-xhtml-como-um-ninja" target="_blank">ZenCoding</a>. O objetivo do ZenCoding é agilizar o processo de formatação de um documento (X)HTML. Se achou interessante visite o <a target="_blank" href="../zen-coding-codificando-xhtml-como-um-ninja" target="_blank">post</a> sobre o ZenConding para maiores detalhes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra dica que pode ser bastante útil é o LessCSS. Esta ferramento é uma espécie de folha de estilos dinâmica. Usando esse framework, você consegue criar funções, variáveis e outras coisas mais no CSS. E isso pode ser muito útil ao criar e gerenciar folhas de estilos! Para maiores detalhes visite o site do <a target="_blank" href="http://lesscss.org/" target="_blank">projeto</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu ainda poderia me estender muito neste assunto, mas acredito que já deu para abrir os olhos de muita gente! Já se foi o tempo em que o desenvolvimento para web se resumia a usar o Dreamweaver e o Flash (Aliás, esse tempo nunca existiu). <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://www.brunoavila.com.br/avante/" target="_blank">Para o alto e avante!</a></p>
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		<title>Personalizando o Ubuntu &#045; &#205;cones Faenza</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/personalizando-o-ubuntu-cones-faenza</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/personalizando-o-ubuntu-cones-faenza#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 01:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Personalizar]]></category>

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		<description><![CDATA[Os ícones Faenza são uma forma de estilizar a sua distro Linux com muito bom gosto. Belos e variados, eles dão uma amostra do poder do Pinguim no referente à personalização. Se você é daqueles que ainda imagina o Linux como uma tela preta com letras verdes, ou mesmo um sistema com poucas opções de personalização, mostrarei que está enganado. Para instalar os ícones, digite no terminal: sudo add-apt-repository ppa:tiheum/equinox Em seguida, instale-os: sudo apt-get update &#38;&#38; sudo apt-get install faenza-icon-theme Para habilitá-los, basta ir em Sistema → Preferências → Aparência. Na guia Tema, vá em Personalizar → Ícones. Selecione<a href="http://www.iotecnologia.com.br/personalizando-o-ubuntu-cones-faenza">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<span id="more-6495"></span></p>
<p>Para instalar os ícones, digite no terminal:<br />
<em>sudo add-apt-repository ppa:tiheum/equinox</em></p>
<p>Em seguida, instale-os:<br />
<em>sudo apt-get update &amp;&amp; sudo apt-get install faenza-icon-theme</em></p>
<p>Para habilitá-los, basta ir em <em>Sistema → Preferências → Aparência</em>. Na guia <em>Tema</em>, vá em <em>Personalizar → Ícones</em>. Selecione os ícones, e pronto!</p>
<p>Há variações deste tema, como o <strong>Faenza-Cupertino</strong>, que deixará os ícones com esta aparência:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-6497" href="http://www.iotecnologia.com.br/personalizando-o-ubuntu-cones-faenza/print1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6497" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/03/print1.png" alt="" width="500" height="330" /></a></p>
<p>Para instalá-lo, faça o <em>download</em> <a target="_blank" href="http://gnome-look.org/content/show.php/Faenza-Cupertino?content=129008">neste site</a>, descompacte o arquivo e copie-o para a pasta <em>/home/nomedousuario/.icons</em>. Ao fazer isso, os ícones estarão acessíveis no menu Aparência.</p>
<p>O UbuntuFórum possui uma lista com mais algumas variações do Faenza. Para visualizá-la, vá <a target="_blank" href="http://ubuntuforum-pt.org/index.php?topic=76400.0">neste link</a>. O procedimento para instalar os ícones e habilitá-los é o mesmo descrito acima.</p>
<p>Esta dica é válida principalmente para quem usa Gnome. Pesquisando, vi alguns tutoriais ensinando a instalar os ícones no KDE, contudo não cheguei a testá-los. Interessado? Faça o teste e comente o resultado.</p>
<p>Até a próxima. <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Ajude a traduzir o Ubuntu</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/ajude-a-traduzir-o-ubuntu</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/ajude-a-traduzir-o-ubuntu#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 09:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Munhoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[launchpad]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros leitores, o assunto de hoje foi sugerido por um leitor aqui do blog e creio ser uma coisa legal, mas que nem todos tem conhecimento. Quem lida com informática e possui um conhecimento, mesmo que pequeno, sobre Linux sabe que o sistema é aberto a colaborações de toda e qualquer pessoa que tenha boa vontade de fazê-las. O intuito do post de hoje é ensinar a vocês como ajudar nas traduções do Linux, de forma a torná-lo um sistema mais fácil de usar para usuários iniciantes. Para isso, não é necessário muita coisa. Você só precisa ter um bom<a href="http://www.iotecnologia.com.br/ajude-a-traduzir-o-ubuntu">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p><span id="more-6472"></span></p>
<h2>Passo 1: Criando sua conta no LaunchPad</h2>
<p>O LaunchPad é uma central onde você tem acesso a várias maneiras de colaborar com o Ubuntu ou software livre em geral. Através dele, você pode reportar bugs, contribuir com traduções e até mesmo com o código do software.</p>
<p>Para criar sua conta lá, acesse <a target="_blank" href="https://login.launchpad.net/+new_account">https://login.launchpad.net/+new_account</a> . Preencha todos os campos pedidos e clique em “Continuar”.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="IO 1" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/IO1.png" border="0" alt="IO 1" width="310" height="198" /></p>
<p>Depois que tiver feito a sua conta e confirmado todas as informações pedidas, você faz seu login na conta.</p>
<h2></h2>
<h2>Passo 2: Escolhendo o que traduzir</h2>
<p>Depois de feito o login, você será levado à uma tela como a da imagem abaixo:</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="IO 2" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/IO2.png" border="0" alt="IO 2" width="309" height="191" /></p>
<p>Nesta página ficam informações sobre os posts mais recentes no blog do Launchpad (à esquerda) e os links para você começar a ajudar nos projetos. Para começar a traduzir, clique em “Help Translate” no menu “Get started” à direita. Você será levado a seguinte página:</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="IO 3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/IO3.png" border="0" alt="IO 3" width="301" height="189" /></p>
<p>Nela você vai ter a opção de fazer um tour pelo Launchpad e descobrir tudo que você pode fazer com ele. Vai ter também, no menu mais à esquerda, as versões do Ubuntu disponíveis para tradução. No menu do meio, todos os projetos de tradução em andamento e no menu da direita, as suas línguas preferidas, que você pode trocar. Vou escolher a versão 11.04 (Ubuntu Natty) para exemplificar.</p>
<p>Ao clicar, você será levado a pagina como mostrada na imagem abaixo, onde você pode selecionar qual língua deseja ajudar a traduzir.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="IO 4" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/IO4.png" border="0" alt="IO 4" width="287" height="176" /></p>
<p>Clique em “Brazilian Portuguese” para ver quais os pacotes possíves de serem traduzidos. Existem milhares deles, cabe ao usuário escolher em qual (ou quais) deseja ajudar. A foto a seguir mostra alguns dos pacotes disponíveis. Eu utilizarei o “bootloader” para o exemplo.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="IO 5" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/IO5.png" border="0" alt="IO 5" width="286" height="178" /></p>
<p>Ao clicar nele, você será levado à seguinte página:</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="IO 6" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/IO6.png" border="0" alt="IO 6" width="283" height="172" /></p>
<p>Como vocês podem ver ali pela foto, é nesta página que você vai contribuir com as traduções. A interface é bem simples e intuitiva. Aonde está escrito <em><strong>English</strong></em> é o texto a ser traduzido, logo abaixo dele existe um pequeno “i”, que é uma nota do desenvolvedor para o usuário saber aonde se encontra tal texto. Mais abaixo, onde diz <strong><em>Current Brazilian Portuguese</em></strong> é a tradução atual do texto acima citado. Na parte de <strong><em>Suggestions</em></strong> estão as sugestões de tradução para o texto.</p>
<p>Para começar a traduzir, basta marcar a caixa <em><strong>New Suggestion</strong></em> e escrever a tradução que você achar mais correta. Ela então será analisada pelos coordenadores da tradução e, caso seja aceita, será incorparada a tradução do projeto.</p>
<p>Viu como é simples? Nem sempre a sua tradução será aceita ou nem sempre terá algo para você traduzir, mas o importante é não desanimar. Segue abaixo um print da primeira tradução que eu auxiliei, do Linux Ubuntu 10.04. Se você possui um bom conhecimento em Inglês e gosta de ajudar, faça isso. Muito obrigado pela leitura e até a próxima!</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="IO 7" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/IO7.png" border="0" alt="IO 7" width="331" height="243" /></p>
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		<title>O fim do OpenOffice(?)</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/o-fim-do-openoffice</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 17:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[libreoffice]]></category>
		<category><![CDATA[openoffice]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem está antenado nas últimas novidades do mundo do software livre, deve estar sabendo que o OpenOffice está em decadência. Isto se deve ao fato de a Oracle, a nova proprietária do OpenOffice (se é que eu posso afirmar isso) tomou certas decisões que não agradaram os usuários nem muito menos os desenvolvedores. O resultado disso foi simplesmente a saída em massa dos desenvolvedores do OpenOffice para a criação de um fork (um projeto criado apartir de outro) chamado LibreOffice, que até o momento está praticamente a mesma coisa, mas que a tendência é ficar  superior ao OpenOffice, visto que<a href="http://www.iotecnologia.com.br/o-fim-do-openoffice">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify;">Quem está antenado nas últimas novidades do mundo do software livre, deve estar sabendo que o OpenOffice está em decadência. Isto se deve ao fato de a Oracle, a nova proprietária do OpenOffice (se é que eu posso afirmar isso) tomou certas decisões que não agradaram os usuários nem muito menos os desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6285"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O resultado disso foi simplesmente a saída em massa dos desenvolvedores do OpenOffice para a criação de um fork (um projeto criado apartir de outro) chamado LibreOffice, que até o momento está praticamente a mesma coisa, mas que a tendência é ficar  superior ao OpenOffice, visto que a maioria dos desenvolvedores do OpenOffice agora estão trabalhando no LibreOffice.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento da saída em massa dos desenvolvedores, eles elaboraram uma carta aberta intitulada &#8220;Todo fim é um novo começo&#8221;. E nesta carta eles explicam todos os motivos que levaram eles a tomarem esta decisão. Você pode ver a carta completa <a target="_blank" href="http://www.mail-archive.com/dev@native-lang.openoffice.org/msg04865.html">aqui</a>.</p>
<p>O OpenOffice pode não ser extinto, mas com certeza o LibreOffice vai dominar, inclusive os desenvolvedores do LibreOffice estão batalhando na justiça para resgatar o nome OpenOffice e obrigar a Oracle a substituir o nome do Office deles.</p>
<p>Caso deseja realizar a troca desde já, acesse o site do LibreOffice e vá até a seção de <a target="_blank" href="http://www.libreoffice.org/download/">Downloads</a> e baixe o pacote mais adequado para você É somente uma questão de tempo para que as distribuições deixem o OpenOffice de lado e passem a utilizar o LibreOffice.</p>
<p>Na minha humilde opinião, isto demonstra a força que a comunidade de Software Livre tem, que quando se sentiu ameaçado por uma empresa, rapidamente se mobilizaram para manter o espírito de liberdade vivo. Isso também é uma lição: ninguém controla o Software Livre, só a própria comunidade.</p>
<p>E você, o que acha de tudo isso? Já experimentou o LibreOffice, conte-nos a sua experiência ou a sua opinião a respeito.</p>
<p>No related posts.</p>
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		<title>Saiba como deixar o Linux em portugu&#234;s</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/saiba-como-deixar-o-linux-em-portugus</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/saiba-como-deixar-o-linux-em-portugus#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Feb 2011 16:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[linux em português]]></category>
		<category><![CDATA[linux em pt-br]]></category>
		<category><![CDATA[pt-br]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu em português]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente, ouço com relativa frequência usuários de várias distribuições Linux indagando como alterar o idioma do sistema para português. Seja por uma instalação feita em inglês, pela ausência de um pacote ou atualização, por simples falha na distro ou em algum programa da mesma; o fato é que aquilo que pode parecer fácil para algumas pessoas, pode realmente dificultar a vida de outras. Com base nesta ideia, trouxe algumas dicas que poderão solucionar o problema. Ubuntu Caso todo o sistema esteja em inglês, vá no menu System → Administration → Language Support. Se aparecer uma mensagem requerendo a instalação de<a href="http://www.iotecnologia.com.br/saiba-como-deixar-o-linux-em-portugus">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p><span id="more-6433"></span></p>
<p><strong>Ubuntu</strong></p>
<p>Caso todo o sistema esteja em inglês, vá no menu <em>System</em> → <em>Administration → Language Support</em>. Se aparecer uma mensagem requerendo a instalação de um ou mais pacotes de idioma, recomendo que realize a instalação.</p>
<p>Para deixar os menus e as janelas do Ubuntu em Português, procure <em>Português (Brasil) </em>na guia <em>Language</em>. Em seguida, arraste esse idioma para o topo da lista e selecione <em>Apply System-Wide</em>. A ação irá requerer a senha de <em>root</em> para ser finalizada. Caso não encontre o português na lista, use a opção <em>Install / Remove Languages</em> para instalá-lo.</p>
<p>Para que os demais componentes do sistema – números, datas, entre outros – também fiquem em português, use a guia <em>Text</em>. Lá, selecione o idioma desejado e clique para aplicar.</p>
<p>Agora, reinicie o computador.</p>
<p>Uma forma prática de mudar o idioma é alterar a opção <em>Language</em> logo na tela de <em>login</em> do sistema. Aproveite para selecionar o teclado brasileiro, caso este não o esteja. Feito isso, é só realizar o <em>login</em>. Entretanto, recomendo a primeira forma, uma vez que essa segunda pode durar somente em uma sessão do usuário, além de às vezes não ser válida para todo o sistema.</p>
<p><a href="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/image.png"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" title="image" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/image_thumb.png" border="0" alt="image" width="443" height="374" /></a></p>
<p>Não tendo seu problema resolvido, tente o comando <strong>sudo aptitude -f install</strong> no terminal, que irá corrigir “à força” pacotes quebrados.</p>
<p>Essas dicas também servem para o caso de um programa em específico ficar em inglês de uma hora para outra – como <em>softwares</em> da suíte OpenOffice.</p>
<p><strong>Fedora e Mandriva</strong></p>
<p>Também é possível utilizar a tela de <em>login</em> para alterar o idioma nessas distribuições. Não testei nas demais distros, contudo penso que essa forma é válida para várias delas.</p>
<p>Por hora, é só. Espero que o <em>post</em> tenha sido útil. Dúvidas? Comente-as. Até a próxima!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Preciso ser programador para ajudar no desenvolvimento do software livre?</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/preciso-ser-programador-para-ajudar-no-desenvolvimento-do-software-livre</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/preciso-ser-programador-para-ajudar-no-desenvolvimento-do-software-livre#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 13:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[ajudar]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O Linux, bem como o código aberto de uma maneira geral, vem crescendo ao longo do tempo. A tendência é que mais usuários adotem alternativas open source em 2011. Uma coisa é certa: nada disso seria possível sem os esforços de várias pessoas e da comunidade ao redor do mundo. Porém, ao contrário do que muitos ainda pensam, não se trata somente de programadores, desenvolvedores e outros gênios da computação. Pessoas comuns podem ajudar a melhorar e disseminar o open source. A seguir, alguns caminhos para fazê-lo. Tradução Que tal traduzir aquele programinha que já quebrou seu galho tantas vezes?<a href="http://www.iotecnologia.com.br/preciso-ser-programador-para-ajudar-no-desenvolvimento-do-software-livre">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Linux, bem como o código aberto de uma maneira geral, vem crescendo ao longo do tempo. A tendência é que mais usuários adotem alternativas <em>open source </em>em 2011.</p>
<p>Uma coisa é certa: nada disso seria possível sem os esforços de várias pessoas e da comunidade ao redor do mundo. Porém, ao contrário do que muitos ainda pensam, não se trata somente de programadores, desenvolvedores e outros gênios da computação. Pessoas comuns podem ajudar a melhorar e disseminar o <em>open</em> <em>source</em>. A seguir, alguns caminhos para fazê-lo.</p>
<p><span id="more-6356"></span></p>
<p><strong>Tradução</strong></p>
<p>Que tal traduzir aquele programinha que já quebrou seu galho tantas vezes? Nem todos nós somos bons no inglês. Acredite, traduzir programas e aplicativos pode ajudar muita gente. Neste caso, tudo o que você precisará é de um conhecimento razoável em um ou mais idiomas.</p>
<p>Para começar a traduzir, cadastre-se no <a target="_blank" href="https://launchpad.net/">Launchpad</a>. Após isso, você deve acessar o menu <em>Help translate</em>. Lá você encontrará vários projetos necessitando de sua ajuda; desde editores de texto simples, como o <a target="_blank" href="https://launchpad.net/gedit">Gedit</a>, até o novo gestor de janelas <a target="_blank" href="https://launchpad.net/unity">Unity</a>, que será implantado na nova versão do <a target="_blank" href="http://www.ubuntu.com/">Ubuntu</a>.</p>
<p>Escolha um projeto, e comece a traduzi-lo! Logo, uma linha em inglês lhe será apresentada. Basta traduzi-la no campo apropriado para isso.</p>
<p>Caso realmente tenha interesse pela parte de tradução, poderia ser uma boa ideia se juntar a uma comunidade. Para mais informações, acesse: <a target="_blank" href="http://wiki.softwarelivre.org/GNOMEBR/Traducao">tradução do GNOME</a> e/ou <a target="_blank" href="http://br.kde.org/I18n">tradução do KDE</a>. Para traduzir o Ubuntu, dê uma socializada no IRC com o pessoal do canal #ubuntu-br-tradutores, rede <em>Freenode</em>.</p>
<p><strong>Revisão</strong></p>
<p>Alguém precisa assegurar que as traduções estão sendo feitas adequadamente, não é? Para isso existe o pessoal da revisão. Um revisor pode atuar também como tradutor. Inclusive, se suas habilidades forem reconhecidas pela comunidade, você poderá se encarregar de traduzir e revisar seu próprio trabalho.</p>
<p>O Launchpad permite ao usuário revisar as traduções das outras pessoas. Para isto, basta selecionar a opção <em>Reviewer mode</em> na página de tradução.</p>
<p><strong>Encontrando <em>bugs</em></strong></p>
<p>Identificar <em><a href="http://www.iotecnologia.com.br/como-surgiu-o-termo-bug" target="_blank">bugs</a></em> não é coisa de outro mundo. A opção <em>Browse bugs</em>, na página inicial<em> </em>do Launchpad, serve justamente para que você possa reportá-los.</p>
<p>Primeiramente, é importante pesquisar, para garantir que o mesmo erro já não foi detectado. Para fazer esta busca, você deve ir na <a target="_blank" href="https://bugs.launchpad.net/">página de <em>Bugs</em></a>. Não encontrando nenhum registro do erro, pode reportá-lo.</p>
<p>É importante ressaltar que a página de <em>Bugs</em> oferece duas opções de pesquisa: <em>All projects</em> e <em>One project</em>. A primeira realiza uma busca em todos os projetos do Launchpad. A segunda opta por um projeto em particular, cujo nome você deverá especificar.</p>
<p>Para relatar um <em>bug</em> use o menu <em>Report a bug</em>, localizado à direita da página do(s) projeto(s) escolhido(s). Seu relato deve ser feito <strong>em inglês</strong>. No campo <em>Summary</em>, atribua um título (lembrando: em inglês) que ajude os outros usuários a ter uma noção do que se trata logo de cara. Após clicar em <em>Next </em>aparecerão vários campos. Preencha-os com uma descrição clara e detalhada do problema.</p>
<p>Para mais informações sobre a identificação de <em>bugs </em>pelo Launchpad, acesse esta seção no artigo do <a target="_blank" href="http://www.tuxresources.org/blog/archives/52">TuxResources</a>, sobre como ajudar o Ubuntu.</p>
<p>Vale lembrar que também há listas de discussão e fóruns nos quais você poderá reportar falhas em programas. Uma simples pesquisa no Google irá revelar-lhe alguns.</p>
<p><strong>Tirando dúvidas de outros usuários</strong></p>
<p>Não importa o quão pouco você saiba. Sempre existirá alguém que saberá menos que você. Sabe aquele problema bobo que você resolveu alguns dias atrás? Podem haver mais pessoas do que imagina passando por ele.</p>
<p>Existem muitas formas de ajudá-las. Há inúmeros fóruns (<a target="_blank" href="http://ubuntuforum-br.org/">UbuntuFórum</a>, <a target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/perguntas/">Viva o Linux</a>, <a target="_blank" href="http://www.linuxnarede.com.br/forum/">Linux na Rede</a>), listas de discussão (<a target="_blank" href="http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo">Software Livre</a>, <a target="_blank" href="http://wiki.ubuntu-br.org/Listas">Ubuntu</a>), canais no IRC (<a target="_blank" href="http://live.gnome.org/GnomeIrcChannels">Gnome</a>, <a target="_blank" href="http://wiki.ubuntu-br.org/IRC">Ubuntu</a>), <em>blogs</em> de tecnologia (já reparou que, vez por outra, surgem dúvidas nos comentários do I/O?), o <a target="_blank" href="https://answers.launchpad.net/">Launchpad</a>, as redes sociais&#8230; enfim, as possibilidades são diversas.</p>
<p>Uma das formas mais eficazes de encontrar pessoas que passam por problemas semelhantes aos seus é participando de fóruns.</p>
<p><strong>Postando artigos, dicas e tutoriais</strong></p>
<p>À medida que se envolvem com o Linux, muitos usuários sentem vontade de escrever sobre o que aprenderam. Redigir artigos, <em>posts</em> em <em>blogs</em>, dicas, tutoriais são formas de ajudar os outros e, de algum modo, retribuir a ajuda que você certamente recebeu de outros internautas. Vamos, ajude, não custa nada!</p>
<p><strong>Promovendo o <em>software</em></strong></p>
<p>Uma das grandes dificuldades que afligem o Linux, mesmo nos dias de hoje, ainda é a falta de conhecimento que as pessoas têm do sistema. Muitos mantêm visões como: Linux é só para <em>hackers</em>, é difícil de usar, o sistema não pode atender às necessidades básicas do usuário, não <em>roda</em> os “melhores” aplicativos, ninguém usa, e por aí vai. Há até aqueles que não sabem da existência do Pinguim.</p>
<p>Basta se envolver um pouco com o Linux para saber que a maioria das imagens que os indivíduos têm dele são errôneas.</p>
<p>Como mudar isso? Promova o Linux! Divulgue os benefícios que o sistema pode oferecer, conte sua experiência de uso para os outros, incentive-os a testá-lo. Se tiver um conhecimento maior em alguma área, promova palestras, cursos, aulas.</p>
<p>Em se tratando de propaganda, a sua criatividade é o limite.</p>
<p><strong>Documentação</strong></p>
<p>A documentação de um <em>software</em> é importantíssima para o mesmo. Muitos <em>sites</em> de programas abertos oferecem uma página para quem desejar ajudar na documentação. Um exemplo é o <a target="_blank" href="http://wiki.ubuntu-br.org/Documentacao">Ubuntu</a>.</p>
<p>Caso não saiba o que é a documentação de um programa, visite <a target="_blank" href="http://www.criarweb.com/artigos/723.php">este link</a>.</p>
<p><em><strong>Design</strong></em></p>
<p>Esta parte exige um pouco de conhecimento técnico e artístico. Consiste em criar ou otimizar <em>interfaces</em> de programas e aplicativos, tornando-os mais belos e “amigáveis”; papéis de parede para o sistema; temas para a customização; imagens; ícones; desenhos; <em>templates </em>de <em>sites</em>; logomarcas; entre outros.</p>
<p>Independentemente de sua especialidade, um bom lugar para começar é o <a target="_blank" href="https://wiki.ubuntu.com/Artwork?action=show&amp;redirect=ArtworkTeam">Time de Arte do Ubuntu</a>. Se é <em>web designer</em>, você já sabe o que pode fazer.</p>
<p><strong>Código, é claro</strong></p>
<p>Programadores, vocês também já sabem o que fazer. Criar aplicativos <em>open source</em>, contribuir com projetos em andamento, atualizar programas já existentes. O Launchpad oferece opções para <a target="_blank" href="https://launchpad.net/projects/+new">registrar um projeto</a> e um <a target="_blank" href="https://launchpad.net/people/+newteam">time de desenvolvimento</a>. Há vários projetos precisando de programadores.</p>
<p>Para os que programam em Python, o <a target="_blank" href="http://emesene.org/">Emesene</a> é uma ótima escolha. Seu código é todo escrito nessa linguagem.</p>
<p>Para quem entende de C e C++, existe uma gama de alternativas.</p>
<p>Não preciso dizer que o auxílio com o código é de extrema importância, certo?</p>
<p>Bem, é isso. Como já disse, escrevi este <em>post</em> para acabar com a história de “não sei programar, então não posso ajudar”. Se realmente estiver disposto a contribuir com o Linux, ou qualquer outro programa <em>open</em> <em>source</em>, tenho certeza de que encontrará algo que sabe fazer. Determinação, além da vontade de ajudar e aprender poderão levá-lo longe.</p>
<p>Observação: tem mais dicas sobre como ajudar o Linux? Deseja contar sua experiência? Não hesite em comentar. <img src='http://www.iotecnologia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Lendo partições do Linux através do Windows</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/lendo-particoes-do-linux-no-windows</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/lendo-particoes-do-linux-no-windows#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 08:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[ext2explore]]></category>
		<category><![CDATA[lendo ext4 do windows]]></category>
		<category><![CDATA[partições Linux no windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem usa dual-boot, pode sofrer com um pequeno incoveniente: a impossibilidade de ler partições do Linux apartir do Windows. O inverso é muito fácil, a maioria das distribuiçãos já possuem o suporte nativo ou facilitam bastante a ativação desde recurso. Já o querido Windows não oferece tal suporte, nem tanto facilita esse processo. Mas como a comunidade de Software Livre é muito grande, sempre surgem soluções. Neste post veremos uma dica de um programa para Windows que conseguirá ler partições ext2/ext3/ext4 (usado pela maioria dos usuários). Se você é usuário novato do Linux e não sabe o que é partição<a href="http://www.iotecnologia.com.br/lendo-particoes-do-linux-no-windows">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.comofaco.com/wp-content/uploads/2007/09/windows-linux.jpg" alt="" width="184" height="184" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem usa dual-boot, pode sofrer com um pequeno incoveniente: a impossibilidade de ler partições do Linux apartir do Windows. O inverso é muito fácil, a maioria das distribuiçãos já possuem o suporte nativo ou facilitam bastante a ativação desde recurso. Já o <span style="text-decoration: line-through;">querido</span> Windows não oferece tal suporte, nem tanto facilita esse processo. Mas como a comunidade de Software Livre é muito grande, sempre surgem soluções. Neste post veremos uma dica de um programa para Windows que conseguirá ler partições ext2/ext3/ext4 (usado pela maioria dos usuários).</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6320"></span>Se você é usuário novato do Linux e não sabe o que é partição ou não sabe o qual é seu sistema de arquivo, é 99,99999% de chance de ser ext4 ou da famílita ext (digo isso porque na maioria das distribuições o sistema de arquivos ext4 é padrão na instalação).</p>
<p style="text-align: justify;">O uso do programa é muito simples, após instalado, ele nos mostrará todas as nossas partições com sistemas de arquivos da família ext e clicando duas vezes em cima do ícone referente a cada partição, nós visualizaremos os arquivos contidos na partição.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de continuarmos, vamos instalar o programa, o nome dele é <strong>ext2explore</strong> e pode ser baixado <a target="_blank" href="http://sourceforge.net/projects/ext2read/files/Ext2Read%20ver%202.0/ext2explore%202.0%20beta/">aqui</a>. Após instalado, podemos agora executar o programa. Sempre que você for executar o ext2explore, você precisa executar como administrador. Para fazer isso clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do programa e clique na opção &#8220;Executar como administrador&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6330" title="img1" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img1-300x132.png" alt="" width="300" height="132" />Feito isso, o programa será aberto e em ambas as colunas será mostrado as partições identificadas. No meu caso possuo três partições ext4.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6331" title="img2" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img2.png" alt="" width="591" height="450" />Basta clicar duas vezes em cima da partição desejada que os arquivos serão mostrados. Para salvar qualquer arquivo ou pasta, basta clicar com o botão direito do mouse em cima do arquivo ou pasta desejada e clicar em <strong>save</strong> (salvar) . Após isso será necessário escolher o local onde o arquivo será salvo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6333" title="img3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2011/01/img3.png" alt="" width="174" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto não é possível copiar arquivos do Windows para a partição Linux, mas isto não é problema, visto que é possível abrir partições NTFS normalmente apartir do Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem trabalha com dual-boot, esta dica é muito valiosa, pois as vezes é preciso reiniciar o sistema só para copiar algum arquivo de uma partição ext para a partição do Windows.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado da dica e até a próxima.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Recuperando arquivos deletados no Linux</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/recuperando-arquivos-deletados-no-linux</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/recuperando-arquivos-deletados-no-linux#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 08:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[dcfldd]]></category>
		<category><![CDATA[dd]]></category>
		<category><![CDATA[foresmost]]></category>
		<category><![CDATA[recuperar arquivos]]></category>

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		<description><![CDATA[No último fim de semana eu passei por algo extremamente aborrecedor, ao instalar a nova versão do Ubuntu, na hora de especificar o particionamento manual (eu só queria formatar a partição raiz) acabei sem querer, formatando uma partição de arquivos de 309GB com pelo menos 200GB de arquivos úteis (eu só percebi quando iniciei o sistema e vi que a partição estava &#8220;vazia&#8221;, vazia entre aspas porquê na verdade os arquivos ainda estavam lá, só estavam escondidos). Após todo o processo de recuperação, o qual tirou o meu fim de semana inteiro, resolvi escrever este post descrevendo todo o processo<a href="http://www.iotecnologia.com.br/recuperando-arquivos-deletados-no-linux">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAADsinWsyatwtgRniv7MMpmrHd7VsDGUVMRprw3TxrkRlCH0FZGun6MwcnYEvC9BiHNclkZ-4j2Q2fdGo4qbxqydAJtU9VCLv3Mn3QbgJQhxjTKkCDfG2nbihA.jpg" alt="" width="241" height="251" /></p>
<p style="text-align: justify;">No último fim de semana eu passei por algo extremamente aborrecedor, ao instalar a nova versão do Ubuntu, na hora de especificar o particionamento manual (eu só queria formatar a partição raiz) acabei sem querer, formatando uma partição de arquivos de 309GB com pelo menos 200GB de arquivos úteis (eu só percebi quando iniciei o sistema e vi que a partição estava &#8220;vazia&#8221;, vazia entre aspas porquê na verdade os arquivos ainda estavam lá, só estavam escondidos).</p>
<p style="text-align: justify;">Após todo o processo de recuperação, o qual tirou o meu fim de semana inteiro, resolvi escrever este post descrevendo todo o processo que realizei. E uma dica: Preste atenção quando for formatar sua máquina!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6231"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando formatamos um HD ou apagamos um arquivo do HD, na verdade o arquivo não é apagado, o que acontece é que a porção do HD que armazenava aquele arquivo é marcada como vazia, permitindo assim que outros arquivos ocupem aquele espaço, e quando isso acontece aí é que temos o perigo da perda definitiva do arquivo (as vezes ainda é possível recuperar mesmo após uma sobreescrita dessas). Para entender melhor porquê isto acontece leia nosso post <a href="http://www.iotecnologia.com.br/duro-de-apagar-entenda-porque-seus-dados-no-vo-embora">Duro de apagar: entenda porque seus dados não vão embora</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Explicações teóricas a parte, vamos partir para a prática, se você leu o post mencionado, você já sabe que o primeiro passo para garantir o sucesso de uma perícia computacional é clonar a memória, depois o HD e etc. Neste caso, eu só precisei recuperar os arquivos da partição, por tanto, não tem nenhuma utilidade realizar a clonagem (dump) da memória. Sendo assim eu &#8220;só&#8221; fiz a clonagem da partição.</p>
<p style="text-align: justify;">No post eu mencionei o comando <strong>dd</strong> para realizar a clonagem, só que ele tem um pequeno problema, ele não mostra o progresso da clonagem, por isso, eu decidi utilizar um outro programa o <strong>dcfldd</strong>, você precisa instalar ele primeiro. Caso esteja no Ubuntu ou Debian você pode instalar assim:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo apt-get install dcfldd</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Clonar significa como o próprio nome diz, clonar o HD ou partição (dãã). Resumindo em miúdos, nós iremos criar uma imagem (como uma imagem .iso) para podermos analisar a nossa partição ou HD posteriormente sem ter medo de sobrescrevermos os arquivos da partição. É interessante realizar essa clonagem diretamente para uma mídia externa ou para outra partição (desde que tenha espaço livre suficiente), no meu caso eu utilizei um HD externo de 1TB. Eis exatamente o comando que utilizei:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo dcfldd if=<strong>/dev/sda6</strong> of=<strong>&#8216;/media/My Passport/Nícholas/Arquivos.raw&#8217; </strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Onde <strong>if</strong> é a partição origem, ou seja o que você quer clonar, e <strong>of</strong> é o onde a imagem será salva, veja que eu salvei com o nome <strong>Arquivos.raw</strong> (a extensão não faz diferença), a extensão raw é comumente utilizada em perícias computacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que não é obrigatório realizar a clonagem para recuperar os arquivos, no meu caso eu decidi fazer isso porquê realmente eu queria recuperar o maior número possível de arquivos. Então decidi por fazer as coisas da melhor maneira possível. Clonando a partição eu poderia analisar e tentar recuperar os arquivos várias vezes sem sobrescrever os arquivos.</p>
<p style="text-align: justify;">A clonagem é um processo bem demorado também, no meu caso levou mais de 24h para realizar a clonagem dos 309GB. Como estamos clonando a partição, ele realiza a cópia exata de toda a partição e não  uma simples cópia dos arquivos que estão nela.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a imagem clonada em &#8220;mãos&#8221;, vamos partir agora para outro processo: a recuperação propriamente dita. Vamos utilizar um programa chamado <strong>foremost</strong>, muito utilizando em sistemas Linux para recuperação de arquivos. Novamente Precisamos instalar ele. Se você está no Ubuntu ou Debian você pode instalar da seguinte forma:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo apt-get install foremost</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Feito isso, já temos o que precisamos para realizar a recuperação dos arquivos. Existem diversas formas de utilizar o foremost, mas a que vamos utilizar neste caso é a seguinte:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo  foremost -i <strong>arquivo_de_entrada</strong> -o <strong>diretorio_de_saída</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Onde <strong>arquivo_de_entrada</strong> é a imagem que criamos, e o <strong>diretorio_de_saída</strong> é a pasta onde ele irá salvar os arquivo recuperados, o foremost irá cria uma pasta para cada tipo de extensão suportada por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">No nosso caso o comando ficará assim (considerando que estamos na mesma pasta da imagem):</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo foremost -i Arquivos.raw -o /media/HDEXTERNO/Arquivos_Recuperados</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No comando acima estou pegando a imagem criada como fonte de análise e salvando os arquivos em um HD externo em um diretório chamado Arquivos_Recuperados. Como estamos executando o comando como sudo, você precisará ter privilégios de root para visualizar os arquivos recuperados, uma dica rápida para visualizar é executar o nautilus como root:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">$sudo nautilus /diretorio_dos_arquivos</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Caso você não queira criar uma imagem da partição, você ainda pode usar o foremost para recuperar os arquivos.</p>
<blockquote><p>$sudo foremost -t <strong>tipo</strong> -i /dev/<strong>partição</strong><br />
$sudo foremost -t all -i /dev/sda6<br />
$sudo foremost -t pdf -i /dev/sda6<strong><br />
</strong></p></blockquote>
<p>Onde <strong>tipo</strong>, pode ser jpeg, jpg, pdf, gif e etc, ou pode ser simplesmente all, para todos os tipos de arquivos suportados. a opção <strong>-i </strong>especifica a partição a ser analisada. Com a opção -o você pode especificar também onde será salvo os arquivos.</p>
<p>Existem outros programas para recuperação de arquivos no Linux, outro que é muito usado é o <a target="_blank" href="http://www.digitalforensicssolutions.com/Scalpel/">scalpel</a>.</p>
<p>Espero que tenham gostado e que seja útil para alguém, e lembre-se faça backups e preste bastante atenção ao formatar sua máquina!</p>
<p>Abraços e até a próxima.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">
</blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>LVM: uma alternativa de particionamento</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/lvm-uma-alternativa-de-particionamento</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/lvm-uma-alternativa-de-particionamento#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 10:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[lvm]]></category>
		<category><![CDATA[particionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/?p=5875</guid>
		<description><![CDATA[Quem já é acostumado a formatar computadores sabe que um particionamento adequado é essencial para que um sistema continue “operante” mesmo após uma outra formatação, ainda mais quando se trata de servidores. O LVM ou Logical Volume Management é um padrão para gerenciamento de discos e sistemas de arquivos, criado inicialmente pela IBM, recebendo apoio de empresas como HP e Open Group. O LVM oferece algumas vantagens. Diferente do particionamento tradicional, ele não vê HD&#8217;s nem partições, ele cria os chamados volumes lógicos. Cada volume se comporta como se fosse uma partição, que pode ser formatada e montada normalmente. Esse<a href="http://www.iotecnologia.com.br/lvm-uma-alternativa-de-particionamento">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://web.mit.edu/rhel-doc/3/rhel-sag-pt_br-3/figs/lvmintro/lvg.png" alt="" width="367" height="221" /></p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já é acostumado a formatar computadores sabe que um particionamento adequado é essencial para que um sistema continue “operante” mesmo após uma outra formatação, ainda mais quando se trata de servidores. O LVM ou Logical Volume Management é um padrão para gerenciamento de discos e sistemas de arquivos, criado inicialmente pela IBM, recebendo apoio de empresas como HP e Open Group.</p>
<p><span id="more-5875"></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">O LVM oferece algumas vantagens. Diferente do particionamento tradicional, ele não vê HD&#8217;s nem partições, ele cria os chamados volumes lógicos. Cada volume se comporta como se fosse uma partição, que pode ser formatada e montada normalmente. Esse volumes ficam agrupados em um grupo de volumes lógicos (Logical Volume Group), este por sua vez, se comporta como um HD.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5877" title="lvm" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/lvm-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" />Como é possível ver na figura acima, no LVM primeiramente temos os dispositivos físicos (Physical Volume), logo após temos o VG (volume groups) que podem englobar mais de uma partição e/ou HD, como mostra a figura. Finalmente na última &#8220;camada&#8221; temos os volumes lógicos que seriam as nossas partições. No caso da figura acima temos 3 volumes lógicos cada um se refere ao diretório /home, /var e /data respectivamente.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">A diferença do LVM para o particionamento comum é que ao invés de armazenar as informações sobre as partições na tabela de partições (espaço que mantém as informações do particionamento do computador), o LVM escreve suas próprias informações de forma separada e mantém o controle sobre a localização das partições, quais dispositivos são partes delas e o tamanho de cada uma.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal vantagem é que o grupo de volumes lógicos pode combinar o espaço de diversos HD&#8217;s, que poderá ser modificado conforme necessário. E tudo isto será visto como um único volume, ou seja, é como se uma única partição englobasse mais de um HD. Uma outra vantagem é que você pode facilmente aumentar ou reduzir o tamanho dos volumes lógicos, procedimento que se assemelha ao redimensionamento.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">Se você deseja aumentar o tamanho do volume X, você pode diminuir o volume Y e alocar esse espaço livre na partição X. Ainda existe a possibilidade de adicionar novos HD&#8217;s ao computador e posteriormente adicionar esse HD a um volume lógico existente. Se um servidor tiver suporte ao <em>hot-swap</em> é possível inclusive realizar essa operação sem reiniciar a máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você deseja mais informações sobre LVM e procedimentos, você pode ler algum desses artigos:</p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Entendendo-e-configurando-o-LVM-manualmente/?pagina=1">Entendendo e configurando o LVM</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/LVM-completo-e-sem-misterios">LVM completo e sem mistérios</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.guiadohardware.net/artigos/lvm/">Introdução ao LVM</a></li>
</ul>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">É fácil perceber que o LVM é bem mais complexo e complicado se comparado ao sistema tradicional baseado em partições. Ele é útil para casos em que é necessário uma certa flexibilidade no gerenciamento dos discos. A menos que você seja um usuário avançado e queira realmente testar e usar o LVM, você pode ficar com o sistema tradicional.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>5 curiosidades que talvez voc&#234; ainda n&#227;o saiba sobre o GNU/Linux</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/5-curiosidades-que-talvez-voce-ainda-nao-saiba-sobre-o-gnulinux</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/5-curiosidades-que-talvez-voce-ainda-nao-saiba-sobre-o-gnulinux#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 08:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades Linux]]></category>
		<category><![CDATA[dicas Linux]]></category>
		<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/?p=5799</guid>
		<description><![CDATA[Por mais que nós façamos o uso extensivo de certas tecnologias, sempre há algo que ainda não saibamos. O objetivo deste post é reunir algumas dicas e curiosidades que talvez você ainda não saiba sobre o GNU/Linux. 1. O Kernel do projeto GNU não deveria ser o Linux Inicialmente o idealizador do projeto GNU (Richard Stallman), tinha somente alguns programas básicos para o que ele tinha em mente (criar um sistema operacional totalmente livre). Só que para a criação de um sistema operacional é necessária uma peça básica e fundamental: o kernel. E até então Richard Stallman não tinha um.<a href="http://www.iotecnologia.com.br/5-curiosidades-que-talvez-voce-ainda-nao-saiba-sobre-o-gnulinux">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5801" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="linux" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/linux-200x300.jpg" alt="" width="93" height="140" /></p>
<p style="text-align: justify;"><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } -->Por mais que nós façamos o uso extensivo de certas tecnologias, sempre há algo que ainda não saibamos. O objetivo deste post é reunir algumas dicas e curiosidades que talvez você ainda não saiba sobre o GNU/Linux.</p>
<p><span id="more-5799"></span></p>
<p><strong>1. O Kernel do projeto GNU não deveria ser o Linux</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente o idealizador do projeto GNU (Richard Stallman), tinha somente alguns programas básicos para o que ele tinha em mente (criar um sistema operacional totalmente livre). Só que para a criação de um sistema operacional é necessária uma peça básica e fundamental: o kernel. E até então Richard Stallman não tinha um.</p>
<p style="text-align: justify;">Surgiu então a ideia de desenvolver seu próprio kernel, o HURD, que está em desenvolvimento até hoje. Se o HURD tivesse ficado pronto duas décadas atrás, talvez o cenário que temos hoje fosse bem diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aconteceu foi que Richard Stallman conheceu a ideia de Linus Torvalds – o criador do Linux – e então passou a utilizar o Linux como kernel do projeto GNU. Você pode verificar o site do HURD e o andamento do desenvolvimento do mesmo <a target="_blank" href="http://www.gnu.org/software/hurd/hurd.html ">aqui</a>.</p>
<p><strong>2. Você sabia que é possível ter duas seções gráficas abertas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O GNU/Linux é um sistema operacional multiusuário e por isso ele possui várias terminais, apesar de pouco utilizado hoje em dia. A maioria das distribuições possuem todos os terminais habilitados. Para testá-los basta apertar CRTL+ALT+FN onde N varia de 1 a 6 (os terminais 7 e 8 são as seções gráficas). Por padrão as maiorias das distribuições utiliza o terminal 7 como a seção gráfica, sendo assim, se você quer abrir uma <strong>nova</strong> seção gráfica você terá que usar o terminal 8.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você está no Ubuntu basta você clicar no botão onde tem a opção de desligar o computador e em seguida escolher a opção “sessão convidado”. Se você tiver outras contas de usuários elas irão aparecer e caso você clique nelas será aberta uma nova seção logada naquela conta.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5803" title="2" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/2.jpg" alt="" width="174" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify;"><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --><strong>3. O SWAP pode ser um arquivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já está acostumado a usar o GNU/Linux sabe que ao instalar qualquer distribuição é obrigatória a criação da partição de SWAP, que resumidamente terá utilidade para armazenar dados de aplicativos em execução (ou não) quando a memória RAM estiver cheia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que talvez poucos saibam é que é possível configurar o SWAP para ser um arquivo (como ocorre no Windows) e não uma partição.  Isso não apresenta muitas vantagens, visto que o uso de uma partição como SWAP é melhor do que usar um arquivo, entretanto, em alguns casos pode ser interessante configurar o SWAP como um arquivo. Se deseja mais informações sobre os procedimentos, este <a target="_blank" href="http://www.dicas-l.com.br/arquivo/criando_e_adicionando_um_arquivo_de_swap_a_sistemas_gnu-linux.php">artigo</a> pode te ajudar.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --><strong>4. Montando imagens ISO sem programas</strong></p>
<p>Para quem vem do Windows ou quem usa Windows, o programa Daemon Tools deve soar muito familiar, ele quebra muito o galho quando queremos montar uma imagem ISO sem que para isso seja necessário gravá-la em um CD.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem programas para Linux que fazem a mesma coisa (na verdade eles utilizam o comando abaixo), mas não precisamos de nenhum programa, basta usarmos o comando mount com alguns parâmetros:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5805" title="3" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/31.jpg" alt="" width="660" height="73" /></p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="text-align: justify;">Basta executar o comando acima especificando a imagem ISO e o diretório onde a imagem será montada, que deve ser previamente criado com o comando mkdir (ou pela interface gráfica). Posteriormente podemos acessar o conteúdo da imagem ISO acessando o diretório em que a imagem foi montada.</p>
<p style="text-align: justify;"><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --><strong>5. O diretório /etc/skel</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Navegue até o diretório /etc/skel (DICA: digite CTRL+L no nautilus e depois digite o caminho), ele por acaso lhe parece um pouco familiar? Talvez não pareça, mas ele contêm a estrutura básica da pasta home dos usuários criados por você. Para comprovar  faça o seguinte teste: crie uma nova conta e compare a pasta home da nova conta com a /etc/skel.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora crie alguns diretório no /etc/skel e depois crie outra conta de usuário e compare novamente as pastas. É&#8230; acho que deu para compreender, a pasta /etc/skel funciona como um esqueleto para as pastas home dos usuários que você criar. Isso é interessante porquê você pode personalizar ou especificar como será disposta por padrão a pasta home dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5814" title="skel" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/skel.jpg" alt="" width="638" height="194" />Você tem mais alguma curiosidade ou dica que poucas pessoas sabem? então poste ela nos comentários para podermos aprender mais ainda sobre esse maravilhoso sistema operacional. Um grande abraço a todos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/11/3.jpg"><br />
</a></p>
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		<title>Por quê o Linux é (ou dizem ser) mais seguro?</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/por-que-o-linux-eou-dizem-ser-mais-seguro</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 13:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nícholas André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://testedoio.wordpress.com/2009/02/13/por-que-o-linux-eou-dizem-ser-mais-seguro/</guid>
		<description><![CDATA[Muito se discute sobre qual é o sistema operacional mais seguro&#8230; muitos defendem o Linux, outros defendem o Windows e vez por outra o seleto grupo dos usuários do Mac entram na discussão. Neste artigo não pretendo dizer que o Linux não tem defeitos ou que não tem problemas de vulnerabilidades, mas vou tentar tentar explicar de maneira geral, o que o Linux tem que o torna mais seguro. Sem fanatismo (leia-se Xiitismo), vou me focar somente no Linux, não pretendo fazer uma comparação direta com o Windows e sim mostrar os aspectos de segurança do Linux. Antes de tudo<a href="http://www.iotecnologia.com.br/por-que-o-linux-eou-dizem-ser-mais-seguro">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p style="text-align: justify;">Muito se discute sobre qual é o sistema operacional mais seguro&#8230; muitos defendem o Linux, outros defendem o Windows e vez por outra o seleto grupo dos usuários do Mac entram na discussão. Neste artigo não pretendo dizer que o Linux não tem defeitos ou que não tem problemas de vulnerabilidades, mas vou tentar tentar explicar de maneira <span style="text-decoration: underline;">geral</span>, o que o Linux tem que o torna mais seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem fanatismo (leia-se Xiitismo), vou me focar somente no Linux, não pretendo fazer uma comparação direta com o Windows e sim mostrar os aspectos de segurança do Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de tudo vale lembrar que<strong> “O sistema operacional mais seguro é aquele que você domina”.</strong></p>
<p><span id="more-60"></span></p>
<h2>1 – A questão da segurança</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja utilizando Windows, GNU/Linux, Mac, BSD, sempre haverá a possibilidade de um ataque, de uma invasão, de senhas serem perdidas. No mundo da informática a questão não é se tal barreira pode ser quebrada, mas sim quando ela vai ser quebrada. Muitos usuários do Linux, principalmente no início de sua “conversão” tomam atitudes de risco, como sempre olhar páginas maliciosas ou abrir e-mails falsos, acreditando estar 100% seguro. Isso pode ser um risco mesmo usando o Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo rápido e fácil é o da página fake, a página fake é um método de captura de senha em que o suposto Hacker clona a página de um determinado serviço e tendo a página fake hospedada em um servidor qualquer, ele manda o link para a vítima utilizando técnicas de Engenharia Social, para fazer com que vítima clique e coloque seu login e senha acreditanto estar logando em um serviço qualquer. Se por exemplo, o suposto Hacker utilizar uma página fake do twitter e a vítima abrir, quando a vítima digitar seu login e senha, ambos vão para o email do suposto Hacker e só Deus sabe o que vai ser do seu twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode estar se perguntando porquê algum Hacker (de verdade) iria querer invadir o seu computador, mas é importante lembrar que nem sempre os Hackers querem informações que estão no seu computador, eles podem simplesmente fazer com o seu computador passe a enviar Spam, ou fazer um ataque DoS, em que se utiliza de um grande poder de processamento para sobregarregar o servidor alvo. E para aumentar esse poder de processamento os hackers podem tentar usar o seu PC e a de várias outras pessoas&#8230; Sim isto é possível!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não se preocupe, não pense que qualquer um pode utilizar o seu PC para tal fim, até porquê os Hackers estão mais interessados em atacar servidores (que geralmente possuem alto poder de processamento) para seus fins.</p>
<h2><strong>2 – Estou Seguro no Linux?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Usuários Fanáticos do Windows ou outros sistemas operacionais costumam afirmar que o Linux é seguro porquê ele é ignorado por Hackers, mas a história não é bem assim. Qual Hacker se diz Hacker sem saber usar Linux, BSD, ou qualquer Unix-Like? Outro ponto de suma importância é que a maioria dos servidores atualmente rodam Linux, e os servidores são os principais alvos dos Hackers.</p>
<p style="text-align: justify;">No Linux não existem vírus que se auto executam, que se auto proliferam, ou que passam do pendrive pra o computador e vice versa no Linux. Essa é uma realidade bem distante e um tanto fictícia no Linux. Além do mais, caso um Hacker consiga o feito de um vírus se auto executar, por exemplo, o vírus dificilmente terá efeito em muitos computadores, devido a variedade das distribuições, devido as pessoas usarem diferentes versões do Kernel em seus computadores e dentre vários outros fatores.</p>
<h2>3 – Porque o Linux é seguro?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, esta pergunta ainda não foi respondida até aqui, vamos então começar a ver alguns pontos que demonstram o alto nível de segurança em sistemas Linux.</p>
<h3>3.1 – Permissão de execução e poder de usuário</h3>
<p style="text-align: justify;">No Linux para quem não sabe, existem dois tipos de usuários: o usuário <strong>root</strong>, aquele que detêm o poder absoluto da máquina e o utiliza para administrar o sistema, e temos também os usuários comuns, que não possuem nenhum poder administrativo, tudo o que ele pode fazer sem a permissão do root é alterar a sua própria pasta home.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo prático disso é que se você tentar executar o seguinte comando que simplesmente iria apagar todo o sistema, você irá encontrar algumas dificuldades:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>rm -rf /</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">esse comando está dizendo para remover de forma recursiva e sem perguntar nada tudo que tiver na pasta / (raiz do sistema), ou seja, simplesmente tudo! O primeiro obstáculo que você deverá encontrar, é que ao tentar executar este comando você receberá um aviso de permissão negada.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o sistema é regido por um sistema de permissões, cada arquivo ou pasta possui um conjunto de permissões de leitura (R), escrita (W) e execução (X), no nosso caso, você como usuário comum não tem o poder de alterar nada a partir da raiz do sistema, só quem tem esse poder é o usuário root. Para poder executar tal comando (por favor, não execute), você tem que estar logado como root.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3.2 – As senhas no Linux</h3>
<p style="text-align: justify;">As senhas de usuário do Linux ficam armazenadas em arquivos de configuração, mas calma, ainda há de nascer um mortal capaz de decifrá-las. As senhas são guardadas criptrografadas nos arquivos de configuração.</p>
<p style="text-align: justify;">As senhas criptografadas se encontram no arquivo /etc/shadow, a seguir um exemplo do que este arquivo armazena:</p>
<blockquote><p>root:x:14287:0:99999:7:::</p>
<p>nicholas:<span style="color: #ff0000;">$1$UAASD/Io$XasdaspxQ.VTGd/ASDYA59xL.</span>:14287:0:99999:7:::</p>
<p>daemon:x:14287:0:99999:7:::</p>
<p>bin:x:14287:0:99999:7:::</p>
<p>sys:x:14287:0:99999:7:::</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Isso é só uma parte do arquivo, nele veremos todos os grupos que existem dentre outras informações, mas o que realmente importa para o nosso artigo é a linha que contém o usuário <em>nicholas</em>, nesta linha você pode observar um emaranhado de caracteres depois dos “:” (destacado em vermelho) essa é a senha criptografada. Se você pensou em digitar isso no campo de senha, vai dar errado, pois ao digitar a senha ela será criptografada novamente e comparada com essa. Logicamente, a comparação vai dar errado.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa interessante é que somente o usuário root tem o poder para visualizar o conteúdo deste arquivo, eliminando assim qualquer possibilidade de um roubo desde arquivo de senha utilizando um usuário comum.</p>
<h3>3.3 – Firewal Iptables</h3>
<p style="text-align: justify;">O Iptables é o firewal que vem junto com o kernel do Linux, ele é um dos, se não o mais poderoso firewal para linux, nele você pode criar desde regras simples, a regras complexas para definir o que entra e sai do seu computador.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vou me estender neste assunto, pois deixaria o artigo muito grande, mas para quem quer se aprofundar no Iptables pode fazê-lo nestes links:</p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://eriberto.pro.br/iptables/">http://eriberto.pro.br/iptables/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Dominando-o-iptables-(parte-1)/">http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Dominando-o-iptables-(parte-1)/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://focalinux.cipsga.org.br/guia/avancado/ch-fw-iptables.htm">http://focalinux.cipsga.org.br/guia/avancado/ch-fw-iptables.htm</a></p>
<p style="text-align: justify;">E o grandioso mestre <a target="_blank" href="www.google.com.br">www.google.com.br</a></p>
<h3 style="text-align: justify;">3.4 &#8211; Linux tem vírus?</h3>
<p style="text-align: justify;">De maneira resumida não existem vírus para o Linux, existem alguns vírus &#8220;testes de conceitos&#8221; que foram criados para tentar burlar alguma proteção do Linux, alguns conseguem, mas em casos bem específicos. E quando conseguem o campo de ataque do vírus se restringem, na maioria dos casos, a própria pasta do usuário. Nenhum vírus ainda (do meu conhecimento) conseguiu o feito de se espalhar remotamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses &#8220;testes de conceitos&#8221; foram criados sem o objetivo maior de atacar outros computadores, e sim  por questões de experiência. Uma outra coisa interessante é que quando é descoberto uma vulnerabilidade ela é rapidamente corrigida pela equipe de desenvolvimento do kernel Linux.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conclusão</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível concluir então que quem faz a segurança do sistema é o próprio usuário, pois mesmo estando no Linux, pode ser feita uma invasão, ou um roubo de senha. Agora se isso vai ser bem sucedido depende do usuário. Todo sistema é vulnerável, pois, como diz aquele famosos ditado “A questão não é se pode ser quebrado, e sim quando vai ser quebrado”,Podemos concluir também, que o Linux provê uma segurança “inicial” mais complexa se comparada a outros sistemas operacionais, sendo assim o motivo de ser mais utilizado no ramo de servidores e computadores com atividades de suma importância.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>5 motivos para migrar do seu Windows para o Linux</title>
		<link>http://www.iotecnologia.com.br/5-motivos-migrar-windows-linux</link>
		<comments>http://www.iotecnologia.com.br/5-motivos-migrar-windows-linux#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 08:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[deskmod]]></category>
		<category><![CDATA[migrar]]></category>
		<category><![CDATA[motivos]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.iotecnologia.com.br/?p=623</guid>
		<description><![CDATA[Problemas, “blue screen of death”, vírus e roubo de informações: coisas bastante comuns em computadores com Windows instalado. Se você está cansado de se preocupar com tudo isso, então esse post foi feito para você. Você não larga o Windows de maneira alguma? Então esse post servirá para você abrir sua mente a respeito do Linux. Veja 5 motivos para migrar do Windows para o Linux: 1º &#8211; Performance superior Indubitavelmente, a maioria das distribuições Linux possui uma velocidade geral do sistema muito maior do que a encontrada no sistema da bandeirinha. Isso se dá pelo fato de termos um<a href="http://www.iotecnologia.com.br/5-motivos-migrar-windows-linux">&#160;&#160;[ Read More ]</a>
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<p align="justify">Problemas, “blue screen of death”, vírus e roubo de informações: coisas bastante comuns em computadores com Windows instalado. Se você está cansado de se preocupar com tudo isso, então esse post foi feito para você. Você não larga o Windows de maneira alguma? Então esse post servirá para você abrir sua mente a respeito do Linux.</p>
<p align="justify">Veja 5 motivos para migrar do Windows para o Linux:</p>
<div align="justify">    <span id="more-623"></span>  </div>
<p align="justify"><strong>1º &#8211; Performance superior</strong></p>
<p align="justify">Indubitavelmente, a maioria das distribuições Linux possui uma velocidade geral do sistema muito maior do que a encontrada no sistema da bandeirinha. Isso se dá pelo fato de termos um sistema em que há um gerenciamento de memória muito mais eficiente, que não possui módulos “gulosos” e que não inicia automaticamente serviços que não serão usados pelo sistema.</p>
<p align="justify">Um exemplo prático disso está no fato de que é possível rodar o Ubuntu satisfatoriamente em uma máquina com 512 MB de memória principal e um processador de 2 gerações atrás. Nessa máquina seria possível, por exemplo, navegar na internet, escutar músicas, utilizar o mensageiro instantâneo, redigir um documento e editar uma imagem: tudo simultaneamente e sem sacrificar a experiência do usuário.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Nooooossa!" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/293524-80.jpg" width="80" height="80" /></p>
<p align="justify"><strong>2º &#8211; Desktop de encher os olhos! </strong></p>
<p align="justify">Enquanto o Windows sempre tem aquele mesmo padrão no visual, o Linux está no extremo oposto. Em praticamente 99,9% das distribuições nós podemos personalizar a interface do sistema da maneira que quisermos, tudo é tarefa de nossa criatividade. O resultado disso é que nós não estaremos presos sempre àquela mesma “cara” toda vida que ligarmos o computador. Não pense que personalizar a interface se limita apenas a mudar o esquema de cores ou os papéis de parede&#8230; No Linux, o verbo &#8216;personalizar&#8217; vai muito além disso!</p>
<p align="justify">O fato que comprova isso é que muitas distros (uma maneira mais ligth de falar &#8216;distribuições&#8217;) são as preferidas pelos deskmoders de plantão.</p>
<p align="justify"><strong>3º &#8211; É grátis</strong></p>
<p align="justify">Sem dúvida esse é um dos maiores atrativos do pinguim. Para utilizá-lo não precisamos abrir a carteira em momento algum! Existem uma ou duas distros que são pagas, porém essas são destinadas aos servidores de grande porte.</p>
<p align="justify">Você acha que pelo sistema ser “0800” ele é menos confiável ou inseguro? Se esse é o seu caso, pode ir tirando o cavalinho da chuva&#8230; O suporte e a confiabilidade de muitas distribuições são, em muitos casos, melhores do que o próprio Windows. No Ubuntu, por exemplo, temos atualizações semanais e atualizações do núcleo do sistema pelo menos uma vez a cada mês. No sistema da bandeirinha só temos meia dúzia de correções a cada mês&#8230;</p>
<p align="justify">Tudo isso apenas comprova o fato de que quando é descoberta uma falha no sistema, rapidamente a comunidade fica em prontidão para enviar a devida correção para os usuários.</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Tux versão Rambo 2.0" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/linux-pinguim_rambo2.gif" width="298" height="163" /></p>
<p align="justify"><strong>4º &#8211; Não existem vírus, worms, spywares…</strong></p>
<p align="justify">Na realidade existem sim vírus para Linux, mas eles são apenas experimentais e não possuem um poder de fogo suficiente para causar maiores danos. Isso acontece devido ao modo como o Linux gerencia as permissões no sistema de arquivos.</p>
<p align="justify">Esse sistema de permissões contém definições muito claras a respeito do que cada arquivo, usuário e grupos podem fazer enquanto estão em execução. Isso inibe que, por exemplo, um determinado usuário “contamine” o sistema inteiro por ter executado um suposto arquivo malicioso. E detalhe: o suposto arquivo ainda teria que ter a permissão do usuário para ser executado com privilégios suficientes para causar algum estrago.</p>
<p align="justify">E esse é apenas um dos motivos que faz dele um sistema operacional digno de ser chamado de seguro&#8230;</p>
<p align="justify"><strong>5º &#8211; Você é dono do seu sistema</strong></p>
<p align="justify">Quem possui uma distribuição instalada em sua máquina pode fazer o que quiser com ela, desde que saiba como fazer. Por exemplo, posso alterar o sistema da forma que eu bem entender, que mais me agradar, com as funcionalidades que eu quiser e na hora que eu quiser. Preciso dizer que isso tudo é impossível no sistema da bandeirinha?</p>
<p align="center"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: ; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Logos de algumas distros Linux" border="0" alt="alt" src="http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/imagem_distros_linux.jpg" width="240" height="166" /></p>
<p align="justify"><strong>E agora, o que eu faço?</strong></p>
<p align="justify">Bom, esses são apenas 5 motivos dos quais você pode avaliar se vale a pena ou não migrar para o Linux. Não está afim de migrar? Então ao menos experimente para sentir um pouco como será a experiência de uso!</p>
<p align="justify">Infelizmente para quem é gamer, o Windows ainda será a melhor opção, mas não por causa do sistema e sim devido as fabricantes de games só liberarem a maioria de seus jogos na plataforma Windows, o que dificulta a vida dentro do Linux. Hoje só temos que torcer para que isso mude em breve&#8230;</p>
<p align="justify">Caso você tenha se interessado, você pode fazer o <a target="_blank" href="http://www.ubuntu-br.org/download">download do Ubuntu</a> para seu PC. Você têm internet lenta ou não quer baixar 700 MB? Não seja por isso! Entre no site da <a target="_blank" href="https://shipit.ubuntu.com/">Canonical</a> e peça agora mesmo um CD do Ubuntu, inteiramente de graça! Isso mesmo, você não leu errado, é só clicar e pedir uma cópia que eles te mandam uma cópia gratuitamente na sua casa!</p>
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